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Postado em 23 de Abril às 15h16

MENSAGEIRO SEGURO 1101

Institucional (124)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.101 – Ano XIV – 23/04/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.101 – Ano XIV – 23/04/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Gestão eficaz do tempo
2. Um ano após o primeiro pagamento por Covid-19 do Brasil, PASI bate recorde de atendimento
3. Busca por seguro de vida acelera na pandemia
4. Saúde: Uma vida com mais disposição!
5. Orientação segura: Antifrágil
6. Ação Positiva


Gestão eficaz do tempo


Inexorável em sua passagem o tempo é um recurso não estocável, mas igualmente distribuído entre nós. Cada um recebe pela manhã o mesmo pacote de 24 horas. A grande questão é o que faremos com nosso tempo. O presente ano terminará para todos; para quem trabalhar ou não, estudar ou não, ler ou não, perdoar ou não, assim como foi com o ano anterior.

Vamos a ideias que nos ajudem a fazer melhor uso desse precioso recurso:
1. Defina claramente o que quer. Boa gestão do tempo é usá-lo para fazer coisas que nos aproximem de nossos objetivos maiores. É importante que estes objetivos estejam definidos de modo específico, sempre que possível numérico e com prazo. Evite objetivos vagos como “Quero ganhar mais”. Um objetivo bem definido seria: “Quero aumentar minha renda em 50% até o final deste ano”. Objetivos claros representam o primeiro passo para a boa gestão do tempo. Faça, hoje mesmo, uma lista, por escrito, de seus objetivos. Clareza é poder!

2. Planeje o dia. Todos os dias, à noite, faça uma lista das tarefas do dia seguinte, sobretudo daquelas que correm risco de serem procrastinadas. Perguntaram a um grande empresário: Qual é o segredo de seu sucesso? Ele respondeu: Planeje o dia! Siga o plano!

3. Quebre o hábito da procrastinação. Usualmente deixamos para depois tarefas que são difíceis, aborrecidas, assustadoras ou de alguma forma desagradáveis, mesmo que sejam importantes, ou até indispensáveis, para o alcance de nossos objetivos. Sua sistemática postergação nos afasta da eficiência e do sucesso. Para vencer um hábito é preciso abraçar outro. Adote, portanto, o hábito de começar não pelas missões fáceis, mas exatamente pelas difíceis, a não ser que exista um motivo lógico para inverter esta ordem. Dedique-se pela manhã, como primeira tarefa, à mais desagradável atividade da lista de responsabilidades daquele dia. Ao concluir isto; a missão estará cumprida, seu caráter estará fortalecido e um novo hábito estará em construção.

4. Controle os ladrões de tempo. Existem muitas ameaças ao bom uso de nosso tempo, mas merecem especial destaque a Internet e as redes sociais. Não será necessário procurar muito para encontrar pessoas que participam de 35 grupos de WhatsApp e recebem, em média, 1000 mensagens diárias, respondendo a mais de 200 delas, em sua maior parte, com “kkkkk”. A não ser que sejam absolutamente indispensáveis, saia, hoje, da maior parte desses grupos. Como nos ensina Brian Tracy “A tecnologia é um ótimo servo, mas um péssimo senhor”. Bem usados estes são recursos extraordinários, mas podem tornar-se perigosos ladrões de tempo.

5. Termine o que começou. Não há nada de errado em abandonar uma tarefa, se para isso houver um motivo legítimo. Infelizmente o que ocorre, com frequência, porém, é a não conclusão de tarefas por falta de foco, disciplina ou organização. A tarefa inconclusa é como um curto circuito que drena sua força. Ao terminar aquilo que começou você constrói um sentimento de realização que lhe dará energia para as próximas missões. Termine aquilo que começou!

Alan Sant’Anna é palestrante e escritor, autor do livro Tempo e Sucesso.


Um ano após o primeiro pagamento de indenização por Covid-19 do Brasil, PASI bate recorde de atendimentos



Completou-se um ano da data em que foi paga a primeira indenização em decorrência de COVID-19 (08 de abril de 2020) e o PASI contabiliza atualmente mais de 350 famílias indenizadas em decorrência de morte em virtude do novo coronavírus.

