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Postado em 12 de Novembro às 14h34

MENSAGEIRO SEGURO 1130

Institucional (152)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.130 – Ano XIV – 12/11/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.130 – Ano XIV – 12/11/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Construindo empresas felizes
2. Alexandre Camilo é o novo superintendente da Susep
3. Carteira de Trabalho Digital chega a 500 milhões de acessos
4. Saúde: Novembro Azul – Com pandemia, caem cirurgias de próstata por câncer no SUS
5. Orientação segura: Gestão empresarial colaborativa: a prática de somar e não dividir
6. Ação Positiva

Construindo empresas felizes

O comportamento da pessoa feliz afeta todos à sua volta. O economista britânico Richard Layard, coautor do World Happiness Report, escreve em seu livro "Can we be Happier?" "Existem muitas coisas na vida importantes para nós - incluindo saúde, liberdade, autonomia e realização. Mas se perguntamos por que eles são importantes, geralmente podemos dar outra resposta - por exemplo, porque eles fazem as pessoas se sentirem melhor."

A felicidade de todos conta igualmente, incluindo a das próximas gerações, que serão diretamente impactadas com nossas escolhas agora. Logo, o nosso foco deve ser para aumentar o bem-estar em nossas vidas pessoais, lares, escolas, locais de trabalho e comunidades.

Se concordarmos com essas afirmações, estaremos na direção de construir organizações mais felizes e, consequentemente, mais prósperas. A dualidade aqui permite uma inversão dos fatores, já que prosperidade e abundância estão diretamente conectadas com a felicidade, conforme Sonja Lyubomirsky, em "A Ciência da Felicidade" (2007).

"O negócio do negócio é o negócio" é uma frase célebre do economista Milton Friedman. Seu argumento era o de que o papel da liderança é maximizar os resultados, custe o que custar, e que qualquer esforço fora dessa perspectiva deveria ser punido. Esse tipo de pensamento, que ainda prevalece, é responsável por ações prejudiciais dentro e fora das organizações, gerando impacto negativo para o meio ambiente, a saúde e o bem-estar dos colaboradores e consumidores. Seguindo a lógica da Ciência da Felicidade, é um fator gerador de infelicidade.

Assim pontua Alexander Kjerulf em seu livro "Leading With Happiness" (2017): pense por um segundo em como seria viver em um mundo onde os líderes empresariais colocassem a felicidade em primeiro lugar. Imagine que os negócios se tornariam uma força geral para o bem, maximizando não apenas os lucros, mas também a vida das pessoas." Ainda, segundo Kjerulf, "Esses líderes criam organizações sustentáveis - não apenas ambientalmente, mas também econômica, social e psicologicamente. A vida de seus funcionários é melhor e mais feliz por trabalharem lá. A vida dos clientes é melhorada pelos serviços ou produtos da empresa. E o mundo é, de certa forma, um lugar melhor porque a empresa existe." Líderes felizes criam melhores resultados para suas organizações, porque a felicidade tem uma longa lista de efeitos positivos nos resultados financeiros.

Um dos mais influentes dinamarqueses do século XX, Knud Ejler Løgstrup, defendia que nós afetamos todas as pessoas com as quais interagimos e temos a responsabilidade de cuidar bem delas, impactando-as positivamente, assim a felicidade assume um papel definitivo no sentido da vida. Ser gentis com nossos semelhantes independentemente das circunstâncias, gênero e raça, os deixa felizes e, também, nos torna mais felizes. Essa lógica pode ser aplicada nas diversas áreas da vida.

Vale ressaltar que, no World Happiness Report, a Dinamarca é sempre um forte concorrente a encabeçar a lista, e o estilo de vida do dinamarquês, o chamado Hygge (ligado ao conforto e ao afeto) está entre os mais copiados do mundo. Segundo dados do The Global Gender Gap Report de 2018, a Dinamarca está entre os países que possuem melhores índices, para citar um exemplo, de igualdade de gênero.

