EDIÇÃO nº 938 | 09/03/2018

EDIÇÃO nº 938 | 09/03/2018

Ética não é enfeite

 

Não existe ética individual. Ética é sempre de um grupo, de uma coletividade. É o conjunto de valores e princípios que você e eu utilizamos em nossa conduta. Por isso, nosso sonho é uma ética universal, que todos os homens e mulheres do planeta tenham partilhada – não existe ainda, a não ser como horizonte.

Mas, entendida a ética como princípios e valores de nossa conduta, isso nos coloca um problema. Não existe ninguém, em sã consciência, que não tenha ética. Pessoas que não pensam como você e eu, nós podemos dizer que são antiéticas (do nosso ponto de vista), mas não deixam de ter princípios e valores em sua conduta. Por exemplo: um traficante tem uma ética na qual cabe um comportamento de fazer mal ao outro. Um pai ou uma mãe relapsos ou levianos têm uma ética. Às vezes se fala de uma forma equivocada: “Tal pessoa não tem ética”. Tal pessoa não tem a ética que nós precisamos partilhar e defender! Por exemplo: alguém que frauda o orçamento público, que furta, que ultrapassa o limite de velocidade, leva vantagem em benefício próprio, dando prejuízo aos outros, tem uma ética na qual cabe esse comportamento.
Hoje a ética de proteção da vida, a ética da coletividade, que é uma das formas mais fortes para a elevação de nossa condição, vem sofrendo vários abalos. Cresceu a ética fingida, exibida apenas como fachada, na qual se prega o que não se pratica. A essa se junta outra ética perigosa, que é a do “cada um por si e Deus por todos”, ou, o que é pior: “cada macaco no seu galho”. Ou seja, é uma ética egonarcisística, na qual aparece demais a ideia de que “eu me safando, os outros.... o que posso fazer?” Portanto, é uma ética na qual o valor e o princípio da solidariedade, da fraternidade, da amorosidade se ausenta com muita facilidade.
Isso vale em vários níveis. No mundo atual, esse tipo de ética, egonarcisística, destrutiva, muitas vezes hipócrita, não tem a completa predominância, mas tem uma presença forte. Aliás, muitas vezes na mídia, na escola, no dia a dia, nos comportamentos, as pessoas aderem a essa ética da conveniência. “Olha, eu até não faria, mas como é melhor pra mim...”, “Eu sei que não é certo ultrapassar o limite de velocidade, mas eu estava precisando...”, “Eu sei que não é certo não registrar a empregada doméstica que trabalha na minha casa, mas, se eu não fizer isso, eu não consigo...”
É a ética da conveniência, que é mais ou menos como falar “Eu sei que não devo fazer caixa dois para a política, mas, se eu não fizer, não consigo financiar a campanha”. E tem gente que adere à ética da conveniência, inclusive na família, na empresa, na escola, o que é coisa muito negativa.
A Ética maiúscula é a Ética da Vida Coletiva Digna, e se edifica no exercício da vida de cada um de cada uma, em nossas ações morais ou imorais e em nossas intenções sinceras ou cinicas; é fruto das escolhas. Mário Sérgio Cortella – filósofo e professor da USP

 

Especialista orienta sobre mudanças no Imposto de Renda 2018

 

Novas regras foram anunciadas no dia 23 de fevereiro; ainda não foi dessa vez a tão esperada atualização da tabela.

