EDIÇÃO nº 942 | 06/04/2018

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Finanças e empreendedorismo: uma dupla perfeita

 

Segundo o IBGE, 60% das empresas no Brasil fecham antes de completar 5 anos e, um dos principais motivos, é a má gestão financeira. Estes três passos efetivos e de fácil implementação podem ajudar a colocar as contas em dia e potencializar os resultados do seu negócio. Confira:

1- Separar as contas- Agora acabou a desculpa. Blocos coloridos e anotações. É bem comum ver o empresário utilizar a mesma gaveta para receber e pagar contas pessoais e da empresa. Esse ato gera a incerteza de quanto a empresa realmente fatura e gasta, e qual valor de retirada mensal o proprietário ou sócios fazem mensalmente. Mas isso é fácil de resolver.

Pegue uma caneta, separe dois blocos adesivos (post-it) de cores diferentes, adicione uma dose de disciplina e pronto! E já que o dinheiro está todo no mesmo lugar faça o seguinte:

Escolha uma cor (amarelo, por exemplo) e todo dinheiro que você for pegar para comprar algo pessoal, anote o valor e ao que se refere. Por exemplo: use uma folha do bloco amarelo e escreva R$ 50,00 - farmácia/remédio para as crianças. Em outra folha amarela escreva R$ 30,00 - cinema. Numa outra, anote R$ 20,00 - lanche para a escola, e assim por diante.

E com outra cor (azul, por exemplo) escreva os recursos destinados à empresa: R$ 200,00 - matéria prima; R$ 100,00 - impostos; R$ 500,00 - adiantamento de funcionário, etc.Ao final do dia, você saberá exatamente quanto saiu para as contas pessoais e o que foi destinado para a empresa.

2- Fluxo de caixa - Uma planilha bem simples é o suficiente. Após ter separado as contas pessoas e profissionais, é hora de planejar fazendo uma planilha de contas a pagar e contas a receber, para identificar aonde o dinheiro está indo.

A planilha pode ser feita no Excel, com 5 colunas: data, ocorrência, entrada, saída e saldo. Faça uma previsão das entradas diárias (vendas à vista e recebimentos a prazo) e das contas dia a dia que terá que pagar. Faça um planejamento de 30 dias para esta planilha. Isso será um raio x financeiro da sua empresa, ou seja, você saberá o quanto terá que pagar e o quanto irá receber e a planilha já calcula automaticamente o saldo diário.

E se você verificar na planilha, por exemplo, que daqui a 10 dias vai faltar dinheiro para pagar as contas, o que pode ser feito? Sabedor da necessidade de recurso financeiro, você pode criar alguma promoção para incremento das vendas e ofertas para pagamento à vista. E, se mesmo assim não conseguir, você saberá exatamente quanto de capital de giro vai precisar ao procurar uma instituição financeira.

3- Capital de giro - É o capital necessário para financiar a continuidade das operações da empresa ou para a expansão daquele negócio, ou seja, quanto a empresa precisa de recurso financeiro para pagar as contas e manter as portas abertas.

 

Por exemplo, num mês em que o faturamento cair ou se você vender muito a prazo, como fará para pagar as contas no vencimento? Se for preciso comprar novos móveis ou instalar um ar condicionado, também será necessário um recurso financeiro extra.

Com esses dados em mãos, é possível saber exatamente quanto o dono da empresa está retirando por mês, e ainda permitirá tomar as decisões mais assertivas para o negócio decolar. Lembre-se, ainda, que a ligação entre o planejamento e a disciplina costuma ser o elo entre o desejo e sonho de sucesso realizado. 

 

Por que investir em seguro garantia

 

Optar pelo seguro garantia pode reduzir dores de cabeça em caso de não cumprimento de contratos.