Empresas felizes desempenham melhor e seus colaboradores são mais produtivos, criativos, comprometidos. Isso é o que mostra a edição 2020 do estudo anual Diversity Matters (diversidade importa), da McKinsey. A pesquisa traz informações sobre como a diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual na América Latina e especificamente no Brasil pode afetar os resultados corporativos. Foi realizada com 3.900 colaboradores de 1.300 das maiores empresas do Brasil, do Chile, do Peru, da Argentina, da Colômbia e do Panamá. Entre os dados mais interessantes estão:

• Mulheres em posições executivas têm uma probabilidade 26% maior de alcançar resultados financeiros superiores aos executivos de companhias da mesma área.
• Diante do cenário de crise (a pesquisa foi realizada durante a pandemia da covid-19), o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos torna-se essencial, e precisa disseminar valores humanos. A inovação torna-se questão de sobrevivência.
• A promoção de ambientes de trabalho inclusivos tem se provado efetiva para motivar e estimular a criatividade dos colaboradores.

O estudo mostra que colaboradores de empresas que adotam a diversidade relatam níveis muito mais altos de inovação e colaboração do que seus pares de outras empresas. Esses colaboradores têm maior probabilidade de: • 152% - afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas; • 77% - concordar que a organização aplique ideias externas para melhorar sua performance; • 72% - reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas; • 64% - afirmar que colaboram, compartilhando ideias e melhores práticas. • "A correlação entre performance financeira e ambiente diverso pode mudar a visão até dos mais céticos em relação às práticas de inclusão de diferentes grupos", diz Heloisa Callegaro, sócia da McKinsey.

Durante o Fórum Internacional de CEOs em 2020, promovido pelo grupo Gestão RH, Ana Karina Bortoni Dias, ex-sócia da consultoria McKinsey, atualmente CEO do Banco BMG, declarou: "Se os líderes não assumirem práticas que promovam felicidade, pelas razões certas, que seja então pelo impacto porque no resultado, no lucro das empresas".
Por Sandra Teschner, certificada na Florida International University (FUI) em "Gestão de Felicidade".

Alexandre Camilo é o novo superintendente da Susep

Foi publicada na edição desta semana do Diário Oficial da União a nomeação de Alexandre Camillo como superintendente da Superintendência de Seguros Privados. Camillo é corretor de seguros há mais de 40 anos e, nos últimos oito anos, ocupou a presidência do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo, que deixa agora para assumir o novo cargo.

Esta é a terceira vez que a cadeira de superintendente é ocupada por um corretor de seguros. Antes de Camillo, Armando Vergílio e Joaquim Mendanha já haviam estado à frente da autarquia. Resta saber as mudanças que serão promovidas pelo novo superintendente, uma vez que uma das maiores bandeiras da Susep neste momento, o Open Insurance, não contempla a participação destes profissionais. Havia muitas queixas dos corretores de seguros em relação à atuação de Solange Vieira, antiga superintendente, ao afirmar que a presença dos corretores encarecia os contratos de seguro.

“É o maior desafio da minha carreira, mas estou completamente motivado a fazer mais pelo mercado de seguros, que me possibilitou todas as realizações, e que deve seguir seu sólido crescimento com olhar cada vez maior ao consumidor e atendimento aos brasileiros de todas as classes econômicas e sociais. Estou muito lisonjeado e honrado com esta missão”, declara Camillo.

O novo superintendente começou sua carreira no mercado de seguros há 41 anos. Em 1990, fundou a Camillo Corretora de Seguros e incorporou a Ypiranga Corretora de Seguros em 2001. Com essa segunda empresa também empreendeu no ramo de certificação digital, e sua Autoridade de Registro Ypiranga iniciou operações em 2011. Em 2021, adquiriu a terceira corretora do grupo, a Elias Corretora de Seguros.

