EDIÇÃO nº 955 | 06/07/2018

EDIÇÃO nº 955 | 06/07/2018


Tempo é vida, não o desperdice

 

            Quem já não teve a sensação de que, por mais corrido que tenha sido o dia de trabalho, deixou de cumprir uma ou outra tarefa por absoluta falta de tempo? Quantas vezes nos queixamos de não termos tido tempo para conviver mais com os familiares e os amigos? Sem contar aquela velha falta de tempo para ginástica, leitura, ida ao cinema e várias outras atividades sempre colocadas em segundo plano.

            A boa notícia é que é possível reverter essa loucura. O primeiro passo é conscientizar-se de que o tempo já está definido e que não temos como interferir sobre isso. Por outro lado, cada um é livre para manejar sua própria vida, mudando hábitos, por exemplo.

            É possível tornar o trabalho mais produtivo, utilizando estratégias desde as mais simples como: diminuir pequenos vícios (cafezinhos, papos de corredor, preciosismos), adquirir novos hábitos (registrar compromissos em uma agenda, concentrar reuniões mais curtas para uma mesma tarde) e até mesmo reduzir ou eliminar atitudes que são válvula de escape para problemas reais e que consomem tempo excessivo (Internet, celular, compras, reuniões intermináveis).

            O ideal, porém, é termos uma visão mais ampliada da gestão do tempo. Precisamos ter mais poder sobre o tempo e sobre a nossa própria vida. Afinal, o dia tem 24 horas para todos e isso não vai mudar. A combinação de plena consciência e plena determinação reflete-se no poder pessoal e através dele é possível realizar quantas mudanças forem necessárias para uma VIDA PLENA.

            Para obter este poder sobre a própria vida, existem seis dicas que, se seguidas, podem garantir uma melhor gestão do tempo. A primeira diz respeito ao autoconhecimento. As pessoas precisam se conhecer melhor. Um exercício é perguntar a si mesmo o que faria se pudesse mudar algo em sua vida para aumentar significativamente sua felicidade.

            A segunda questão enfatiza a identificação de prioridades. Estabeleça metas relevantes ao invés de uma longa e inatingível lista. Traçados os objetivos, estabeleça prazos para cumpri-los. Depois de definir metas com clareza, o objetivo é dar foco. Às vezes, é necessário fazer uma coisa de cada vez. Outro ponto importante é identificar com clareza os desperdiçadores de tempo e livrar-se deles. Para ganhar tempo é fundamental também saber dizer “não”, mas com assertividade. A última dica diz respeito à determinação. É necessário manter-se determinado para conseguir gerenciar melhor o tempo. Não há como prever todos os contratempos ou fatos inesperados. Entretanto, é mais fácil lidar com essas variáveis quando se controla o que já estava programado.

            Hoje, paradigmas geram, por parte dos executivos, um desperdício do precioso tempo. Alguns deles: “não ter tempo é chique”, “ser estressado é chique”, “tempo é dinheiro, e dinheiro é sucesso, e sucesso é felicidade (exatamente nesta sequência)”, “fazer muitas coisas ao mesmo tempo é sinal de inteligência e sucesso (e não de falta de foco)”, “para ter sucesso é necessário estar absolutamente informado sobre tudo o tempo todo”. Esses paradigmas precisam ser desconstruidos e reinterpretados. Precisamos gastar as nossas energias conscientemente, de acordo com nossas escolhas, objetivos, forças e competências. Esse é um dos caminhos para o bom gerenciamento do tempo e também da vida. Afinal, mais que dinheiro, tempo é vida!

            Carlla Zanna - Coach em Desenvolvimento Humano

 

Franquia e coparticipação

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou no dia 28 de junho, no Diário Oficial da União, a Resolução Normativa nº 433, que atualiza as regras para a aplicação da coparticipação e franquia em planos de saúde.

A norma estabelece um percentual máximo a ser cobrado pela operadora para realização de procedimentos, determina limites (mensal e anual) para cobrança da participação do consumidor (o máximo que ele pode pagar, no total, por coparticipação e franquia) e impede que haja cobrança de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos, como exames preventivos e tratamentos de doenças crônicas, entre eles, tratamentos de câncer e hemodiálise. Com a medida, a reguladora protege o consumidor, garantindo maior previsibilidade e clareza.

No plano de saúde com coparticipação, o beneficiário paga um valor à parte pela realização de um procedimento ou evento. No plano de saúde com franquia é estabelecido um valor no contrato até o qual a operadora não tem responsabilidade de cobertura, seja nos casos de reembolso ou nos casos de pagamento à rede credenciada, referenciada ou cooperada.