A Receita Federal anunciou no dia 23 de fevereiro, mudanças para o Imposto de Renda 2018 e a mais aguardada alteração, a atualização da tabela, não foi feita. De acordo com a Receita, não há previsão para que o reajuste aconteça neste ano. O vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro, Samir Nehme comenta: “Pelo terceiro ano o governo não atualiza a tabela e com isso as pessoas que ganham R$ 1.903,98 continuam sendo obrigadas a declarar o imposto. Se houvesse o reajuste da tabela, esse valor subiria para até R$ 3.556,56”, pontua Nehme.
A maior alteração para o IRPF 2018 é que este ano será exigido o CPF dos dependentes incluídos na declaração que tenham com oito anos ou mais. Até então essa obrigatoriedade era a partir dos 12 anos. E em 2019, acaba o limite de idade. A obrigatoriedade será para todos os dependentes, de qualquer idade. Além disso, a Receita Federal informou que, neste ano, o Programa Gerador de Declarações - PGD Dirf2018 vai pedir informações mais detalhadas sobre bens declarados, como endereço de imóveis, matrícula, IPTU, e data de compra, além do número do Renavam de veículos. Porém o contribuinte não será o obrigado a fornecer tais informações.
“É importante reunir todos os documentos desde já e não deixar essa tarefa para a última hora, já que é preciso fazer o lançamento de todos os rendimentos. O maior risco de cair na malha fina está na omissão, esquecer de declarar algum ganho. Para facilitar o trabalho de reunir documentos, a dica é criar uma pasta, com a inscrição ‘Imposto de Renda’ e nela colocar durante todo o ano os vários recibos de médicos, pagamentos de planos de saúde, notas fiscais, enfim tudo, de tudo o que é necessário constar na declaração. Há muita gente que não sabe nem mesmo o que pode deduzir", explica Nehme.
No dia 26 de fevereiro a Receita Federal liberou o programa para transmissão da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física 2017. O período de entrega das declarações começa em 1º de março e se estende até 30 de abril. Em 2018, a Receita espera receber 28,8 milhões de declarações, 340 mil a mais do que no ano passado.
Veja quais são os documentos necessários para fazer sua Declaração de Imposto de Renda com tranquilidade:
- Cópia da declaração do IR de 2017, impressa, arquivada na memória do computador, gravada em CD ou em pendrive;
- Informes de rendimentos das fontes pagadoras (para assalariados autônomos);
- Informe de rendimentos do INSS (para quem recebe benefícios previdenciários);
- Informes de rendimentos bancários;
- Informes de pagamento de contribuições a entidades de previdência privada;
- Recibos de despesas escolares dos dependentes ou do contribuinte (é preciso nome e CNPJ dos estabelecimentos);
- Recibos de aluguéis pagos/recebidos;
- Nome e CPF dos beneficiários de despesas com saúde;
- Nome e CNPJ de pagamentos a pessoas jurídicas como hospitais, planos de saúde, clínicas de exames laboratoriais, entre outros;
- Nome e CPF de beneficiários de doações/heranças e respectivo valor;
- Nome e CPF dos dependentes maiores de 8 anos;
- Nome e CPF de ex-cônjuges e de filhos para provar pagamento de pensão alimentícia;
- Dados do empregado doméstico com os recolhimentos das contribuições ao INSS;
- Escrituras ou compromissos de compra e/ou venda de imóveis, terrenos, adquiridos ou vendidos em 2017;
- Documento de compra e/ou venda de veículos; além de marca, modelo, placa e nome e CPF/CNPJ do comprador ou do vendedor;
- Documento de compra de veículos ou de bens por consórcios em 2017;
- Documentos sobre rescisões trabalhistas, com valores de salários, FGTS, entre outros;
- Título de Eleitor para quem for declarar pela primeira vez. Fonte: Segs

 

Certificado ICP-Brasil no portal de indenizações de planos econômicos 

 

Mais de um milhão de poupadores serão beneficiados com a correção de aplicações na poupança durante os planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991), segundo acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal – STF. 

Até abril deste ano, o portal unificado de pagamentos será disponibilizado pelos bancos no qual os advogados responsáveis por cada ação poderão cadastrar-se, receber honorários e encaminhar os pagamentos de seus clientes. Para acesso ao sistema, será necessário o uso do certificado digital da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. A criação do portal é fruto de entendimentos entre Advocacia-Geral da União (AGU), representantes de bancos e associações de defesa do consumidor.
“É necessário que o advogado faça a adesão à plataforma, porque ele possui o certificado digital que pode comprovar sua identidade. Assim, quando o pagamento for efetuado, o processo é localizado por meio desse certificado digital e automaticamente extinto”, explicou Estevan Pergoraro, advogado da Frente Brasileira pelos Poupadores – Febrapo.
O poupador não receberá nenhum login ou senha para consultar os pagamentos pelo portal, restando ao seu advogado o acompanhamento de todas as etapas. Os valores das correções ficarão disponíveis para saque pelo período de dois anos. O cronograma de pagamentos determina que os mais velhos têm prioridade para receber as indenizações antes e, depois, os mais jovens, além de que advogados e poupadores receberão honorários e correções separadamente. Fonte: ICP-Brasil

 

Seguro Pessoas registrou expansão de 10,90% em 2017

Seguros de pessoas movimentam R$ 34,53 bilhões em 2017 e registram expansão de 10,90%. Os seguros coletivos responderam por 77% do resultado e os individuais, contratados por pessoa física, 23%.