Na política setorial, assumiu o cargo de diretor social do Sincor-SP em 2005, dois anos depois foi nomeado 2º vice-presidente da entidade. Em 2012, foi eleito mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo. Em março de 2014 foi eleito presidente do Sincor-SP para a gestão 2014-2018. Em março de 2018 foi reeleito por aclamação para mais uma gestão, no período 2018-2022. Desde 2015 é também vice-presidente da Fenacor na região Sudeste e responsável pela operação de certificação digital para os corretores de todo o País. Em 2018 candidatou-se pela primeira vez a um cargo na política partidária, como Deputado Estadual por São Paulo, tendo conquistado 21.086 votos.

É economista, com especialização em gestão para administradores e especialização em gerência de negócios de seguros. É autor de dois livros voltados à distribuição de seguros: Venda Evolutiva e Vendas Progressivas. Fonte: SindisegSC

Carteira de Trabalho Digital chega a 500 milhões de acessos

Aplicativo permite ao trabalhador acompanhar os registros da vida laboral como acordos, recursos e pedidos de seguro-desemprego.

Os serviços da Carteira de Trabalho Digital alcançaram a marca de 500 milhões de acessos, desde janeiro de 2019. Desse total, 272 milhões foram em 2020. Neste ano, já foram registrados 231 milhões de acessos, feitos tanto por meio do aplicativo quanto do portal gov.br/trabalho. O serviço permite ao trabalhador acompanhar os registros de sua vida laboral, nas bases de dados governamentais – inclusive naquelas que já estavam registradas na Carteira de Trabalho em papel. Além disso, o trabalhador também pode fazer a requisição do seguro-desemprego e o acompanhamento do Abono Salarial.

Desde 2019, 41,6 milhões de trabalhadores já baixaram o aplicativo em telefones e tablets. O maior número de downloads foi por aparelhos que usam o sistema Android: 35,7 milhões. Somando dispositivos móveis e web, já foram mais de 49,9 milhões de trabalhadores beneficiados com a digitalização do serviço.

Nesses dois anos da Carteira de Trabalho Digital, 59% dos requerimentos feitos pelos trabalhadores utilizaram meios eletrônicos (aplicativo e site). Do total de 12,7 milhões de requerimentos, 7,5 milhões foram feitos digitalmente. Em 2020 e 2021, o aplicativo foi o principal instrumento para os trabalhadores acompanharem o pagamento do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, o BEm. Na edição de 2020, foram preservados 10,3 milhões de empregos e na de 2021, 2,6 milhões.

Carteira de Trabalho Digital - Com a Portaria nº 1.065, de 23 de setembro de 2019, a Carteira de Trabalho Digital passou a substituir o documento físico de papel, sendo emitida automaticamente para todo brasileiro ou estrangeiro que tenha inscrição no Cadastro das Pessoas Físicas (CPF). Dessa maneira, não é mais necessária a emissão do documento físico em papel para contratação em empresas que já utilizam o eSocial.

A Carteira de Trabalho Digital – desenvolvida pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) – oferece praticidade e rapidez nos processos de admissão e atualização dos dados dos trabalhadores, como férias e alterações de função. Também dá mais segurança aos dados, permitindo que o trabalhador acesse as informações a qualquer momento. O download do aplicativo é gratuito nas lojas virtuais App Store e Play Store, ou no portal gov.br. Fonte: Ministério do Trabalho e Previdência

Saúde: Novembro Azul – Com pandemia, caem cirurgias de próstata por câncer no SUS

A campanha Novembro Azul promove a conscientização para o câncer de próstata e destaca os riscos da falta de acompanhamento médico pelos homens. Dados do Ministério da Saúde mostram que no período da pandemia de Covid-19, iniciada em março de 2020, houve uma redução de 21,5% das cirurgias para retirada da próstata por câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O dado é resultado de uma comparação entre os anos de 2019 e 2020.

