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Postado em 27 de Setembro às 15h49

Mensageiro Seguro 1019

Institucional (65)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mais de 50% dos acidentes ocorrem por falha humana De 18 a 25 de setembro o Brasil comemorou a Semana Nacional do Trânsito, com uma queda de 12% nas...

Mais de 50% dos acidentes ocorrem por falha humana

De 18 a 25 de setembro o Brasil comemorou a Semana Nacional do Trânsito, com uma queda de 12% nas indenizações pagas pelo seguro DPVAT entre janeiro e junho deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. O resultado reflete a estabilidade alcançada no número de mortes, diminuição de 18% nos casos de invalidez permanente e aumento de 6% na cobertura de despesas médicas e suplementares.
Para o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) o resultado só não é melhor porque no Brasil , um em cada dois motoristas precisa usar óculos de grau, e a maioria só atualiza a receita quando vai renovar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
“As alterações visuais mais frequentes entre os motoristas são: miopia (dificuldade de enxergar de longe), hipermetropia (dificuldade para perto), astigmatismo (falta de foco para perto e longe) e catarata nos condutores com mais de 60 anos”, salienta.
Estas dificuldades visuais somadas ao hábito de falar no celular, se maquiar ou usar fone de ouvido ao volante explicam o resultado de um estudo divulgado em 2018 pelo Ministério dos Transportes que aponta a falta de atenção e o excesso de velocidade como as maiores causas de acidentes. Embora possamos nos adaptar a enxergar mal é prudente atualizar os óculos a cada 18 meses para garantirmos uma direção mais segura.
Queiroz Neto afirma que nem sempre quem precisa usar óculos de grau se adapta bem aos óculos escuros. Para este grupo evitar as doenças causada pela exposição dos olhos ao sol, as lentes fotossensíveis que filtram 100% da radiação UV e escurecem de acordo com a intensidade de luz são as mais indicadas. O especialista só recomenda usar óculos escuros para quem tem boa visão funcional ou fotofobia (aversão à claridade).
Para dirigir no crepúsculo - O médico destaca que míopes têm maior dificuldade de adaptação ao crepúsculo. Lentes de grau na cor âmbar melhoram a visão de contraste. “Já fiz teste no consultório com diversos pacientes colocando um lente âmbar na frente dos óculos de grau e a visão de contraste melhora”, afirma.
Quem dirige à noite deve optar por lentes amarelas que reduzem o ofuscamento causado por faróis. Queiroz Neto ressalta que o ofuscamento e a dificuldade de enxergar à noite também podem sinalizar início de catarata. A doença reduz em até 4 vezes a visão noturna, comenta. A única solução para a catarata é o implante de lentes que substituem o cristalino opaco. A última novidade em lente intraocular é a trifocal que elimina a necessidade de usar óculos em 95% dos casos, inclusive para perto. Estudos mostram que a nova tecnologia reduz o risco de acidentes de trânsito em 50%, conclui. Fonte: ITI

A dose mínima eficaz


Quando nosso dia a dia parece uma sucessão de maratonas, é inevitável que a vida pareça difícil. Sabemos que quando os corredores terminam uma maratona, há todo um protocolo a ser seguido, voltado para sua recuperação. Eles têm diversos tipos de apoio, inclusive médico, para restaurar qualquer dano feito ao corpo e sabem que devem repousar por semanas, ou meses, entre as provas. Nós, entretanto, não temos nenhum sistema de apoio similar para nossas “maratonas” diárias.
Devemos aprender a honrar os ritmos naturais de nossos dias e de nossa vida. Podemos viver como as oliveiras, que produzem azeitonas por centenas de anos, e não como nossos iPhones, que são fabricados para durar apenas um ou dois anos. Devemos adotar uma abordagem de rotina escolar para a vida, na qual trabalhamos, aprendemos, produzimos e criamos em períodos previsíveis de tempo, e depois temos períodos igualmente previsíveis de brincadeira, repouso e recuperação.
Há outra lição que podemos aprender com maratonistas e oliveiras: nosso ritmo mais produtivo é sempre o mais constante. Quando estamos produzindo e criando, obtemos maior sucesso se somos constantes em nossos esforços. Os corredores de longa distância têm mais probabilidade de vencer uma prova se correrem cada quilômetro em um ritmo constante. Os expedicionários têm mais chances de êxito quando caminham a mesma distância dia após dia, faça chuva ou faça sol. Ou seja, eles percorrem 30 quilômetros nos dias difíceis, quando o tempo está ruim e o percurso é em aclive, e – esse é o truque – param após completar 30 quilômetros nos dias fáceis, quando o tempo está ameno e o terreno é em declive. Em vez de trabalhar até tarde da noite na fase final de um projeto grande, nós temos resultados melhores quando fazemos um progresso diário constante e planejado.
Quando adotamos a abordagem das oliveiras, dos corredores bem-sucedidos e dos expedicionários, descobrimos que podemos viver com força e tranquilidade. Liberamos tempo e energia para recarregar as baterias, para nos conectar com os outros e para encontrar propósitos reais e profundos. Christine Carter, no livro O ponto de equilíbrio

