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Postado em 09 de Novembro às 14h48

Mensageiro Seguro 973

Institucional (20)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC A importância de um seguro Nos últimos anos, ter um seguro se tornou quase um item de primeira necessidade. Na tentativa de amenizar prejuízos, muitas...

A importância de um seguro

Nos últimos anos, ter um seguro se tornou quase um item de primeira necessidade. Na tentativa de amenizar prejuízos, muitas pessoas recorrem aos serviços de seguros e consequentemente movimentam milhões na economia todos os anos, correspondendo a aproximadamente cerca de 6% do PIB brasileiro, com projeção de alcance de 7,4% em 2025.
Em um mundo interconectado e em rápida mudança, é obrigação do corretor de seguros encontrar novos caminhos e reformular seu negócio para identificação de novos pontos de crescimento, desta forma obtendo alterações tecnológicas disruptivas, tendo presente que o sucesso depende da eficácia e da implementação da inovação.
O corretor de seguros é um especialista, alguém treinado para entender dinâmicas e necessidades de perfis, avaliando diferentes tipos de riscos. Cabe ao corretor de seguros estar ao lado do segurado em todos os momentos, desde a melhor alternativa para manter a proteção adequada para aquele risco, até todo o processo de regulação, liquidação de sinistro e recebimento da indenização.
Sob este aspecto, pode-se dizer que o corretor de seguros é tão essencial quanto o médico ou o advogado, garantindo a proteção do patrimônio, ao complemento da aposentadoria e aos recursos necessários para a família seguir em frente após a falta de um de seus integrantes.
O negócio de seguro é extremamente específico e técnico, não é para amadores ou diletantes, quem conhece esse universo por dever de profissão é o corretor de seguros.
O segurado mantendo distância de empresas como associações, cooperativas e corretores que não são cadastrados na Superintendência de Seguros Privados dificilmente terá surpresas. O consumidor precisa se atentar sobre a insegurança e a falta de reais garantias por trás da fachada de um suposto seguro, o produto oferecido por esses amadores que trazem uma concorrência desleal para o mercado segurador e também coloca em risco a saúde financeira da população.
Cada setor enfrenta desafios diversos, no entanto, todas as exigências e expectativas convergem na necessidade em aumentar a competitividade e o sucesso do nosso mercado, principalmente na era do cliente digital.
O desafiador cenário para o corretor de seguros é fornecer alternativas inovadoras de interação entre o segurado e a seguradora de forma integrada e contínua, melhorando a experiência do serviço de uma consultoria eficaz e especializada. Por Sandro César Alarcão

Isso é ético?

Com muita frequência sou chamado a fazer apresentações sobre ética nas empresas. O que mais me chama a atenção é que a maioria das pessoas parece não ter consciência de que a ética ou a falta dela se revela em comportamentos e atitudes, muitas vezes, despercebidos e sequer vistos como parte da ética profissional.
É preciso lembrar que ética ultrapassa o simples conceito de honestidade. Muitas pessoas me dizem serem éticas porque são honestas. - Nunca peguei nada de minha empresa escondido, sequer um lápis! Sou totalmente ética! Me disse orgulhosamente uma funcionária. É claro que a elogiei pela honestidade, mas disse a ela que isso não cobria todos os aspectos da ética. Pegar coisas da empresa e levar para sua casa é crime, furto. E se alguém levar um lápis ou uma canetinha da empresa para sua casa de forma repetida, será um “crime continuado” com sérias implicações penais.
É preciso, expandir o conceito de ética para muito além da honestidade para que realmente possamos dizer que somos éticos de verdade. Assim, a discussão sobre ética na empresa deve levar em conta aspectos, muitas vezes, deixados de lado e que são fundamentais. É ético?
- É ético eu saber de problemas em minha empresa e não levar aos canais internos competentes e comentar sobre esses problemas em público?
- É ético eu ter informações relevantes para o trabalho de colegas e não passar essas informações a ele ou ela?
- É ético eu usar, sistematicamente, produtos da concorrência da empresa em que trabalho?
- É ético eu roubar ideias de meus colegas dizendo às chefias que as ideias foram minhas?
- É ético eu não participar dos programas e projetos de minha empresa para os quais fui convidado?
- É ético eu não buscar, por conta própria, saber mais sobre minha área de atuação profissional?
- É ético eu fazer vista grossa a pequenos problemas de qualidade em minha atividade profissional?
Pense nisso. Sucesso! Luiz Marins – consultor, escritor e palestrante