Outros procedimentos que permitem o diagnóstico do câncer também apresentaram redução no período. A realização de um exame complementar, chamado PSA, teve uma queda de 27%. Já a biópsia, que consiste na retirada de fragmentos do tecido da próstata para análise, apresentou uma diminuição de 21%. O número de consultas urológicas também caiu 33,5%. Já as internações de pacientes com o diagnóstico da doença apresentaram uma queda de 15,7%.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Antônio Carlos Pompeo, o medo do contágio e o direcionamento dos serviços de saúde para o enfrentamento da Covid-19 explicam o menor número de consultas e a queda nas cirurgias e outros procedimentos. “Além do medo do contágio, os hospitais apresentaram falta de vagas por que estavam dirigidas a outras doenças. O somatório disso trouxe como consequência menos consultas, o que significa menos exames, biópsias e tratamento”. De acordo com a pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia, as consultas com urologistas continuam baixas em 2021. Até o mês de julho, foram realizadas 1.812.982 consultas. Em 2019, foram 4.232.293 atendimentos e, em 2020, 2.816.326 consultas.

Aumento da taxa de mortalidade - O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens, exceto pelo câncer de pele não melanoma. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), cerca de 65 mil novos casos devem surgir no país em 2021. Especialistas alertam que a diminuição na procura por atendimento médico e na realização de exames pode aumentar o número de casos sem diagnóstico. “Perdemos o momento oportuno de diagnosticar muita gente durante a pandemia. Temos que diagnosticar o câncer de próstata quando ele não dá sintomas. A nossa meta é o diagnóstico precoce, não temos uma medida preventiva desse tipo de câncer”, ressalta Pompeo.

De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), a mortalidade por câncer de próstata aumentou cerca de 10% em cinco anos, subindo de 14.542 óbitos, em 2015, para 16.033 vítimas, em 2019.

Os impactos da pandemia - Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que, no Brasil, mais de um milhão de cirurgias foram canceladas ou adiadas, incluindo cirurgias para tratamento do câncer de próstata. A pesquisa, publicada no periódico científico The Lancet Regional Health – Americas, aponta para o acúmulo crescente de procedimentos cirúrgicos em decorrência das mudanças impostas pela Covid-19 na capacidade de atendimento dos sistemas de saúde. O adiamento de cirurgias eletivas, com o objetivo de direcionar os recursos médicos aos pacientes com a Covid-19 ampliou o gargalo dos procedimentos.Fonte: Sindiseg SC

Orientação segura: Gestão empresarial colaborativa: a prática de somar e não dividir

Antigamente, era muito comum recebermos calendários das mais diversas empresas, na qual, podíamos observar a frase “sede própria” como o ápice do sucesso empresarial. Mas, o mundo empresarial mudou, a gestão se atualizou e isso influenciou diretamente a estrutura das empresas.

Com isso, a gestão empresarial colaborativa ganhou destaque ao possibilitar que diversas empresas de um mesmo grande nicho de mercado possam se unir, juntando esforços nos serviços ofertados,sendo então uma assertiva nova estratégia e conexão de negócios.

Um exemplo atual são empresas que oferecem soluções tecnológicas via softwares, se reunirem no mesmo espaço, se conectando e abrindo um grande leque de negócios. Esses espaços de gestão empresarial colaborativa, possibilitam maior dinamismo na gestão, principalmente por se configurar como um amplo ambiente com troca de informações e compartilhamento de conhecimentos e de soluções entre as empresas. A palavra da vez é: compartilhar.

A gestão empresarial permite às empresas, juntas, buscarem soluções e estratégias corporativas assertivas no mercado. E, o cliente terá inúmeras soluções no mesmo lugar. Todos saem ganhando. Alguns pontos que devem ser considerados ao se juntar a ideia da gestão empresarial colaborativa: - O planejamento estratégico das empresas deve ser compartilhado; - Deve ser definido o espaço e as atribuições de cada integrante empresarial; - A comunicação deve ser assertiva e fluída, sem ruídos.

No pós-pandemia, unir empresas com o mesmo objetivo e que topam compartilhar conhecimento, é um dos caminhos a serem percorridos em direção ao sucesso. Fonte: Segs

Ação Positiva

“Todos somos responsáveis de tudo, perante todos”. Fiódor Dostoiévski


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