Os planos com coparticipação e franquia já existem e são amplamente usados pelo mercado. Atualmente, mais de 52% dos beneficiários de planos médico-hospitalares (ou seja, 24,7 milhões de beneficiários) possuem contrato com um desses mecanismos.

As regras que gerem estes mecanismos, previstas na Resolução do Conselho de Saúde Suplementar (CONSU) n° 08, de 3 de novembro de 1998, são genéricas e abertas e não preveem claramente quais são as condições, os critérios e os limites para aplicação destes mecanismos. Por essa razão, a ANS elaborou uma proposta de normativo a fim de atualizar a regulação sobre o tema, estabelecendo limites e parâmetros para aplicação desses mecanismos. Dessa forma, visa suprir lacunas existentes na legislação e garantir maior clareza, segurança jurídica e previsibilidade aos consumidores, bem como maior equilíbrio ao mercado, contribuindo, assim, para sua sustentabilidade. As novas regras entram em vigor em 180 dias após publicação no Diário Oficial da União. Fonte: ANS

 

Vai tirar férias? Cuidado para não cair em fraudes nas compras online

 

Como as compras de viagens, pacotes e passeios de férias são cada vez mais feitas pela internet, é preciso cuidado para não ser vítima de fraude.

Julho é um dos meses mais aguardados por muita gente, afinal é mês de férias. Muitas viagens estão sendo programadas, só que boa parte das pessoas acaba esquecendo de tomar certos cuidados na hora de comprar as passagens, reservar hotéis ou adquirir passeios por meio da internet. “Na empolgação, deixa-se de observar coisas importantes nas compras virtuais e o que não faltam são criminosos tentando roubar dados”, adverte Murilo Couto, gerente sênior de Certificação Digital da Serasa Experian.

Para não deixar que a empolgação das férias vire um transtorno futuro, fique atento a alguns cuidados básicos. - Ao acessar um site, verifique se possui certificado de segurança. Para isso, basta checar se o http do endereço vem acompanhado de um “s” no final (https). Há ainda certificados que ativam um destaque em verde na barra do navegador;

- Não faça cadastros em sites que não sejam de confiança; - Tenha cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou produtos por preços muito inferiores ao mercado; - Não compartilhe dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passarem por você; - Mantenha atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões.

 

- Evite realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores conectados em redes públicas de Internet; - Ao usar computadores compartilhados, verifique se fez o log off das suas contas (e-mail, internet banking etc.); - Utilize senhas fortes, que tenham também caracteres especiais. Não repita as mesmas senhas em diferentes plataformas de acesso.

Além dessas precauções, tente se antecipar nos preparativos, como uma boa revisão no carro, para os que optarem por pegar a estrada; não deixe para preparar malas na última hora; avise vizinhos e amigos próximos do seu período de afastamento; programe o pagamento de contas que vencem em julho; renove o certificado digital. “Muitos certificados vencem justamente no meio do ano e por estarem em férias as pessoas esquecem. Isso acaba trazendo problemas logo na volta ao trabalho”, adverte Couto.Fonte: Segs

 

Novas regras de capitalização farão referência ao corretor

 

A Susep colocou em audiência pública minuta de circular que estabelece regras para a elaboração, a operação e a propaganda e material de comercialização de títulos de capitalização. O texto da proposta está disponível no site da Susep.

Um dos pontos da minuta faz referência direta aos corretores, tornando obrigatória a inclusão nas condições gerais do título de capitalização, quando a venda for intermediada por corretor, da seguinte redação: “O consumidor poderá consultar a situação cadastral de seu corretor de capitalização no site www.susep.gov.br, por meio do número de seu registro na Susep, nome completo, CNPJ ou CPF, quando a venda tiver sido intermediada por corretor de capitalização.”.

Além disso, as condições gerais também deverão alertar o consumidor que a aprovação do plano pela Susep “não implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendação a sua aquisição, representando, exclusivamente, sua adequação às normas em vigor.”.

A circular também exige que todas as cláusulas que implicarem limitações ou impuserem ônus aos titulares sejam redigidas em destaque, permitindo sua imediata e fácil identificação e compreensão.

Pela minuta em audiência pública, as sociedades de capitalização não poderão comercializar títulos de capitalização em desacordo com as novas regras após 120 dias da data de sua entrada em vigor. A empresa responderá por qualquer violação à legislação, ainda que esta violação esteja supostamente justificada por cláusulas contratuais firmadas anteriormente à entrada em vigor da nova circular.Fonte: Cqcs

 

Saúde

Controle a ansiedade

A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Além dos medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade.