O mercado de seguros de pessoas, que inclui seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, fechou 2017 com R$ 34,53 bilhões em prêmios, resultado 10,90% superior na comparação com os R$ 31,13 bilhões registrados em 2016. O valor se refere ao montante pago pelos segurados para contratação de coberturas de seus riscos pessoais, de acordo com dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.
“O setor apresentou forte crescimento nominal em 2017 e o resultado demonstrou a resiliência do setor. Com a retomada do crescimento econômico, nossa expectativa é manter o ritmo de expansão, com mais brasileiros contratando seguros para proteção pessoal e familiar”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.
Os seguros coletivos de empresas oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, de sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados, responderam por 77% do total do resultado do segmento. Os seguros individuais, contratados por pessoa física, representaram 23,0%.
Segundo dados do balanço, as indenizações pagas aos segurados totalizaram R$ 8,67 bilhões. O valor é 1,9% menor em relação aos R$ 8,84 bilhões registrados no acumulado do ano anterior. Fonte: Fenaprevi

 

Comete crime quem finge ser Corretor de Seguros

 

Em tempos de recadastramento dos corretores de seguros, é importante que os segurados fiquem atentos para não levar gato por lebre. 

Como alertou dias atrás o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, a fragilidade do cadastro de corretores de seguros preocupa a Federação. Segundo ele, esse problema foi, inclusive, comprovado durante o recadastramento de corretores de seguros pessoas físicas, concluído em dezembro.
De acordo com Armando Vergílio, foram detectados, por exemplo, corretores de vida registrados como corretores “todos os ramos”. “O Sistema da Susep é ineficiente e abre preocupação que pode prejudicar os consumidores”, enfatizou em entrevista recente ao C q c s.
Para o presidente do Sincor-DF, Dorival Alves de Sousa, o momento demanda atenção de corretores e segurados. “A pessoa deve se precaver de todas as maneiras possíveis, principalmente neste momento político e econômico que vivemos”, destaca o dirigente, que explica: “A pessoa que promete algo e não tem condições de cumprir, e ainda se quiser se apropriar de algum valor do cliente, comete um crime. A minha sugestão para quem passar por uma situação como essa é procurar a delegacia mais próxima para registar a ocorrência e recorrer à Justiça para um processo de indenização e danos morais em cima da pessoa que se passar por corretor”. Fonte: CQCS

 

Dúvidas de Seguros

A vistoria prévia feita pela seguradora caracteriza aceitação do seguro pela seguradora?

Não. A vistoria prévia simplesmente significa a faculdade do segurador analisar o risco que se responsabilizará no caso de aceitação do seguro.

 

Saúde

Os mandamentos da atividade física

1- Não pratique exercícios em locais expostos à poluição, como avenidas movimentadas. Escolha horários com menos tráfego ou deixe para se exercitar em casa, numa esteira, por exemplo.
2- A regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física.
3- Fique atento à postura. Se você não se cuidar, todo o esforço com atividades físicas poderá ser em vão.
4- Seja paciente com seu corpo. Em um mês, você não vai recuperar o atraso de dez anos.
5- Evite exercitar-se em horários de calor excessivo, para não sofrer desidratação. Fonte: Bem Estar

 

Orientação Segura

O que te motiva?

As pessoas acreditam que motivação é sinônimo de um salário alto, mas as coisas que nos motivam são maiores do que isso. Desafios, obstáculos e objetivos são grandes exemplos de como a motivação pode estar bem separada do dinheiro. Essas coisas são essenciais para nos manter motivados a fazer um bom trabalho.
Confira três coisas que nos motivam no trabalho:
1. Ver o resultado dos nossos projetos nos incentiva a continuar fazendo um bom trabalho e, consequentemente, nos tornamos mais produtivos.
2. Projetos difíceis nos incentivam a superar os nossos próprios limites. Quanto mais difícil a tarefa for, mais incentivado a finalizá-la da melhor forma possível para alcançar nossos objetivos.
3. Receber um feedback positivo do seu chefe ou de um colega de trabalho faz você sentir que seu trabalho está sendo valorizado. Isso ajuda você a continuar motivado a fazer um bom trabalho.