Um dado que também chamou atenção é que além das indenizações por morte, já ocorreram algumas solicitações de indenizações por invalidez permanente por doença do segurado. “O PASI foi o primeiro a indenizar uma morte causada pela pandemia no Brasil”, destaca André Araújo, gerente de Relações Institucionais do PASI.

André ressalta que a média de idade dos segurados falecidos é de 56 anos, sendo que a grande maioria dos sinistros, 76%, ocorreram com segurados do sexo masculino. Além disso, destaca-se que o estado de São Paulo contabilizou a maior parte das vítimas, representando 36% do total.

Durante a pandemia, a Central de Amparo PASI bateu vários recordes de atendimentos. Foram contabilizados 5.070 acionamentos, representando um aumento de 337% na utilização dos serviços disponíveis. Neste período, a maioria dos atendimentos prestados, 43%, foram relativos a traumas, transtornos e fobias, seguidos por apoio ao luto, que representou 13% dos acionamentos. O pico ocorreu no mês de abril de 2020 com 600 atendimentos realizados em um único mês.

Desde que foi criada, em abril de 2016, a Central já realizou cerca de 12.000 atendimentos de segurados e familiares espalhados por todo o Brasil. A Central de Amparo PASI oferece aos segurados e suas famílias as assistências: Psicológica, Social, Nutricional, Fitness, Avaliação e Recolocação Profissional. No ano passado, por alguns meses, todas essas assistências foram disponibilizadas gratuitamente para os segurados PASI que não possuíam as assistências contratadas e também para os corretores de seguros e suas famílias, para que todos que precisassem de apoio, pudessem ser amparados e atendidos pelos profissionais de cada área.

Durante a pandemia, estão sendo atendidas pessoas com sintomas, diagnosticada com o vírus, que temem a contaminação da doença e até pessoas que foram internadas e que se recuperaram. “A Central de Amparo PASI contribuiu e fez diferença na vida dos segurados e de seus familiares em diversos momentos, amenizando angústias, incertezas e inseguranças”, enfatiza Araújo, acrescentando que a pandemia veio elucidar sobre a importância destes serviços que promovem o bem-estar, a saúde física e mental das pessoas. “Nossa equipe se orgulha de estar cumprindo seu propósito social de proporcionar apoio e segurança em todos os momentos, gerando a inclusão e amparo através da proteção securitária”, conclui Araújo. Fonte: Sincor News-SC

Busca por seguro de vida acelera na pandemia



A pandemia trouxe à tona a consciência de que os riscos estão próximos e por toda a parte. E essa percepção de vulnerabilidade tem levado uma parcela cada vez maior de brasileiros a buscar um seguro de vida.

Em 2020, as contratações individuais do produto cresceram 26,2% em termos de prêmios pagos, em relação ao ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). No primeiro bimestre de 2021, o ritmo de crescimento se manteve com avanço de 24,9% ante o mesmo período de 2020.

O segmento de vida em grupo, do qual fazem parte os produtos oferecidos pelas empresas aos funcionários, também apresentou crescimento de 3,6% em prêmios ainda que a economia tenha retraído 4,1% no ano passado. Como se trata de benefício corporativo, a demanda está mais ligada ao desempenho econômico do que ao comportamento individual.

Na mesma toada, outro produto ligado aos riscos pessoais, o auxílio funeral, registrou alta de 26,58% nos dois primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2020. Já o seguro de doenças graves/terminais, segundo a Fenaprevi, avançou 19,14% no período.

Em termos de alcance, o ramo auto ainda é líder no mercado como um todo, com pouco mais de 30% da frota segurada. “Mas, diante das mudanças, o seguro de vida tem potencial para alcançar o patamar do auto”, avalia a superintendente da área de seguro de pessoas da Brasilseg, Karina Massimoto. No caso do produto vida, o percentual de produtos contratados em relação ao público total alcança 15%, segundo levantamento do Ibope em conjunto com a seguradora Prudential. A média global, conforme o estudo, é de 32%.