A forma mais comum de tratar a ansiedade é a prática de exercícios físicos. Praticar exercícios físicos ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.

Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já pode ajudar a lidar com a ansiedade. O momento da caminhada, além de ser um exercício para o corpo, também pode ser aproveitado para trabalhar a mente, sob a forma da meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar.

Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos, recomenda-se que a pessoa evite os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos ou se estamos subestimando o grau de controle que podemos ter. Uma vez avaliada a situação, devemos substituir os pensamentos sobre o evento temido, principalmente, os negativos por outros pensamentos. Isto não é fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostas autonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório.                       Fonte: Minha Vida.com

 

Orientação segura

Competitividade, até que ponto é saudável para a empresa?

A competitividade é um tema recorrente na maioria das empresas. Normalmente, é ela que garante a alta produtividade e a motivação, engajando as pessoas na busca por resultados cada vez melhores. Segundo uma pesquisa recente feita pela Page Personnel, empresa global de recrutamento especializado em profissionais de suporte à gestão, 90,3% dos entrevistados afirmam que ser competitivo faz bem aos profissionais e às empresas.

Políticas internas que estimulam a competição costumam ser muito bem vistas por colaboradores que almejam maiores desafios na carreira. Planos de incentivo com comissionamento, remuneração meritocrática e fluxos entre áreas, são vistos como boas oportunidades de crescimento. A pesquisa mostra que 40,3% dos profissionais acreditam que a competitividade não é apenas importante, mas necessária para um melhor desenvolvimento profissional e para o sucesso da empresa para a qual trabalham.

No entanto, apesar de ser estimulante e extremamente saudável para o clima organizacional, é preciso muito cuidado com os limites. A linha é bastante tênue. Um ambiente hostil de trabalho, onde as pessoas são capazes de qualquer coisa para chegarem onde querem é nocivo em qualquer companhia. Isso sem contar nos danos causados aos profissionais, de forma individual, que podem inclusive adoecer.

Em casos extremos, a competitividade pode criar um ambiente sem limites, onde vale praticamente tudo para se conquistar as metas. Assim, a porta fica aberta para práticas ilícitas e corrupções de todas as espécies e dimensões. As fofocas ganham espaço e a famosa “puxação de tapete” também.

Um sinal de alerta de que a empresa está tendo mais prejuízos do que benefícios com as estratégias de competitividade é quando os relacionamentos entre as pessoas começa a dar sinais de deterioramento. Quando já não há clima para almoços prazerosos ou happy hours ao final do expediente, é sinal de que algo não vai muito bem.

Outro ponto importante é a rotatividade. Quando muitos profissionais pedem o desligamento da empresa, normalmente é porque a insatisfação com o clima está elevada. Nesses momentos, a área de recursos humanos precisa agir. Competitividade não pode ser confundida com rivalidade. Talvez, as políticas precisem ser revisadas.

Logicamente, há muitas empresas que adotam a competitividade excessiva como cultura. E, não há nada de errado nisso. No entanto, os processos seletivos precisam ter atenção a esse ponto. Pessoas mais colaborativas, tendem a encontrar dificuldades nesse tipo de ambiente. O recrutamento e s e l e ç ã o precisa estar alinhado ao perfil da companhia.

Acima de tudo, a empresa precisa definir suas estratégias e ser coerente com elas. De modo geral, é importante analisar sempre a sustentabilidade das empresas e das suas relações. Pressão extrema para superar metas pode corroer o clima organizacional. Trabalhar apenas a favor do individual pode comprometer os resultados coletivos. Fonte: Segs

 

Ação positiva

"O maior erro é a pressa antes do tempo e a lentidão ante a oportunidade." Provérbio Árabe

