EDIÇÃO nº 939 | 16/03/2018

EDIÇÃO nº 939 | 16/03/2018

A melhor forma de se tornar especialista é errando

 

A cada novo erro estamos mais pertos de encontrar o jeito certo. Para se tornar um especialista em qualquer ramo, aceite e ultrapasse seus erros.

Existe uma história de que Thomas Edson, inventor da lâmpada, foi convidado por seu patrocinador a interromper suas experiências. Thomas então respondeu que já conhecia muitas maneiras de como não fazer uma lâmpada e que estava mais próximo do seu invento do que nunca. Ele acreditava que errar era a possibilidade de acertar na próxima tentativa.
Se a história é verdadeira ou não, o que importa é termos essa percepção de que o erro é só o caminho para chegarmos mais próximos dos acertos. A maioria das coisas que aprendemos de verdade são aquelas que vivemos por experiência de tentativa e erro.
Não é a toa que os maiores especialistas em seu ramo são pessoas que trabalham há mais tempo. Quanto mais experiências acumulamos, mais atentos ficamos para encontrar soluções para as novas situações que aparecem. Se isso é tão natural para nós quando somos crianças, porque criamos uma resistência tão grande ao erro com o passar dos anos?
Nenhum dos grandes especialistas de qualquer ramo chegou ao topo sem cometer erros. Nomes que hoje são reconhecidos por todo o mundo passaram por desafios gigantescos e aprenderam a se reerguer a partir daí.
Steve Jobs é um deles. Por conta de um conflito de ideias, foi expulso da Apple em 1985. A empresa que hoje é uma das marcas mais valiosas do mercado quase chegou ao fracasso nesse período. No começo da década de 1990, vários lançamentos da Apple foram grandes fiascos. Dos 100 mil produtos fabricados, apenas 42 mil foram vendido
Aos 20 anos, Walt Disney fundou a própria companhia cinematográfica, a Laugh-O-grams. O problema era que, por conta da sua exigência na qualidade dos lançamentos, ele não conseguia cumprir os prazos com os distribuidores e suas produções acabavam por dar prejuízo. Sua empresa faliu e Disney chegou a dever 15 mil dólares a 43 credores. Passar disso para uma fortuna de mais de 1 bilhão de dólares é resultado de um longo processo de tentativa e erro.
Quem quer começar um novo projeto precisa abraçar seus fracassos. Muitos erros acabam se tornando oportunidades, novas chances para começar do zero, olhando por outra perspectiva. Adriano Meirinho - especialista em marketing

 

Dez direitos que o consumidor tem e não sabe

 

Você sabia que todo produto ou serviço tem garantia legal de 90 dias? Ou que você pode bloquear o serviço de telemarketing e não ser mais incomodado? Ou que pode se arrepender e devolver aquela compra pela internet?

O advogado especialista em Direito do Consumidor, Sérgio Tannuri, lista 10 direitos que o cidadão nem sabe que tem, mas que são essenciais no dia a dia.
1. Cobrança indevida deve ser devolvida em dobro: Quem é alvo de alguma cobrança indevida pode exigir que o valor pago a mais seja devolvido em dobro e corrigido. A regra consta do artigo 42 do CDC.
2. Nome deve ser limpo até cinco dias após pagamento da dívida - Uma decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que, depois que o consumidor paga uma dívida atrasada, o nome dele deve ser retirado dos órgãos de proteção ao crédito em no máximo cinco dias. O prazo deve ser contado a partir da data de pagamento;
3. Bancos devem oferecer serviços gratuitos - o consumidor não é obrigado a contratar um pacote de serviços no banco. Isso porque as instituições financeiras são obrigadas a oferecer uma quantidade mínima de serviços gratuitamente, como o fornecimento do cartão de débito, a realização de até quatro saques e duas transferências por mês e o fornecimento de até dois extratos e dez folhas de cheque mensais;
4. Não existe valor mínimo para compra com cartão –não pode ser exigido um valor mínimo para o consumidor pagar a compra com cartão. Segundo o Idec e o Procon, se a loja aceita cartão como meio de pagamento, deve aceitá-lo para qualquer valor;
5. Você pode suspender serviços sem custo - O consumidor tem o direito de suspender, uma vez por ano, serviços de TV a cabo, telefone fixo e celular, água e luz sem custo. Mas depois o cliente precisará pagar pela religação;
6. Toda loja deve expor preços e informações dos produtos - Artigo 6, parágrafo terceiro do CDC: a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;
7. Fornecedor deve responder por defeitos de fabricação até mesmo fora do período de garantia - Segundo o CDC, os fornecedores respondem pelos defeitos de qualidade ou quantidade que tornem produtos inadequados ao consumo ou diminuam seu valor. A lei proíbe que o contrato atenue ou exonere o fornecedor de responder pelo problema.
8. Em nenhuma hipótese o cliente pode ser forçado ao pagamento de multa por perda de comanda - Essa prática é ilegal e o consumidor deve pagar apenas o valor daquilo que consumiu. O estabelecimento não pode impor ao consumidor qualquer taxa ou multa pela perda da comanda;
9. Consumação mínima é uma prática abusiva - Segundo o CDC, em seu artigo 39, inciso I, é vedado o fornecimento de produto ou serviço condicionado à compra de outro produto ou serviço, o que normalmente é chamada venda casada. Nestes termos, é abusivo e ilegal um estabelecimento obrigar a alguém consumir, seja em bebida ou em comida, um valor mínimo, exigido previamente como condição de entrada/permanência no estabelecimento, ou então, exigir o pagamento mesmo sem ter consumido qualquer produto.
10. Todo cidadão tem, gratuitamente, os seguintes direitos: de fazer um pedido ao juiz, ao governador, ao prefeito, ao deputado, ao vereador, ou a qualquer tipo de autoridade, para defender nossos direitos; e de retirar certidões em repartições públicas, para a defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse de cada um. Fonte: Segs