Na avaliação da presidente da Comissão de Riscos da FenaPrevi, Ana Flavia Ribeiro Ferraz, o próprio cenário de incertezas, que vão da saúde à economia, “aumenta a percepção da necessidade de cobertura, principalmente de seguro de vida”. Visão semelhante é expressada pelo CEO da Icatu, Luciano Snel. “Agora as pessoas também já começam a perceber o seguro de vida como um investimento para o longo prazo”, avalia. Antes da pandemia, “a previdência tinha se tornado um produto de primeira necessidade aos brasileiros, mas faltava vir junto o ramo de vida”.

Conforme Snel, “as pessoas começaram a ver como a vida é frágil e quebrou-se o tabu de se falar sobre a morte”. O sofrimento com o isolamento e a crise sanitária fez com que “as conexões afetivas ficassem ainda mais fortes”. A dirigente da Fenaprevi explica que esse sentimento tem se mostrado mais amplo e atinge todas as faixas etárias. “Uma tendência interessante para a indústria é que a busca por seguros de vida tem se mostrado mais forte numa população mais jovem.”

De acordo com Ana Flavia, a busca por seguro de vida entre pessoas de 18 a 34 anos saltou de 7% antes da pandemia para os atuais 31%. “É uma tendência bem importante para o setor.” A necessidade tem sido maior do nunca. Sob impacto da covid-19 houve um crescimento ainda mais forte do volume de indenizações a serem pagas pelas seguradoras comparado ao avanço das receitas.

O seguro de vida individual acusou uma alta de 43% nos sinistros em 2020 na comparação com 2019, conforme os números da FenaPrevi, de R$ 524 milhões para R$ 749 milhões. Já o vida em grupo teve um aumento de 17,10% no período, saindo de R$ 5,3 bilhões para R$ 6,2 bilhões. No agregado, os seguros de vida acumularam um volume de indenizações de R$ 6,94 bilhões no ano passado, uma alta de 19,45% em relação a 2019, segundo a FenaPrevi.

O aumento da demanda pelo seguro de vida diante de uma maior conscientização das pessoas sobre a proteção financeira aos familiares veio para ficar, na visão da superintendente da Brasilseg. “A questão da pandemia sensibilizou a população”, diz. “Acredito que essa maior sensibilidade à necessidade de proteção vai permanecer mesmo após a pandemia”, acrescenta.

Segundo Karina, a seguradora da BB Seguridade verificou um crescimento de 21% na procura por seguro de vida no período da pandemia. Na visão da superintendente da Brasilseg, “as pessoas mais jovens e os solteiros começam a olhar mais para esse tipo de cobertura, porque percebe que a falta delas seja pela morte ou invalidez vai deixar um vazio aos familiares que são ajudados financeiramente, como pais e outros entes”.

O executivo-chefe de Marketing (CMO) da MAG, Nuno David, enxerga a expansão do mercado de vida como estrutural. De acordo com o executivo, a pandemia acelerou tendência que tem na base a própria ampliação da classe média brasileira nos últimos 20 anos.

David afirma que, nas últimas duas décadas, a classe média do país saltou de 16 milhões de pessoas para mais de 100 milhões, em um movimento gradual disseminado ao longo desses 20 anos. “Isso significa que existem famílias que garantiram patrimônio e outras que ainda estão na fase de construção desse suporte”, diz. “Então, conforme as pessoas conseguem ter uma residência, guardar dinheiro e montar uma estrutura que assegure o conforto da família passam a ter novas demandas. Nessa fase, começam a perceber a necessidade de proteger a família.”

Para David, “a pandemia a um custo dramático acelerou todo esse processo”. O CMO da MAG pondera que a demanda pode ter aumentado, mas já era algo estrutural. O executivo lembra que, em termos absolutos, o volume de prêmios arrecadados com os seguros de pessoas, dos quais o principal é o vida, já ultrapassou o de automóveis desde 2017. “Essa diferença tem crescido ano a ano”, pontua o especialista.

A pandemia também acelerou outra tendência relacionada ao produto. Os seguros de vida atualmente vão muito além das proteções por morte e invalidez. A maioria das grandes companhias do setor adotou o conceito de uso em vida, ou seja, de agregar benefícios que podem ser usufruídos pelos usuários durante a vigência da apólice.