Sub-categorias

EDIÇÃO nº 956 | 13/07/2018 EDIÇÃO nº 955 | 06/07/2018 EDIÇÃO nº 954 | 29/06/2018 EDIÇÃO nº 953 | 22/06/2018 EDIÇÃO nº 952 | 15/06/2018 EDIÇÃO nº 951 | 08/06/2018 EDIÇÃO nº 950 | 01/06/2018 EDIÇÃO nº 949 | 25/05/2018 EDIÇÃO nº 948 | 18/05/2018 EDIÇÃO nº 947 | 11/05/2018 EDIÇÃO nº 946 | 04/05/2018 EDIÇÃO nº 945 | 27/04/2018 EDIÇÃO nº 944 | 20/04/2018 EDIÇÃO nº 943 | 13/04/2018 EDIÇÃO nº 942 | 06/04/2018 EDIÇÃO nº 941 | 30/03/2018 EDIÇÃO nº 940 | 23/03/2018 EDIÇÃO nº 939 | 16/03/2018 EDIÇÃO nº 938 | 09/03/2018 EDIÇÃO nº 937 | 02/03/2018 EDIÇÃO nº 936 | 23/02/2018 EDIÇÃO nº 935 | 16/02/2018 EDIÇÃO nº 934 | 09/02/2018 EDIÇÃO nº 933 | 02/02/2018 EDIÇÃO nº 932 | 26/01/2018 EDIÇÃO nº 931 | 22/01/2018 EDIÇÃO nº 931 | 19/01/2018 EDIÇÃO nº 930 | 12/01/2018 EDIÇÃO nº 929 | 05/01/2017 EDIÇÃO nº 928 | 29/12/2017 EDIÇÃO nº 927 | 22/12/2017 EDIÇÃO nº 926 | 22/12/2017 EDIÇÃO nº 926 | 15/12/2017 EDIÇÃO nº 925 | 08/12/2017 EDIÇÃO nº 924 | 01/12/2017 EDIÇÃO nº 923 | 24/11/2017 EDIÇÃO nº 922 | 17/11/2017 EDIÇÃO nº 921 | 10/11/2017 EDIÇÃO nº 920 | 03/11/2017 EDIÇÃO nº 919 | 27/10/2017 EDIÇÃO nº 918 | 20/10/2017 EDIÇÃO nº 917 | 13/10/2017 EDIÇÃO nº 916 | 06/10/2017 EDIÇÃO nº 915 | 29/09/2017 EDIÇÃO nº 914 | 22/09/2017 EDIÇÃO nº 913 | 15/09/2017 EDIÇÃO nº 912 | 08/09/2017 EDIÇÃO nº 911 | 01/09/2017 EDIÇÃO nº 910 | 25/08/2017 EDIÇÃO nº 909 | 18/08/2017 EDIÇÃO nº 908 | 11/08/2017 EDIÇÃO nº 907 | 04/08/2017 EDIÇÃO nº 906 | 28/07/2017 EDIÇÃO nº 905 | 21/07/2017 EDIÇÃO nº 904 | 14/07/2017 EDIÇÃO nº 903 | 07/07/2017 EDIÇÃO nº 902 | 30/06/2017 EDIÇÃO nº 901 | 23/06/2017 EDIÇÃO nº 900 | 16/06/2017 EDIÇÃO nº 899 |09/06/2017 EDIÇÃO nº 898 | 02/06/2017 EDIÇÃO nº 897 | 26/05/2017 EDIÇÃO nº 896 | 19/05/2017 EDIÇÃO nº 895 | 12/05/2017 EDIÇÃO nº 894 | 05/05/2017 EDIÇÃO nº 893 | 28/04/2017 EDIÇÃO nº 892 | 21/04/2017 EDIÇÃO nº 891 | 14/04/2017 EDIÇÃO nº 890 | 07/04/2017 EDIÇÃO nº 889 | 31/03/2017 EDIÇÃO nº 888| 24/03/2017 EDIÇÃO nº 887 | 17/03/2017 EDIÇÃO nº 886 | 10/03/2017 EDIÇÃO nº 885 | 03/03/2017 EDIÇÃO nº 884 | 24/02/2017 EDIÇÃO nº 883 | 17/02/2017 EDIÇÃO nº 882 | 10/02/2017 EDIÇÃO nº 881 | 03/02/2017 EDIÇÃO nº 880 | 27/01/2017 EDIÇÃO nº 879 | 23/01/2017 EDIÇÃO nº 878 | 13/01/2017 EDIÇÃO nº 877 | 09/01/2017 EDIÇÃO nº 876 | 30/12/2016 EDIÇÃO nº 875 | 23/12/2016 EDIÇÃO nº 874 | 16/12/2016 EDIÇÃO nº 873 | 12/12/2016 EDIÇÃO nº 872 | 02/12/2016 EDIÇÃO nº 871 | 