 

Ação positiva

 

"Você não é obrigado a saber tudo, portanto, quando quiser saber sobre algo pergunte a quem realmente entenda." (Rafael Ivanhes)

Sub-categorias

EDIÇÃO nº 952 | 15/06/2018 EDIÇÃO nº 951 | 08/06/2018 EDIÇÃO nº 950 | 01/06/2018 EDIÇÃO nº 949 | 25/05/2018 EDIÇÃO nº 948 | 18/05/2018 EDIÇÃO nº 947 | 11/05/2018 EDIÇÃO nº 946 | 04/05/2018 EDIÇÃO nº 945 | 27/04/2018 EDIÇÃO nº 944 | 20/04/2018 EDIÇÃO nº 943 | 13/04/2018 EDIÇÃO nº 942 | 06/04/2018 EDIÇÃO nº 941 | 30/03/2018 EDIÇÃO nº 940 | 23/03/2018 EDIÇÃO nº 939 | 16/03/2018 EDIÇÃO nº 938 | 09/03/2018 EDIÇÃO nº 937 | 02/03/2018 EDIÇÃO nº 936 | 23/02/2018 EDIÇÃO nº 935 | 16/02/2018 EDIÇÃO nº 934 | 09/02/2018 EDIÇÃO nº 933 | 02/02/2018 EDIÇÃO nº 932 | 26/01/2018 EDIÇÃO nº 931 | 22/01/2018 EDIÇÃO nº 931 | 19/01/2018 EDIÇÃO nº 930 | 12/01/2018 EDIÇÃO nº 929 | 05/01/2017 EDIÇÃO nº 928 | 29/12/2017 EDIÇÃO nº 927 | 22/12/2017 EDIÇÃO nº 926 | 22/12/2017 EDIÇÃO nº 926 | 15/12/2017 EDIÇÃO nº 925 | 08/12/2017 EDIÇÃO nº 924 | 01/12/2017 EDIÇÃO nº 923 | 24/11/2017 EDIÇÃO nº 922 | 17/11/2017 EDIÇÃO nº 921 | 10/11/2017 EDIÇÃO nº 920 | 03/11/2017 EDIÇÃO nº 919 | 27/10/2017 EDIÇÃO nº 918 | 20/10/2017 EDIÇÃO nº 917 | 13/10/2017 EDIÇÃO nº 916 | 06/10/2017 EDIÇÃO nº 915 | 29/09/2017 EDIÇÃO nº 914 | 22/09/2017 EDIÇÃO nº 913 | 15/09/2017 EDIÇÃO nº 912 | 08/09/2017 EDIÇÃO nº 911 | 01/09/2017 EDIÇÃO nº 910 | 25/08/2017 EDIÇÃO nº 909 | 18/08/2017 EDIÇÃO nº 908 | 11/08/2017 EDIÇÃO nº 907 | 04/08/2017 EDIÇÃO nº 906 | 28/07/2017 EDIÇÃO nº 905 | 21/07/2017 EDIÇÃO nº 904 | 14/07/2017 EDIÇÃO nº 903 | 07/07/2017 EDIÇÃO nº 902 | 30/06/2017 EDIÇÃO nº 901 | 23/06/2017 EDIÇÃO nº 900 | 16/06/2017 EDIÇÃO nº 899 |09/06/2017 EDIÇÃO nº 898 | 02/06/2017 EDIÇÃO nº 897 | 26/05/2017 EDIÇÃO nº 896 | 19/05/2017 EDIÇÃO nº 895 | 12/05/2017 EDIÇÃO nº 894 | 05/05/2017 EDIÇÃO nº 893 | 28/04/2017 EDIÇÃO nº 892 | 21/04/2017 EDIÇÃO nº 891 | 14/04/2017 EDIÇÃO nº 890 | 07/04/2017 EDIÇÃO nº 889 | 31/03/2017 EDIÇÃO nº 888| 24/03/2017 EDIÇÃO nº 887 | 17/03/2017 EDIÇÃO nº 886 | 10/03/2017 EDIÇÃO nº 885 | 03/03/2017 EDIÇÃO nº 884 | 24/02/2017 EDIÇÃO nº 883 | 17/02/2017 EDIÇÃO nº 882 | 10/02/2017 EDIÇÃO nº 881 | 03/02/2017 EDIÇÃO nº 880 | 27/01/2017 EDIÇÃO nº 879 | 23/01/2017 EDIÇÃO nº 878 | 13/01/2017 EDIÇÃO nº 877 | 09/01/2017 EDIÇÃO nº 876 | 30/12/2016 EDIÇÃO nº 875 | 23/12/2016 EDIÇÃO nº 874 | 16/12/2016 EDIÇÃO nº 873 | 12/12/2016 EDIÇÃO nº 872 | 02/12/2016 