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Postado em 22 de Novembro de 2019 às 15h33

Mensageiro Seguro 1027

Institucional (80)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 22/11/2019 - Edição 1.027 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 22/11/2019 - Edição 1.027
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.


Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1. O arriscado negócio de nadar contra a corrente.
2. Documentos digitais: o papel está caindo no esquecimento.
3. Investir em Previdência Privada no fim de ano garante dedução das contribuições no IR 2020.
4. O que avaliar ao contratar um seguro.
5. Saúde: Saúde do homem: atividade física é fundamental.
6. Orientação segura: Qual a raiz do seu medo.
7. Ação Positiva.

 

O arriscado negócio de nadar contra a corrente

No outono de 2008, quatro estudantes se lançaram à tarefa de revolucionar todo um mercado. Afundados em dívidas, tinham perdido ou quebrado seus óculos e estavam indignados com o alto custo de substituí-los. Um deles vinha usando os óculos quebrados havia cinco anos. Mesmo depois de a receita do oftalmologista ter mudado duas vezes, ele se recusava a pagar por novas lentes tão caras.
A Luxottica, um peso-pesado do setor, controlava mais de 80% do mercado americano. Para tornar os óculos mais acessíveis, os estudantes precisariam desbancar um gigante. Pensando em como a Zappos tinha transformado o mercado de calçados no país vendendo produtos on-line, eles começaram a especular se poderiam fazer o mesmo com óculos.
No entanto, sempre que mencionavam a ideia, recebiam críticas duras. Ninguém jamais compraria óculos pela internet. Era preciso experimentá-los primeiro. A Zappos tinha conseguido vencer essa resistência com calçados, mas havia uma razão para que nunca tivessem feito o mesmo com óculos. “Se fosse uma boa ideia”, eles ouviram, “alguém já a teria posto em prática.”
Eles não tinham experiência em comércio eletrônico ou tecnologia, muito menos em varejo, moda ou vestuário. Apesar de ouvirem que a ideia era loucura, eles recusaram boas ofertas de emprego para fundar uma empresa. Venderiam óculos que normalmente custavam 500 dólares numa loja física por 95 dólares on-line, doando um par para um habitante de um país em desenvolvimento a cada compra.
O negócio dependia de um site operacional. Depois de muito esforço para montar o site, eles enfim conseguiram colocá-lo no ar em fevereiro de 2010. Batizaram a empresa de Warby Parker, combinando os nomes de dois personagens do escritor Jack Kerouac, que os inspirou a se libertarem dos grilhões da pressão social e embarcarem naquela aventura.
Os estudantes esperavam vender um ou dois pares por dia. Mas depois que a revista GQ os chamou de “Netflix dos óculos”, eles bateram a meta de um ano inteiro em menos de um mês, vendendo tão depressa que foram forçados a deixar 20 mil clientes em uma lista de espera. Depois, levaram nove meses para compor um estoque capaz de fazer frente à demanda.
Em 2015, a revista Fast Company divulgou uma lista das empresas mais inovadoras do mundo. A Warby Parker ficou em primeiro lugar. Os três campeões anteriores tinham sido Google, Nike e Apple, gigantes da indústria criativa, todos com mais de 50 mil funcionários. A batalhadora start-up chamada Warby Parker, uma novata, contava com uma equipe de apenas 500 pessoas. Em cinco anos, aqueles quatro amigos haviam construído uma marca badalada e doado mais de um milhão de pares de óculos para pessoas necessitadas, tinha faturamento anual de 100 milhões e era avaliada em mais de 1 bilhão de dólares.
Existem dois caminhos para a realização: conformismo e originalidade. Conformismo significa seguir a multidão, percorrendo os caminhos convencionais e mantendo o status quo. Originalidade é tomar o caminho menos trilhado, defendendo um conjunto de ideias novas que contrariam o pensamento corrente mas que, no fim, resultam em algo melhor.
Pessoas originais são aquelas que tomam a iniciativa de transformar sua visão em realidade. Os fundadores da Warby Parker tiveram a originalidade de sonhar com uma forma não convencional de vender óculos on-line, mas tornaram-se originais quando agiram para torná-los acessíveis e baratos. Adam Grant - livro Originais