25/11/2016 EDIÇÃO nº 870 | 18/11/2016 EDIÇÃO nº 869 | 11/11/2016 EDIÇÃO nº 868 | 04/11/2016 EDIÇÃO nº 867 | 28/10/2016 EDIÇÃO nº 866 | 21/10/2016 EDIÇÃO nº 865 | 14/10/2016 EDIÇÃO nº 862 | 24/09/2016 EDIÇÃO nº 861 | 16/09/2016 EDIÇÃO nº 860 | 09/09/2016 EDIÇÃO nº 859 | 02/09/2016 EDIÇÃO nº 858 | 26/08/2016 EDIÇÃO nº 855 | 22/08/2016 EDIÇÃO nº 854 | 29/07/2016 EDIÇÃO nº 853 | 22/07/2016 EDIÇÃO nº 852 | 15/07/2016 EDIÇÃO nº 851 | 08/07/2016 EDIÇÃO nº 850 | 01/07/2016 EDIÇÃO nº 849 | 24/06/2016 EDIÇÃO nº 848 | 17/06/2016 EDIÇÃO nº 847 | 10/06/2016 EDIÇÃO nº 846 | 03/06/2016 EDIÇÃO nº 845 | 27/05/2016 EDIÇÃO nº 844 | 20/05/2016 EDIÇÃO nº 843 | 13/05/2016 EDIÇÃO nº 842 | 06/05/2016 EDIÇÃO nº 841 | 29/04/2016 EDIÇÃO nº 840 | 22/04/2016 EDIÇÃO nº 839 | 15/04/2016 EDIÇÃO nº 838 | 08/04/2016 EDIÇÃO nº 837 | 01/04/2016 EDIÇÃO nº 836 | 25/03/2016 EDIÇÃO nº 835 | 19/03/2016 EDIÇÃO nº 834 | 11/03/2016 EDIÇÃO nº 833 | 04/03/2016 EDIÇÃO nº 832 | 26/02/2016 EDIÇÃO nº 831 | 18/02/2016 EDIÇÃO nº 830 | 12/02/2016 EDIÇÃO nº 829 | 05/02/2016 EDIÇÃO nº 828 | 29/01/2016 EDIÇÃO nº 827 | 22/01/2016 EDIÇÃO nº 826 | 15/01/2016 EDIÇÃO nº 825 | 08/01/2016 EDIÇÃO nº 824 | 01/01/2016 EDIÇÃO nº 823 | 25/12/2015 EDIÇÃO nº 822 | 18/12/2015 EDIÇÃO nº 821 | 11/12/2015 EDIÇÃO nº 820 | 04/12/2015 EDIÇÃO nº 819 | 27/11/2015 EDIÇÃO nº 818 | 20/11/2015 EDIÇÃO nº 817 | 13/11/2015 EDIÇÃO nº 816 | 06/11/2015 EDIÇÃO nº 815 | 30/10/2015 EDIÇÃO nº 814 | 23/10/2015 EDIÇÃO nº 813 | 16/10/2015 EDIÇÃO nº 812 | 09/10/2015 EDIÇÃO nº 811 | 02/10/2015 EDIÇÃO nº 810 | 25/09/2015 EDIÇÃO nº 809 | 18/09/2015 EDIÇÃO nº 808 | 11/09/2015 EDIÇÃO nº 807 | 04/09/2015 EDIÇÃO nº 806 | 28/08/2015 EDIÇÃO nº 805 | 21/08/2015 EDIÇÃO nº 804 | 14/08/2015 EDIÇÃO nº 803 | 07/08/2015 EDIÇÃO nº 802 | 31/07/2015 EDIÇÃO nº 801 | 24/07/2015 EDIÇÃO nº 800 | 17/07/2015 EDIÇÃO nº 799 | 10/07/2015 EDIÇÃO nº 798 | 26/06/2015 EDIÇÃO nº 797 | 19/06/2015 EDIÇÃO nº 796 | 12/06/2015 EDIÇÃO nº 795 | 05/06/2015 EDIÇÃO nº 794 | 29/05/2015 EDIÇÃO nº 793 | 22/05/2015 EDIÇÃO nº 792 | 15/05/2015 EDIÇÃO nº 791 | 07/05/2015 EDIÇÃO nº 790 | 01/05/2015 EDIÇÃO nº 788 | 17/04/2015 EDIÇÃO nº 787 | 10/04/2015 EDIÇÃO nº 786 | 03/04/2015 EDIÇÃO nº 785 | 27/03/2015 EDIÇÃO nº 784 | 20/03/2015 EDIÇÃO nº 781 | 20/02/2015 EDIÇÃO nº 779 | 06/02/2015 EDIÇÃO nº 778 | 30/01/2015 EDIÇÃO nº 777 | 23/01/2015 EDIÇÃO nº 776 | 16/01/2015 EDIÇÃO nº 775 | 09/01/2015