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Postado em 07 de Fevereiro às 17h13

Mensageiro Seguro 1038

Institucional (77)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 07/02/2020 - Edição 1.038 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 07/02/2020 - Edição 1.038
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.


Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1. Ser mais simples.
2. A função da certificação digital na gestão de conteúdo corporativo.
3. O papel do seguro de riscos de engenharia.
4. Cresce número de agricultores com seguro rural.
5. Orientação segura: Não acredite.
6. Ação Positiva.

 

Ser mais simples

Se todo mundo tem o mesmo número de horas num dia, por que algumas pessoas parecem conseguir fazer muito mais do que outras? Como o fazem mais, alcançam mais, ganham mais, têm mais? Se o tempo é a moeda das conquistas, então por que algumas são capazes de engordar seus cofres com mais notas que outros? A resposta está no fato de que o núcleo de sua abordagem é justamente atingir o núcleo das coisas. Essas pessoas focam no mais simples.
Quando você quiser a melhor chance de obter êxito em qualquer coisa que deseja, o caminho a serguir é sempre o mesmo: seja simples. "Ser simples" é ignorar todas as coisas que você poderia fazer, preocupando-se com o que deve fazer. É reconhecer que nem tudo tem a mesma importância e descobrir as coisas que são mais importantes. É conectar com mais vigor o que você faz com o que você quer. É compreender que resultados extraordinários são diretamente determinados por quão específico você pode tornar seu foco.
O jeito de extrair o melhor de seu trabalho e de sua vida é ser o mais simples possível. A maioria das pessoas pensa apenas no oposto disso. Pensam que sucesso grandioso consome tempo e é complicado. Como resultado, seus calendários e suas listas de afazeres acabam abarrotados e esmagadores. O sucesso começa a parecer fora de alcance, então elas passam a contentar-se com menos. Sem saberem que o sucesso maior vem quando fazem poucas coisas da melhor forma possível, perdem-se tentando fazer demais e, no fim das contas, realizam de menos. Com o tempo, reduzem suas expectativas, abandonam seus sonhos e permitem que suas vidas fiquem mais simples. Esse é o jeito errado de ser simples.
Você tem quantia limitada de tempo e energia, portanto, quando se espalha, acaba disperso demais. Quer que suas conquistas somem, mas, na verdade, isso demanda subtração, não adição. É preciso fazer menos coisas para obter mais efeito, em vez de fazer mais coisas com efeitos colaterais. O problema em tentar fazer demais é que, ainda que funcione, acrescentar mais a seu trabalho e sua vida, sem cortar nada, traz muitos problemas: prazos não cumpridos, resultados decepcionantes, muito estresse, tédio, menos sono, má alimentação, nada de exercício e a perda de momentos com a família e os amigos - tudo em nome de correr atrás de uma coisa que é mais fácil de conseguir do que você imagina.
Ser simples é um caminho fácil de seguir em busca de resultados extraordinários, e dá certo. Dá certo o tempo todo, em qualquer lugar e com qualquer coisa. E essa é a ideia.
Gary Keller e Jay Papasan, no livro A única coisa