 

Como e quando levar minha empresa para o universo digital

 

A automatização, ou migração para o digital, já é uma realidade para empresas de todos os portes e segmentos. No entanto, sabemos que nem todas se adequaram a isso ainda, embora não faltam motivos para que se migre. Hoje, no Brasil, temos 139 milhões de usuários de internet, 122 milhões de usuários de redes sociais e 239 milhões de usuários de dispositivos mobile. Qualquer negócio depende do mercado, e este já está na era digital.

Ficar de fora é condenar sua empresa à morte, de forma progressiva, e acelerada exponencialmente. Mas por onde começar? Muitas empresas nasceram e viveram por décadas, antes da revolução digital, e isso pode criar certas ilusões de que mudar não é necessário. As vantagens são imensas. Podem existir até barreiras de conhecimento e qualificação, mas não existem desvantagens. Só que há, certamente, a relutância de alguns empresários, algo de caráter muito mais comportamental do que prático.
Respondendo à pergunta do título, o quando, pode ser respondido simplesmente com: agora! Já não vale protelar a migração. É tudo muito rápido e muito mais simples se tirarmos o medo de mudança da nossa frente. Entretanto, podem faltar recursos. Pode haver fatores que atrasam o processo. O que mais determina isso como imprescindível, a meu ver, é seus concorrentes já terem migrado e seu mercado não aceitar mais o analógico.
Se houver concorrentes grandes atuando no digital, o segmento deve estar demandando a digitalização - e isso quer dizer que em breve você perderá clientela. É bom estar em grupos de discussão, acompanhar notícias, inclusive as de tecnologia. Isso permite que, como empresário, se tenha insights do que o mercado está pedindo.
A digitalização está dividida em dois grandes grupos, o interno, que inclui a parte de operações e gestão, e o externo, que inclui marketing e vendas, quem faz a ponte com o cliente. Se a venda da empresa não está boa, não vale a pena investir em operação. Porém, se as vendas estão estáveis, mas o volume de dados está tomando tempo e dinheiro, não vale se focar em automação dos fatores externos, por exemplo.
O interno cobre processos do dia a dia. Automatização de softwares de gestão, de contabilidade, de pagamentos, digitalização de documentos e até de processos cotidianos. Informatizar a empresa permite maior controle sobre o que acontece nela, seja no aspecto financeiro ou mesmo na operação. É algo que oferece agilidade para lidar com mais clientes e deixa a empresa pronta para se desenvolver e melhor aproveitar o que já possui. Melhor ainda, vai fornecer dados para tomar boas decisões em gestão.
O externo cobre um site responsivo, campanhas de divulgação na internet, automação de marketing, CRM, e-commerce, dentre outras coisas que irão modernizar a parte de contato com o cliente. Seu maior objetivo é expandir o alcance da sua mensagem, ampliando potencial de vendas e permitindo maior entrada de caixa. É tão crucial e estratégico quanto a digitalização interna.
Se antes era preciso contratar empresas de softwares e desenvolver programas específicos para cada necessidade, demandando grandes investimentos, hoje já é possível encontrar sistemas padronizados, que atendem as demandas de uma boa parte das empresas. Falta de recurso não serve mais como desculpa para não digitalizar processos.
Se dinheiro não é o problema, a dificuldade maior está na barreira psicológica. Aquela velha máxima de que “sempre foi assim e deu certo”, simplesmente não pode mais ser aceita. Por mais que os colaboradores, e até mesmo os empresários, tenham dificuldades para lidar com a tecnologia, é preciso que todos estejam abertos a aprender e incluir o uso desses sistemas no dia a dia.
Cabe ressaltar que, se esses programas não forem adotados e alimentados corretamente por todos, certamente não serão eficazes. Para vencer a resistência e dificuldades, além de cursos e treinamentos, pode-se lançar mão de abordagens como o coaching, que tende a trabalhar questões de cunho comportamental.
Independentemente de qual for a maior necessidade de digitalização da sua empresa, os recursos que ela tem disponível ou o empenho da equipe em adotá-los, trata-se de um caminho sem volta. O mundo já é digital e, ficar de fora significa perder mercado e, talvez, nem sobreviver. Cabe ao responsável pela empresa, seja ele o dono ou presidente, buscar alternativas para fazer essa transição de modo tranquilo e eficaz. Felizmente, opções não faltam. Basta foco e uma boa dose de empenho de todos para que os benefícios logo apareçam. Fonte: Segs

 

Seguro de vida arrecada R$ 13,69 bilhões em prêmios

Pela primeira vez, o seguro de vida ultrapassou o de automóvel no volume de prêmios, registrando um avanço de 10,8% sob 6,7% em 2017. A arrecadação do segmento foi de R$ 13,69 bilhões, crescendo 4,48% na comparação com o ano anterior.