Documentos digitais: o papel está caindo no esquecimento

Desde a invenção da escrita, coletamos e processamos informações. Ao longo dos séculos, criamos formas de aproveitar melhor cada dado obtido e, nos anos mais recentes, a tecnologia tem tornado isso mais fácil. Os resultados têm sido melhores do que conseguimos absorver.
No campo da documentação, por exemplo, os conteúdos estão cada vez mais eletrônicos e digitais. Nesse cenário, um dos grandes desafios é a identificação. Fazê-la no mundo online é diferente do que ocorre presencialmente, já que não é possível comparar fisicamente um documento com foto e o indivíduo que ele representa.
E ainda é preciso lembrar que essa identificação não pode ser frágil. Afinal, não se pode permitir que haja repúdio posterior – ou seja, que o cidadão negue depois que efetuou uma determinada operação. Isso é relevante, por exemplo, em transações bancárias. Há menos de dez anos, ainda tínhamos muitos comprovantes físicos em papel. Até o cheque era bastante presente. Entretanto, a evolução tem sido progressiva no setor e essas operações migraram quase completamente para o ambiente online.
Para tornar a identificação mais confiável nesse ambiente, muitas boas ideias surgiram. Apesar disso, ainda há muitas dificuldades práticas – especialmente quando se usa biometria. As impressões digitais, por exemplo, são um traço único em cada indivíduo e podem ser usadas para representá-lo. Nem sempre, porém, é possível contar com elas. Isso porque algumas pessoas simplesmente não as têm ou porque seu desenho é muito tênue para ser validado.
Outra opção é o reconhecimento facial. Por outro lado, ainda não tem efetividade de 100% e pode, então, ser questionado futuramente. Para garantir uma identificação inquestionável, foi criado o conceito de assinatura digital: trata-se de um cálculo matemático complexo que não pode ser adulterado. Se qualquer dado do cálculo for modificado, a assinatura automaticamente se torna inválida, já que não é mais possível obter o mesmo resultado.
E, para efetivamente confirmar esse tipo de assinatura, ela precisa ser associada a um certificado digital. É um processo tão seguro que tem um índice baixíssimo de fraude. Entre os mais de 8 milhões de certificados digitais válidos atualmente, apenas 0,0038% foram atingidos em 2016 e 2017.
Mesmo assim, em comparação com a quantidade de habitantes do país, que já passou os 200 milhões, o número ainda é baixo. E um dos motivos é paradoxal: por segurança, muitos são digitais em alguns aspectos, mas não em outros. Afinal, o mundo se digitaliza mais rapidamente que os cidadãos e essa rapidez dá uma sensação de insegurança.
Outra resposta para a baixa adesão aos certificados digitais é a burocracia. Isso, porém, pode ser mudado com o uso, por exemplo, do blockchain. Afinal, essa tecnologia de blocos encadeados garante que as informações contidas no sistema não possam ser alteradas – assim, a estrutura de acreditação se torna muito forte.
O uso dessas soluções para documentação é um caminho sem volta em todo o mundo e o Brasil é parte da vanguarda. Com o desenvolvimento de novas formas de atestar a segurança delas, é natural que a adoção aumente – por aqui e em outras partes do mundo. Fonte: Notisul

Investir em Previdência Privada no fim de ano
garante dedução das contribuições no IR 2020


Incentivo fiscal é exclusivo na modalidade PGBL e permite que participante deduza os aportes em até 12% de sua renda bruta anual.
Mais um ano está chegando ao fim e aderir a um plano de previdência privada nesta época é o primeiro passo para garantir um futuro tranquilo. Quem já investe nesta ferramenta pode aproveitar os dois últimos meses de 2019 e destinar o 13º salário, a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e os bônus recebidos no período para realizar aportes extras.
“Investir esse dinheiro extra em previdência privada aumenta a reserva financeira futura e também traz benefícios em curto prazo. Ao realizar os aportes até dezembro, o participante consegue deduzir suas contribuições já na próxima declaração do IR”, explica Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.
O incentivo fiscal na previdência privada é exclusivo na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e permite deduzir as contribuições e aportes feitos ao plano em até 12% da renda bruta anual do participante. Trata-se de um adiamento, pois a cobrança do imposto de renda ocorrerá no final, no recebimento do benefício, ou em caso de resgate. A vantagem é que além de pagar menos ou restituir mais IR enquanto investe, o cliente pode reaplicar o dinheiro e aumentar ainda mais sua reserva futura.
A outra vantagem da previdência privada é poder alcançar uma alíquota de IR de 10% sobre o dinheiro resgatado ou sobre o benefício recebido. Para isso, basta escolher o regime tributável que adota a tabela regressiva de alíquotas do IR na hora de contratar o plano. Nesse regime, indicado para quem vai deixar o dinheiro investido no longo prazo, o percentual do imposto sobre cada contribuição chega a 10% após 10 anos de investimento.
Já para quem declara no modelo simplificado, a melhor opção é a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Embora essa opção não seja dedutível do imposto de renda, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL. Ainda assim, aproveitar algum dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma boa forma de aplicar seu dinheiro. Fonte: Segs

O que avaliar ao contratar um seguro?