A diferença entre assinatura e certificado digital


Assinatura digital e certificado digital são medidas de segurança no ambiente virtual. Elas são diferentes nas formas em que são implementadas e no motivo pelo qual são implementadas. Conheça a diferença entre assinaturas digitais e certificados digitais.
Por que você usaria uma assinatura digital? As preocupações mais comuns ao lidar com documentos digitais são a identidade daquele que os assinou. A pessoa é quem afirmou ser? Como posso verificar se a assinatura é válida e não foi falsificada? Como faço para verificar se o documento não foi adulterado? As assinaturas digitais ajudam a resolver este problema.
Uma assinatura digital é um mecanismo usado para verificar se um determinado documento, mensagem ou transação digital é autêntico. Ele fornece ao destinatário a garantia de que a mensagem foi realmente gerada pelo remetente e não foi modificada por terceiros. Em palavras mais técnicas, uma assinatura digital é um selo eletrônico e criptografado de autenticação em dados digitais. A assinatura confirma que a informação foi originada do signatário e não foi alterada.
Veja alguns motivos comuns para aplicar uma assinatura digital às comunicações:
Autenticação: embora as mensagens possam incluir informações sobre a entidade que envia uma mensagem, essas informações podem não ser precisas. Assinaturas digitais podem ser usadas para autenticar a origem das mensagens. Em um contexto financeiro, por exemplo, é muito importante que se tenha alta confiança na autenticidade do remetente.
Integridade: em muitos cenários, o remetente e o destinatário de uma mensagem podem ter a necessidade de confiar que a mensagem não foi alterada durante a transmissão. Portanto, se uma mensagem for assinada digitalmente, qualquer alteração na mensagem após a assinatura inválida.
Não-repúdio: não-repúdio, ou mais especificamente o não-repúdio da origem, é um aspecto importante das assinaturas digitais. Por essa propriedade, uma entidade que assinou algumas informações não pode, posteriormente, negar a assinatura. Da mesma forma, o acesso à chave pública não permite que uma parte fraudulenta falsifique uma assinatura válida.
As assinaturas digitais usam um formato padrão aceito, chamado Public Key Infrastructure (PKI – Infraestrutura de Chaves Públicas), que no Brasil é a ICP-Brasil, para fornecer os mais altos níveis de segurança e aceitação universal.
Em muitos países como o Brasil, as assinaturas digitais têm o mesmo valor legal que as formas mais tradicionais de documentos assinados. As assinaturas digitais são amplamente usadas para evitar falsificar ou adulterar documentos importantes, como documentos financeiros. Fonte: Segs