Grandes e médias empresas têm encontrado no seguro garantia uma forma mais segura e econômica de assegurar o descumprimento de contratos por prestadores de serviços. Com menos burocracia, os benefícios dessa modalidade tornam a opção mais atraente e popular comparado a outros tipos de garantias, principalmente no cenário de crise que o país vem enfrentando nos últimos dois anos.
Antoine Maleh, gerente de contas da Tailor Insurance, classifica o papel da seguradora, neste caso, como de "fiador" em um contrato. Isso implica que, no caso do contratante/tomador(parte que contratou o seguro) deixar de cumprir com suas obrigações contratuais, a seguradora garantirá indenizações ao segurado (beneficiário da apólice), respeitando todos os limites ou valores fixados no contrato de prestação até o final de sua vigência.
Para quem busca esse serviço, no entanto, é necessário estar preparado para comprovar a saúde financeira da empresa. Somente após esta análise que a seguradora poderá definir qual limite será disponibilizado ao contratante/tomador.
Antoine Maleh explica que o princípio disso funciona da mesma forma que solicitar um crédito no banco: é necessário apresentar provas consistentes de que você tem condições e garantias de pagar por ele, através de suas informações financeiras, extrato de conta, IR, entre outros. Na maioria das vezes, empresas sem faturamento, que não possuem ativos ou estão passando por dificuldades financeiras, é normal que estes não consigam a aprovação de 100% do limite necessário.
Por esse motivo não é possível pré-definir com exatidão qual é o custo de um seguro garantia. Entre outros quesitos, o valor sempre dependerá principalmente da saúde financeira do tomador (empresa ou pessoa física que contrata a apólice).
Diferenças de outros seguros - Enquanto em um seguro de automóvel a seguradora absorve os prejuízos de um sinistro, no seguro garantia sempre será cobrado do tomador os prejuízos de indenização ao segurado pela seguradora. Isso é feito por meio de um contrato acessório no momento da contratação – chamado de Contrato de Contra Garantia (CCG). "Se o tomador não ressarcir a seguradora pelas indenizações destes sinistros, ela poderá executar o CCG e apropriar-se de bens e ativos do tomador até reaver o valor devido", ressalta Maleh.
Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem fazer uso do seguro garantia, incluindo as instituições públicas. A única restrição fica vinculada apenas à saúde financeira dos requerentes. Sendo assim, se houver a possibilidade de comprovar a garantia do pagamento à seguradora, é possível contratar esse serviço.
Para as empresas, essa é a melhor forma de evitar um desembolso de capital para caucionar garantias– tornando mais viável assumir novos contratos, uma vez que a contratação de uma apólice favorece na preservação de caixa e capital de giro.
O principal benefício apontado pelas empresas a respeito do seguro garantia é, precisamente, o baixo valor comparado a carta fiança ou a caução em dinheiro. No entanto, o valor que deve ser pago não é a única vantagem desse serviço.
Seguindo o caminho contrário das cartas de fiança – que devem ser anuais, e implicam também em taxas renegociadas ao serem renovadas, o seguro garantia tem um prazo que acompanha a vigência do contrato. Ou seja, você tem um valor pré-definido por um maior tempo, diminuindo o trabalho de renegociações durante todo esse período.
Ao optar por uma fiança, ao invés do seguro garantia, o gasto pode ser muito maior. Isso acontece porque, além de toda a burocracia, os bancos exigem uma conta de salários, recolhimento de impostos e aplicações. Isso deixa o valor final da fiança bancária muito elevado em comparação ao valor do seguro garantia. Além disso, o seguro não traz danos negativos ao balanço das empresas, enquanto os valores de fiança são abatidos do limite que é concedido pelo banco.
Fonte: Revista Exame 

 

Certificado Digital será obrigatório

 

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão vai simplificar os procedimentos de cadastro no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores – SICAF para torná-lo totalmente digital. 

Até junho de 2018 todos fornecedores deverão adquirir certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil para participar das licitações do Governo Federal. Os dados cadastrais dos fornecedores serão obtidos nas bases do governo.
As informações complementares deverão ser preenchidas e os documentos de habilitação inseridos no sistema. A autenticação será realizada no Portal Brasil Cidadão com o certificado digital ICP-Brasil, dando fim a necessidade de se dirigir a uma das unidades cadastradoras. Fonte: Segs

 

Apenas uma em cada quatro empresas contrata seguro incêndio

Apenas uma em cada quatro empresas brasileiras contrata seguro contra incêndio, revela o Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo. 

Segundo a entidade, o pouco conhecimento sobre o seguro, a baixa oferta do produto e a falta de fiscalização são motivos para a baixa adesão. Apesar disso, é um mercado que movimenta cerca de R$ 2 bilhões. Cinco seguradoras concentram aproximadamente 60% desse mercado.
Fonte: Revista Cobertura Mercado de Seguros

 

Vendedor, você atende às necessidades do seu cliente?

 

O que leva um cliente a buscar um produto? A resposta é simples: é a premissa básica de um desejo, algo tão profundo que vira um problema real e precisa ser atendido. O psicólogo norte-americano Abraham Maslow, em sua teoria “A Pirâmide da Hierarquia de Necessidades de Maslow”, criada na década de 1950, explica bem as necessidades humanas, inclusive as relacionadas ao consumo.