Você sabe o que é necessário avaliar na hora de contratar seguros? A modalidade mais popular é o de automóvel. As pessoas já têm mais familiaridade com o assunto e, em geral, sabem o que avaliar nas apólices. Mas e se o assunto for o seguro de vida?
A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) revelou que o seguro de pessoas - que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, doenças graves, entre outras modalidades de proteção – registrou avanços em 2018. De acordo com a entidade, a alta foi de 10% em relação aos valores de 2017 e a contratação desse tipo de seguro chegou a R$ 38 bilhões no ano passado. Aliás, em 2017, a arrecadação do segmento ultrapassou, pela primeira vez, a arrecadação do setor de veículos.
Em contrapartida, pesquisa da Universidade de Oxford, em 2017, mostrou que o mercado de seguros ainda tem muito para crescer: 19% dos brasileiros tinham algum tipo de seguro de vida à época, enquanto a média em outros 11 países é de 32%. Ainda há um número importante de pessoas que sequer cogita ter um seguro de vida. Os motivos variam. Um deles tem relação com o valor a ser pago.
Muitas pessoas ainda desconhecem que há seguros no mercado para atender a toda a população - e alguns nichos específicos de mercado - que normalmente cabem no bolso. Essas apólices têm valor mensal a partir de R$ 25,00 e representam uma maneira de poupar algum dinheiro para um momento de necessidade importante.
Há, por exemplo, seguros de vida para pessoas com diabetes, outros específicos para atender a terceira idade, alguns oferecem cobertura como proteção contra doenças graves. Há seguros especiais para pais ou responsáveis por pessoas com Síndrome de Down e outros para tratamento de crianças e jovens de até 19 anos que venham a ter algum tipo de câncer. Ainda, há seguros que incluem cobertura no caso de funeral.
Para definir qual tipo de seguro vai atender melhor as necessidades, é preciso analisar aspectos da vida da pessoa. O seguro ideal vai variar de acordo com o objetivo de cada um, das suas condições de vida e dos planos para o futuro. É interessante conversar com um corretor de confiança para esclarecer dúvidas e entender o que pode ser melhor para o seu perfil. Fonte: Segs

Saúde
Saúde do homem: atividade física é fundamental

Atividade física é mesmo fundamental, um compromisso pessoal e intransferível. "Está mais do que provado que a prática regular (de atividade física) diminui a incidência de problemas graves de saúde, inclusive para pacientes que já estão em tratamento do câncer", ressalta o urologista Giuliano Guglielmetti, médico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e do Hospital das Clínicas (HC). “Escolher um esporte que te motive a melhorar seu desempenho ou mesmo misturar práticas diversas para não enjoar são boas apostas”.Fonte: Hospital Sírio Libanês

Orientação segura
Qual a raiz do seu medo?

Pare por um instante e tente se lembrar de coisas que você deixou de fazer ou fez por causa do medo.Agora pense um pouco em tudo o que você deixou de vivenciar ou poderia ter ganho de experiência de vida se não fosse pelo medo. É angustiante saber que estamos deixando de viver por causa disso. Mas agora vem a pergunta: como vencer o medo?
Cave fundo e ache a raiz do problema. É como uma planta que tem a raiz podre. Se você apenas cortar os galhos, novos galhos problemáticos vão surgir novamente. Mas se você arrancar a raiz podre, uma nova árvore frutífera poderá ser plantada.
O medo muitas vezes têm a sua origem no passado, assim como a ansiedade é gerada a partir da expectativa de um futuro incerto. Não podemos mudar o passado e nem viver um futuro que ainda não existe. Mas sempre podemos encarar o presente de forma corajosa e verdadeira, de peito aberto para o que acontece. Aprenda a confiar em si mesmo e assim nada pode abalar o seu presente. Pois é nele que você vai viver e ser quem você realmente é, e, o mais importante, sem medo. Fonte: eusemfronteiras.com.br

Ação Positiva

“O homem sensato se adapta ao mundo; o insensato insiste em tentar adaptar o mundo a si. Portanto, todo progresso depende do insensato”. George Bernard Shaw

 

Certa Seguros


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