Proteção de dados pessoais precisa ser ampliada


As ideias de privacidade e proteção de dados foram historicamente construídas com foco no indivíduo e no direito de determinar como suas informações serão disponibilizadas. Mas em uma sociedade na qual a coleta e tratamento de dados cresce vertiginosamente, é preciso ampliar essa noção para que tais garantias sejam efetivamente respeitadas.
A proposta foi apresentada pela professora de direito da Escola de Economia e Ciência Política de Londres (LSE) Orla Lynksey, em conferência no 10º Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br). O evento reuniu, nos dias 18 e 19 de setembro, em São Paulo, pesquisadores, empresas, reguladores e entidades da sociedade civil para discutir os desafios no tema.
Segundo a professora, as leis de proteção de dados avançaram na definição de alguns direitos dos titulares dos dados, como o controle pelo usuário do que será acessado por outros, segurança (não ter informações acessadas por terceiros indevidamente), estabelecimento de bases legais para o tratamento, a coleta para propósitos específicos, a possibilidade de acesso pelo usuário aos registros de posse de um controlador e a alternativa de retificação destes.
Esses pressupostos estão presentes em legislações como o Regulamento Geral Europeu (GDPR, na sigla em inglês) ou na Lei Geral de Proteção de Dados brasileira (LGPD, Lei Nº 13.709), aprovada em 2018, alterada por uma medida provisória este ano e que entrará em vigor em agosto de 2020 após um período de transição.
Contudo, a ampliação das formas de tratamento e das implicações sociais destas (impactando mercados e processos democráticos) coloca novo desafios. Grandes plataformas, como Facebook e Google, ganharam importância que, muitas vezes, as torna inescapáveis. Solicitam consentimento, mas o fazem como imposição para acesso aos serviços, com os usuários aceitando sem ler para conseguir fazer uso.
Diante do novo cenário, Lynksey destacou a importância de novos direitos, como apagar a informação coletada, fazer a portabilidade dos dados ou proteções relacionadas a decisões automatizadas (como concessão de “notas” para crédito e outros serviços e direcionamento de conteúdos como publicações e publicidade).
Ela argumentou pela necessidade de “recalibrar” a abordagem da proteção de dados. Respeitados os direitos dos titulares, o foco do exercício dessas garantias não deveria estar nas pessoas, mas na responsabilidade dos controladores de respeitar as obrigações legais.
“Princípios de proteção de dados continuam importantes, mas estão sendo colocados em pressão dado o crescimento de processamento de dados. Somos enfrentados em um tsunami de dados. Não se reconhecem direitos coletivos. Temos que olhar para além do indivíduo e adotar mecanismos mais sistêmicos e coletivos”, defendeu.
A professora também destacou que, em um cenário de grandes companhias coletando e gerindo grandes quantidades de dados, um dos impactos fundamentais do controle dessas informações é na concorrência nesses mercados.
A diretora do Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto de Direito Público de Brasília, Laura Schertel Mendes, também argumentou pela relevância de adotar uma perspectiva mais ampliada sobre a proteção de dados. O consentimento para a obtenção de uma informação, embora fundamental, seria insuficiente pois define apenas um aspecto da coleta, sem assegurar a proteção no momento tratamento. Uma pessoa pode ter autorizado uma coleta, mas sem saber que a aplicação da informação sobre si poderia prejudicá-la, como em práticas discriminatórias.
Na avaliação da professora, essa concepção mais ampliada já estaria coberta pela legislação brasileira, mas passaria por uma aplicação com base na interpretação dos princípios da Lei Geral, bem como de outros diplomas legais. “Pensar privacidade mais contextual e evitar riscos, seja pelos princípios que a lei me traz, mas também de outras legislações específicas que podem aparecer quando o legislador se deparar com riscos específicos”, observou. Fonte: Agência Brasil

Saúde
Beba mais água

A quantidade ideal de água a ser ingerida diariamente depende de vários fatores, como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que realiza, até mesmo o clima e a temperatura do ambiente onde vive. Para alguns, a ingestão de dois litros de água por dia pode ser suficiente. Outros precisarão de três, quatro litros ou mais, como no caso dos esportistas.
O balanço diário de água é controlado por sofisticados sensores localizados no cérebro e em diferentes partes do corpo. Esses sensores provocam sede e nos impulsionam a consumir líquidos sempre que a ingestão de água não for suficiente para repor a água que utilizamos ou eliminamos.
É fundamental atentar nos primeiros sinais de sede e satisfazer de pronto a necessidade de água que é sinalizada pelo organismo. E não é saudável substituir a água por alimentos ultraprocessados, como refrigerantes e bebidas açucaradas. Principalmente as crianças. A água faz parte da categoria de alimentos in natura ou minimamente processados e é essencial para a manutenção da vida. Sem ela, não sobrevivemos mais do que poucos dias. Fonte: Portal Saúde

Orientação segura
Despertar da vida

É importante perceber que o despertar da vida depende de você. Libere seu coração e deixe que ele construa seu destino. A felicidade é uma experiência ligada à sabedoria. Sua vida muda quando você muda. Deixe as pessoas do passado no passado, a melhor cura do baixo-astral é abrir os olhos para o mundo. Enquanto você acreditar, o medo não vai se instalar.
Para viver intensamente é necessário conviver com os riscos. Por isso acredite sempre, por pior que seja a situação. Não deixe a dúvida tomar conta de você. Nosso maior adversário está dentro de nós. É preciso entrar pra valer nos projetos da vida, até que o rio se transforme em mar. Poder é ser dono de sua atenção. Alguém já disse que visão é a arte de ver o invisível. Nós é que transformamos a semente em árvore para poder colher os frutos.
A primeira ponte é a do sentido da vida. A segunda ponte é a do silêncio. A terceira ponte é a da simplicidade. A quarta ponte é a do sentimento. Você é a pessoa que escolhe ser. Um dos segredos da felicidade é saber criar condições para que a vida dependa de nós. Viver é a arte de realizar sonhos. Viver é ser o artista da auto-criação. As mudanças ficam mais fáceis quando o que se passa dentro de você é explicado. O grande néctar da vida é a possibilidade de realizar o divino que existe dentro de cada um de nós. Roberto Shinyashiki

Ação Positiva

"É impossível haver progresso sem mudança e, quem não consegue mudar a si mesmo, não muda coisa alguma." George Bernard Shaw

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