De acordo com ele, as necessidades das pessoas são divididas em cinco partes: fisiológicas básicas; de segurança; sociais; de autoestima; e de autorrealização. Com base nessa ordem pré-estabelecida, podemos perceber que os indivíduos são movidos a ter ações que supram os seus desejos. Ao compreender esse contexto e trazê-lo para o mundo das vendas, entendemos que os clientes vão à busca de um produto impulsionados por uma necessidade - e, geralmente, eles não têm consciência disso.
Vou exemplificar com uma necessidade social: ao entrar em uma loja esportiva, a pessoa vai atrás de um determinado tipo de tênis, olha quais são suas indicações e questiona o vendedor sobre suas funcionalidades. O “X da questão”, no entanto, não está no produto em si, mas no simples fato de que, ao tê-lo em mão, o cliente já tem a sensação de ser um atleta, de pertencer a uma tribo. Todo esse processo nada mais é que a construção de um desejo, o qual provoca uma compra.
Agora, imagine que o cliente está ansioso para satisfazer a sua necessidade e, ao chegar à loja, não encontra o modelo ou número de tênis que deseja. Qual o tamanho da decepção? O quanto isso ficará registrado em sua memória emocional? É importante entender que o nosso cérebro evita o que é negativo. Ou seja, ao não encontrar o que procura, é bem provável que a pessoa não volte ao estabelecimento, simplesmente, por não ter tido um desejo atendido.
Assim, para evitar o desapontamento do cliente, quando não tem o tênis solicitado, o bom profissional pode indicar outros produtos que atendam às reais necessidades do consumidor e, dessa forma, ajudá-lo a ingressar em sua nova e desejada tribo. Outra solução é ativar outros desejos que possam ser satisfeitos com os produtos disponíveis em estoque. Afinal, como já dizia Adam Smith, o pai da economia moderna, “as necessidades humanas são infinitas”.
Portanto, é fundamental que haja um preparo extremo e o estabelecimento não deve se concentrar apenas na vitrine, que não pode – em hipótese nenhuma – fazer propaganda enganosa, mas, principalmente, no treinamento dos vendedores. Afinal, eles são os responsáveis por garantir o bom atendimento, por identificar qual, de fato, é a necessidade do cliente que acaba de entrar pela porta. Fonte: Segs

 

Dúvidas de Seguros

A vistoria prévia feita pela seguradora caracteriza aceitação do seguro pela seguradora?

Não. A vistoria prévia simplesmente significa a faculdade do segurador analisar o risco que se responsabilizará no caso de aceitação do seguro.

 

Saúde

Falsos alimentos saudáveis

Quantas vezes compramos um alimento pensando nele como um aliado para uma alimentação equilibrada? O problema é que muitas vezes esses são os falsos alimentos saudáveis! Juliana Mauri, nutricionista, cita 5 alimentos que nem sempre são uma boa opção para o seu cardápio.
Queijo branco - É um falso alimento saudável. Rico em gorduras, deve ser consumido com moderação. Uma alternativa é substituí-lo por ricota ou cottage.
Chocolate diet - Possui mais gordura do que a versão normal, porque é indicado para indivíduos com diabetes e mesmo assim deve ser consumido com moderação.
Bolacha de água e sal - Além de dar menos saciedade, ela tem maior quantidade de gordura – quanto mais crocante maior a quantidade de gordura.
Barrinha de cereal - São ricas em açúcar e carboidratos e contém poucas fibras. Fique atento ao rótulo! O ingrediente que aparece primeiro é aquele encontrado em maior quantidade.
Sopas prontas - As sopas industrializadas estão no topo dos falsos alimentos saudáveis. A sopa pronta é rica em sódio. Algumas podem até ultrapassar a quantidade de sódio que deve ser ingerido por dia. Evite esse alimento e prepare uma sopa em casa mesmo! Fonte: Revista Viva Saúde

 

Orientação Segura

Daqui 20 anos é agora

Quando somos jovens, 20 anos parecem uma eternidade. Mas passam num estalar de dedos. Quando você entende a brevidade do tempo, faz mais sentido aquela frase: “Seu futuro está sendo decidido neste exato instante pelas escolhas que você acabou de tomar”.
Quando entendemos a brevidade do tempo, percebemos que o futuro não é um lugar tão distante assim, mas um lugar mais perto do que imaginávamos. Felizes são aqueles que descobrem isso ainda no presente. Porque, depois que o futuro chega, não é mais possível voltar atrás e refazer as antigas escolhas equivocadas.
Você colhe o que planta. Você está colhendo o que plantou no passado ou o que seus antepassados plantaram. Além disso, está plantando o que colherá daqui a pouco, num estalar de dedos: o futuro.
O plantio é opcional. Você tem o poder de escolher o que plantar. No entanto, a colheita é obrigatória. Ou seja, não adianta chorar e babar até sair meleca do nariz. Vai colher e ponto. Essa é a regra do jogo da vida.
Portanto, a hora é agora. É nesta semana. Seu futuro, seus filhos, as próximas gerações clamam por suas escolhas neste exato momento. Uma coisa é certa: daqui a 20 anos começa agora.
Fonte: Geração de Valor

 

Ação positiva

 

"Se a ideia é boa, sobreviverá à derrota; se ela é mesmo boa, pode sobreviver até à vitória." Stephen Vincent Benét

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