A função da certificação digital na gestão de conteúdo corporativo


A gestão de conteúdo corporativo, também conhecida pela sigla em inglês ECM - Enterprise Content Management, é o conjunto de estratégias, ferramentas e métodos para garantir a qualidade na captura, armazenamento, preservação, gestão e disposição de documentos da empresa ou seja, de todo o conteúdo produzido por uma corporação.
O certificado digital é uma importante tecnologia a ser agregada ao processo de gestão de conteúdo corporativo e não se resume a comprovar identidade, sendo também prova de integridade, confidencialidade, autoria. Ao adotar o certificado digital, os dados ficam menos vulneráveis, com menos incidentes de segurança da informação e menor dado para o sistema como um todo.
Na sociedade da informação administrar uma empresa – privada ou pública – exige do gestor uma qualidade fundamental na tomada de decisões: a velocidade para identificar quais são os ativos informacionais, como impactam na qualidade do serviço prestado ou na produção de um objeto. O capital informacional é um ativo imprescindível na definição das estratégias de negócios.
O foco da ECM é realizar com eficiência todos os processos – incluindo fluxo e segurança da informação – relacionados com a produção de conteúdo organizacional e documental em diferentes formatos. A Norma Brasileira – NBR ISO/IEC 27002 de 11/2013 – Tecnologia da informação – Técnicas de segurança – Código de Prática, editada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, fornece diretrizes para as práticas de gestão de segurança da informação e normas de segurança da informação para as organizações e sugere mais de cem itens de controle, sendo um deles o controle de acesso.
Justamente a porta que deveria ser aberta exclusivamente com o uso do certificado digital no padrão ICP-Brasil. Ao implantar a gestão de conteúdo, o gestor já sabe de antemão quais são as vantagens para o seu negócio. Destacamos as principais como o acesso rápido, simultâneo e on-line a arquivos, mais segurança para os dados, agilidade no processo de envio, recebimento, devolução e tramitação de textos e documentos.
Provedores de internet, buscadores, redes sociais usam dados dos usuários para fazer negócios e crescer financeiramente. Isso significa dizer que a informação tem muitos valores, a partir de usos diferenciados, interpretações e dados de clientes têm valores monetários. Por ser valiosa, a informação precisa ser preservada e o sistema de acesso, controlado e restrito. É nesse caso que entra o poder do certificado digital, como parte da segurança da informação, atividade que envolve medidas para garantir, no ambiente digital, a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, seja de uma organização ou de um indivíduo.
Em qualquer tipo de organização, os riscos com ataques cibernéticos a sistemas e serviços para sequestrar ou raptar informação têm sempre a mesma finalidade, que é a prática de crimes seja de extorsão ou uso indevido do dados para falsificar identidades. Por isso, a gestão dos conteúdos deve ser pautada, principalmente, na segurança e controle. Fonte: Marcelo Buz - diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação-ITI