EDIÇÃO nº 871 | 25/11/2016 EDIÇÃO nº 870 | 18/11/2016 EDIÇÃO nº 869 | 11/11/2016 EDIÇÃO nº 868 | 04/11/2016 EDIÇÃO nº 867 | 28/10/2016 EDIÇÃO nº 866 | 21/10/2016 EDIÇÃO nº 865 | 14/10/2016 EDIÇÃO nº 862 | 24/09/2016 EDIÇÃO nº 861 | 16/09/2016 EDIÇÃO nº 860 | 09/09/2016 EDIÇÃO nº 859 | 02/09/2016 EDIÇÃO nº 858 | 26/08/2016 EDIÇÃO nº 855 | 22/08/2016 EDIÇÃO nº 854 | 29/07/2016 EDIÇÃO nº 853 | 22/07/2016 EDIÇÃO nº 852 | 15/07/2016 EDIÇÃO nº 851 | 08/07/2016 EDIÇÃO nº 850 | 01/07/2016 EDIÇÃO nº 849 | 24/06/2016 EDIÇÃO nº 848 | 17/06/2016 EDIÇÃO nº 847 | 10/06/2016 EDIÇÃO nº 846 | 03/06/2016 EDIÇÃO nº 845 | 27/05/2016 EDIÇÃO nº 844 | 20/05/2016 EDIÇÃO nº 843 | 13/05/2016 EDIÇÃO nº 842 | 06/05/2016 EDIÇÃO nº 841 | 29/04/2016 EDIÇÃO nº 840 | 22/04/2016 EDIÇÃO nº 839 | 15/04/2016 EDIÇÃO nº 838 | 08/04/2016 EDIÇÃO nº 837 | 01/04/2016 EDIÇÃO nº 836 | 25/03/2016 EDIÇÃO nº 835 | 19/03/2016 EDIÇÃO nº 834 | 11/03/2016 EDIÇÃO nº 833 | 04/03/2016 EDIÇÃO nº 832 | 26/02/2016 EDIÇÃO nº 831 | 18/02/2016 EDIÇÃO nº 830 | 12/02/2016 EDIÇÃO nº 829 | 05/02/2016 EDIÇÃO nº 828 | 29/01/2016 EDIÇÃO nº 827 | 22/01/2016 EDIÇÃO nº 826 | 15/01/2016 EDIÇÃO nº 825 | 08/01/2016 EDIÇÃO nº 824 | 01/01/2016 EDIÇÃO nº 823 | 25/12/2015 EDIÇÃO nº 822 | 18/12/2015 EDIÇÃO nº 821 | 11/12/2015 EDIÇÃO nº 820 | 04/12/2015 EDIÇÃO nº 819 | 27/11/2015 EDIÇÃO nº 818 | 20/11/2015 EDIÇÃO nº 817 | 13/11/2015 EDIÇÃO nº 816 | 06/11/2015 EDIÇÃO nº 815 | 30/10/2015 EDIÇÃO nº 814 | 23/10/2015 EDIÇÃO nº 813 | 16/10/2015 EDIÇÃO nº 812 | 09/10/2015 EDIÇÃO nº 811 | 02/10/2015 EDIÇÃO nº 810 | 25/09/2015 EDIÇÃO nº 809 | 18/09/2015 EDIÇÃO nº 808 | 11/09/2015 EDIÇÃO nº 807 | 04/09/2015 EDIÇÃO nº 806 | 28/08/2015 EDIÇÃO nº 805 | 21/08/2015 EDIÇÃO nº 804 | 14/08/2015 EDIÇÃO nº 803 | 07/08/2015 EDIÇÃO nº 802 | 31/07/2015 EDIÇÃO nº 801 | 24/07/2015 EDIÇÃO nº 800 | 17/07/2015 EDIÇÃO nº 799 | 10/07/2015 EDIÇÃO nº 798 | 26/06/2015 EDIÇÃO nº 797 | 19/06/2015 EDIÇÃO nº 796 | 12/06/2015 EDIÇÃO nº 795 | 05/06/2015 EDIÇÃO nº 794 | 29/05/2015 EDIÇÃO nº 793 | 22/05/2015 EDIÇÃO nº 792 | 15/05/2015 EDIÇÃO nº 791 | 07/05/2015 EDIÇÃO nº 790 | 01/05/2015 EDIÇÃO nº 788 | 17/04/2015 EDIÇÃO nº 787 | 10/04/2015 EDIÇÃO nº 786 | 03/04/2015 EDIÇÃO nº 785 | 27/03/2015 EDIÇÃO nº 784 | 20/03/2015 EDIÇÃO nº 781 | 20/02/2015 EDIÇÃO nº 779 | 06/02/2015 EDIÇÃO nº 778 | 30/01/2015 EDIÇÃO nº 777 | 23/01/2015 EDIÇÃO nº 776 | 16/01/2015 EDIÇÃO nº 775 | 09/01/2015