De acordo com levantamento da FenaPrevi, o ramo de pessoas teve um excelente desempenho no ano passado. O seguro prestamista teve avanço de 23,42%, o seguro viagem de 22,62% e o seguro educacional um crescimento de 13,24%.
“O setor apresentou forte crescimento nominal em 2017 e o resultado demonstrou a resiliência do setor. Com a retomada do crescimento econômico, nossa expectativa é manter o ritmo de expansão, com mais brasileiros contratando seguros para proteção pessoal e familiar”, diz Edson Franco, presidente da entidade. Fonte: Sincor SPO texto determina a conciliação nesses casos, o que, segundo especialistas, funciona como sistema da falência para pessoa física (existente em outros países), obrigando os credores a renegociar com o devedor, sob pena de perderem o direito de cobrar a dívida.

Se for aprovado, esse projeto será uma ‘revolução’ para o consumidor. As empresas credoras ficarão obrigadas a criar um plano para o devedor e renegociar as suas dívidas. As que não fizerem isso perderão o direito de cobrar”, afirma o professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas e membro da comissão de Direito do Consumidor da OAB-RJ, Gustavo Kloh. Ele explica que a falência é diferente da insolvência civil, que já existe, mas que não obriga o credor a fazer o plano de pagamento.

Segundo o especialista, atualmente, a renegociação de dívidas é estimulada pelas empresas de proteção de crédito, como a Serasa e a SPC. Mas não há lei que determine isso para evitar o superendividamento. O texto restringe ainda a oferta de crédito e proíbe alguns termos, como “sem juros”, “taxa zero” e “sem acréscimo” em publicidade de oferta de crédito. “A prática de oferecer crédito ao negativado é temerária e geradora de risco ao consumidor, causando o superendividamento”, alertou o especialista.

Fonte: Jornal O Dia

 

Seguro transporte passa a ser cada vez mais necessário

 

Não é novidade para ninguém que os profissionais que precisam fazer transporte de cargas vêm sofrendo em todo o Brasil. O roubo de cargas no estado do Rio de Janeiro bateu recorde em 2017. Houve aumento de 7,3% no número de ocorrências. Isso significa que o estado registrou cerca de 10.599 roubos, uma média de 29 casos por dia.

A situação no Rio de Janeiro é a mais emblemática, mas não significa que no restante do país o roubo de carga e outros problemas envolvendo o transporte de mercadorias não aconteçam. Dadas as dimensões territoriais do Brasil, cada vez mais o seguro de transportes, apesar de facultativo ao dono da carga, torna-se obrigatório para o empresário. Seja o transporte nacional ou internacional, é de extrema importância buscar proteção contra prejuízos que podem atingir bens e mercadorias.
Ao contratar um Seguro Transporte, o empresário garante proteção contra colisão, tombamento ou capotagem; roubo ou desaparecimento de carga; incêndio, raio ou explosão; inundação; desmoronamento; queda de aeronave; despesas vinculadas ao transporte; lucros esperados com a comercialização; assistência à carga e guincho. Fonte: Segs

 

Dúvidas de Seguros

A vistoria prévia feita pela seguradora caracteriza aceitação do seguro pela seguradora?

Não. A vistoria prévia simplesmente significa a faculdade do segurador analisar o risco que se responsabilizará no caso de aceitação do seguro.

 

Saúde

Sinais e sintomas do câncer de próstata 

O câncer de próstata em estágio inicial geralmente não causa sintomas, enquanto em estágio avançado pode causar alguns, por exemplo: micção frequente, fluxo urinário fraco ou interrompido, impotência, vontade de urinar frequentemente à noite, sangue no líquido seminal. Ainda, dor ou ardor durante a micção, fraqueza ou dormência nas pernas ou pés, perda do controle da bexiga ou intestino devido a pressão do tumor sobre a medula espinhal.
Se a doença se disseminou, o homem pode apresentar sintomas como dor nas costas, quadris, coxas, ombros ou outros ossos. Mas doenças benignas da próstata, como hiperplasia prostática também causam os mesmos sintomas. Dessa forma, é importante manter o médico informado sobre qualquer um desses sintomas para que a causa seja diagnosticada e tratada de imediato.
Fonte: Oncoguia.org

 

Orientação Segura

Não acredite só porque ouviu

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.
Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão,
e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o. Buda 

 

Ação positiva

 

"Quando se deixa dominar por preconceitos, todos os seus sentimentos naturais são pervertidos." David Hume

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