O papel do seguro de riscos de engenharia

O objetivo principal dos Seguros de Riscos de Engenharia é garantir ao construtor a indenização dos prejuízos causados por acidentes (eventos súbitos e imprevistos) que porventura venham a ocorrer durante a execução de obras.
Contudo, o impacto do seguro na sociedade transcende ao que se pode depreender da definição acima. O Seguro de Riscos de Engenharia é um catalisador de desenvolvimento e uma ferramenta de equilíbrio econômico. Graças a ele, os empreendedores, sejam proprietários das obras ou os próprios construtores, se sentem devidamente respaldados para conduzirem suas atividades. Esse respaldo abrange, além dos empreendedores, os organismos responsáveis por financiar a indústria da construção.
A consequência de uma sociedade sem o Seguro de Riscos de Engenharia seria a ausência de financiamento de obras mais complexas, assim como da utilização de métodos construtivos inovadores, obras estas fundamentais para o desenvolvimento da infraestrutura de um país. Em um cenário sem seguros, obras mais rotineiras seriam financiadas, mas com taxas de juros significativamente maiores do que aquelas cobradas atualmente, a fim de se incorporar os riscos associados.
Contudo, bancos possuem aversão ao risco e tendem a precificar de forma conservadora os riscos existentes se comparados com as seguradoras. Exemplo significativo é a diferença de preços entre uma fiança bancária e um Seguro Garantia. Em relação ao Seguro de Riscos de Engenharia, não há parâmetros comparativos, pois não é um risco que, na prática, os bancos queiram tomar.
Quem possui apetite por risco são as seguradoras e, especialmente, as resseguradoras, empresas cuja missão e destino são a transferência dos riscos mais vultosos e voláteis da sociedade, como, por exemplo, os riscos associados à construção de grandes obras de infraestrutura, que são essenciais para o desenvolvimento de qualquer país.
A atividade de construção, em geral, possui série de riscos inerentes e, em muitos casos, difíceis de serem identificados ou previstos. As próprias normas de construção, como a NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto, possuem em suas formulações uma série de fatores obtidos a partir de conceitos e metodologias probabilísticas. Ou seja, as construções são projetadas para terem uma possibilidade de colapso ou ruptura remota, mas não nula.
E por que não se projetam estruturas com a possibilidade de colapso nula? Porque as melhores práticas da construção também estão baseadas em aspecto econômico, ou seja, a possibilidade de colapso ou de ruptura tem que ser remota o suficiente, mas, por outro lado, a construção precisa ser viável do ponto de vista financeiro. Quanto mais segura for a construção, mais onerosa será a sua construção. Então, existe um ponto ótimo entre custo e segurança, justamente definido pelas normas técnicas e as melhores práticas de construção.
Somam-se aos riscos inerentes a quaisquer métodos construtivos, as incertezas envolvendo as mais diversas variáveis. Podemos citar, entre tantas outras: as condições do solo, a qualidade do material de construção, bem como da mão de obra e a possibilidade de ocorrência de eventos climáticos devastadores.
Com o intuito de ilustrar melhor, imaginemos uma falha no maciço rochoso do subsolo não identificada durante a campanha de investigação do subsolo ou de sondagens. Ou um vendaval ou chuva extrema que raramente ocorrem na região da obra ou, quem sabe, um incêndio causado por um curto-circuito ou queda de balão durante as festividades juninas. Quanto seria necessário onerar as obras para se anular a possibilidade de materialização de todos esses riscos? Certamente não seria algo viável economicamente. Em muitos dos casos, não seria algo, até mesmo, possível.
Diversos desses riscos são possíveis de serem mitigados ou tratados adequadamente, mas nunca totalmente neutralizados. Ainda existe a possibilidade de uma combinação de fatores não imaginada ocorrer, de uma forma quase impossível de ser prevista, tendo em vista a multiplicidade dos fatores e a miríade de possíveis combinações.
Os grandes acidentes relacionados com obras, no Brasil e no mundo, via de regra possuem em sua raiz de origem múltiplas causas, com série de diferentes fatores que se relacionaram de tal forma a produzirem o acidente. Por exemplo, grandes acidentes podem estar associados a projetos deficitários aliados à ocorrência de uma determinada falha geológica ou, em outro caso hipotético, material construtivo inadequado aliado ao erro de execução e combinados com um evento climático incomum, que serviu de gatilho para a ocorrência do acidente. É raro um acidente de grandes proporções em que se consegue identificar uma causa única e inequívoca.
Pode-se afirmar, sem dúvida alguma, que é impossível tornar qualquer obra livre de risco, por melhores que sejam as práticas construtivas e de gerenciamento de riscos. É possível e necessário mitigar qualquer exposição que se possa vislumbrar, mas impossível extinguir na totalidade os riscos a que uma construção fica exposta.
Por todos esses motivos, o Seguro de Riscos de Engenharia é uma conquista da sociedade. Permite aos proprietários, construtores e agentes financiadores contarem com a segurança necessária para empreenderem, sabendo que, na hipótese de um evento imprevisto, terão o respaldo financeiro para reconstruírem o bem afetado e prosseguirem com as suas atividades.
Fonte: Lucas Schreiner Garcez Lopes e Patrícia Helena Scandura Costa, engenheiros civis, docentes da Unisincor (Universidade Corporativa Sincor) - Segs

Cresce número de agricultores com seguro rural

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural aumentou 19% no ano passado.

No período, todo o orçamento do Programa, de R$ 440 milhões, foi utilizado, permitindo o aumento do número de produtores com a lavoura segurada e o crescimento do total de terra abrangidos pelo seguro. A área segurada atingiu 6,9 milhões de hectares, beneficiando 58 mil produtores, sendo que 24% deles pela primeira vez.
O seguro rural garante que os produtores conseguirão passar empréstimos tomados para o plantio e colheita, mesmo que haja revés em caso de quebra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo), ou de variação de preços. Fonte: Segs

 

Orientação segura
Não acredite


Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o. Buda

Ação Positiva

"Toda grande mudança começa com dominós em queda". B.J. Thornton

 

Certa Seguros
Av.Getulio Vargas 1403N Sala 201
Ed.Don Ricardo
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(49)3321-1100


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