Os serviços vão de teleconsultas para checkup a assistência aos animais de estimação. O seguro de vida da MAG, por exemplo, inclui cobertura para doenças graves. Essa proteção paga uma indenização que pode ser usada para custear parte do tratamento, caso o usuário seja diagnosticado com Alzheimer, AVC, câncer, infarto, insuficiência renal crônica, Parkinson, paralisia de membros e perda da fala, da visão e da audição.

A Brasilseg oferece telemedicina, exames para checkup e uma assistência pet, para consultas veterinárias e funeral do animal de estimação. Segundo a superintendente da seguradora, o plano mais completo traz ainda a possibilidade de o usuário fazer um mapeamento genético que pode verificar predisposições como intolerância a lactose a doenças autoimunes. Fonte: Valor Econômico

Saúde: Uma vida com mais disposição!

Alimentação saudável, terapias, óleos essenciais e até mesmo o autoconhecimento de seus pensamentos podem trazer mais ânimo para o seu dia a dia.

Terapia - Cuidar de si mesmo por uma hora na semana faz muita diferença e, para isso, as terapias podem te ajudar. “Independente de qual seja, a terapia chama a pessoa para uma reflexão pessoal e de autoconhecimento que a coloca em contato consigo mesma, descobrindo coisas das quais ela talvez não fizesse nem ideia. Isso renova a vida e, consequentemente, gera maior disposição para o dia-a-dia”, conta a terapeuta integrativa e psicóloga Vanessa Queiroz (SP).

Suplementos naturais - Algumas bebidas têm efeito energético e podem trazer uma disposição extra nos dias em que você estiver cansado. “A água de coco, por exemplo, auxilia na hidratação e é uma fonte de vitaminas B e C, que participam do processo de energização do organismo. O café, o chá-verde e o pó de guaraná são fontes de cafeína, que acelera o metabolismo garantindo uma melhora no humor e na disposição”, indica a nutricionista Maria.

Alimentação adequada - Uma alimentação saudável e equilibrada pode trazer efeitos para a produtividade e a qualidade de vida. “O consumo da dopamina e da noradrenalina presentes em leguminosas, carnes magras, ovos, alface e folhas verdes escuras, oleaginosas, frutas como banana, abacate, laranja, maracujá e uva, entre outros alimentos, resulta em energia e disposição para o organismo”, indica a nutricionista da Estima, Nutrição Maria Carolina Vieira (SP).

Meditação - Focalizar a sua atenção ao meditar pode fazer com que você se sinta até mais disposto. Técnicas como a do mindfulness pode te ajudar! Fonte: Viva Saúde

Orientação segura: Antifrágil

“Antifrágil” é um termo relativamente novo, que ainda está sendo descoberto como uma habilidade fundamental nas nossas vidas. Muitos acreditam que a antifragilidade é simplesmente o oposto da fragilidade. Então imaginariam que ela se trata de algo que não quebra, que não sofre qualquer mudança quando é submetida a um desafio. Mas será que é isso mesmo?

Uma pessoa que é antifrágil não é apenas resistente à fragilidade. Mais que isso, a antifragilidade indica que uma queda, um obstáculo ou um imprevisto irá fortalecer esse indivíduo, que descobriu como aproveitar essas situações de forma positiva, a ponto de se blindar contra elas.

A antifragilidade é uma característica que nos permite enxergar o que há de melhor nos momentos desafiadores, para que sejamos capazes de aprender com eles e de nos fortalecer. Não seremos os mesmos depois de cada dificuldade, porque seremos melhores do que antes.

Nesse sentido, uma pessoa antifrágil é aquela que se transforma constantemente, porque está sempre evoluindo. Ela não acredita que os problemas e os obstáculos são maiores do que ela, e sim que lhe fornecem o impulso para seguir em frente e aprender. Existe uma maneira mais eficiente de viver a vida? Fonte: Eu sem fronteiras

Ação Positiva

"O desafio das lideranças está em perceber o surgimento da força da mudança e em acompanhar o seu movimento." Willis Harman

 

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