O bilionário e “ignorado” mercado de consórcios no Brasil

Um mercado robusto exige uma postura robusta diante dos desafios, afirma Jean Calegari, formador e consultor de profissionais e gestores de consórcios. Segundo a ABAC, o mercado de Consórcios é multibilionário e já ultrapassou os R$ 66 Bilhões no Brasil em 2018.
Antigamente, boa parte dos profissionais eram funcionários de administradoras de consórcios ou de concessionárias de veículos. Hoje o surgimento de novos profissionais, gestores e de empreendedores cresceu bastante. Com isso o crescimento abrupto de representantes no mercado impactou muito a competitividade. Inclusive muitos operam no mercado para mais de uma administradora.
O que se torna ainda mais desafiador para quem empreende e quer um crescimento sustentável no setor. A necessidade agora não é mais de formar apenas bons vendedores e sim excelentes gestores. Profissionais capacitados em gestão, planejamento e com posicionamento diferenciado no mercado.
Nos últimos dois anos, esse tem sido um mercado em grande transformação. A convergência das tecnologias e a nova realidade de centralização das soluções no cliente é um fator chave para isso. O que antes era apenas uma venda ao consumidor, agora é uma mudança de paradigma para os profissionais. Surgindo assim, o novo perfil de Profissional de Consórcios como Consultor de Consórcios e Empresário. "Com o consumidor mais exigente e seletivo, o papel do profissional de consórcios, agora é consultivo." diz, Calegari.
Atualmente existem dois tipos de profissionais de consórcios no mercado. Os profissionais que estão evoluindo para essa nova realidade e os que estão sendo deixados para trás. Neste novo e dinâmico contexto, estão surgindo iniciativas pioneiras. Como é o caso da formação do Grupo de Profissionais de Consórcios XTREME, um grupo fechado e gratuito no Facebook. (link: http://bit.ly/grupo-opcx) Desenvolvido genuinamente por profissionais do segmento para os profissionais de consórcios. Sem nenhum vínculo com administradoras. Fonte: Segs

Por que o seguro transportes de cargas é importante para PMEs

Empresas de pequeno e médio porte são responsáveis por 70% da carteira do Porto Seguro Transportes.
O seguro transportes de cargas, responsável por cobrir danos e garantir a segurança da mercadoria desde o embarque até a chegada ao destino, pode ser contratado por empresas transportadoras - para garantir a segurança da carga de terceiros que estão sob sua responsabilidade - ou pelo dono da carga, que deseja transportá-la com mais garantia.
Para atender aos diferentes tipos de empresas e setores, o Porto Seguro Transportes oferece soluções personalizadas para as Pequenas e Médias Empresas, que representam 70% da carteira da seguradora.
Para as PMEs, o mais importante é conseguir um seguro que possa ser personalizado e tenha agilidade na contratação, pois isso permite ao empresário oferecer uma solução completa ao seu cliente, seja o dono da carga ou a pessoa que tenha adquirido e precisa recebê-la em segurança. "Um exemplo é a possível contratação do seguro para transporte de cargas avulsas, nacionais ou internacionais (disponível ao proprietário da mercadoria), que é oferecido pelo Porto Seguro Transportes", afirma Jarbas Medeiros, superintendente do produto.
No Porto Seguro Transportes, o contratante possui coberturas para capotagem, colisão ou tombamento do veículo, incêndio, raio ou explosão, desmoronamento ou queda de terra, entre outras. Além disso, é possível contratar, coberturas para roubo e despesas diretas e exclusivamente vinculadas às operações de transporte. Como benefício, há o guincho 24h, assistência à carga e sistema próprio de averbação.
Para contratar, é importante procurar um Corretor de Seguros e entender as opções disponíveis que mais se adequam ao perfil da sua empresa. Fonte: Segs


Como preparar jovens para profissões que ainda não existem

Indicadores que tratam do profissional do futuro trazem para o presente uma questão preocupante para pais, mães e educadores: como preparar os jovens de hoje para profissões que ainda nem existem? A resposta pode estar na formação sócio emocional do aluno, muito mais que no preparo para sua inserção profissional.
A preocupação é real. Dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelam que, em 2030, cerca de 65% dos alunos do Fundamental 1 atuarão em profissões que ainda não existem.
“Diferentemente das profissões, que mudam de acordo com o avanço da tecnologia e até de acordo com a necessidade e carência do mundo, as competências sócio emocionais são atemporais. Habilidades como autonomia, inteligência e estabilidade emocional, além de capacidade de refletir e de tomar decisões, são algumas contempladas por essas competências e que são fundamentais para o aluno hoje sentir-se seguro para o mercado futuro, que tem começado cada vez mais cedo”, explica Morgana Batistella, gerente do programa Líder em Mim (OLEM), da Somos Educação.
Para Morgana, a escola tem papel fundamental na construção e lapidação dessas habilidades. “A formação cognitiva e técnica não será mais suficiente para preparar esses alunos, que enfrentarão o novo, fruto da complexidade, globalização e automação que o mundo tem passado e continuará passando. Ela deverá vir juntamente com o desenvolvimento dessas competências emocionais, de forma que a escola prepare o educando para o convívio social, bem como para uma vida profissional de sucesso, capaz de atender as exceptivas do mercado e das empresas na próxima década”, revela a gerente do Líder em Mim.
Um relatório produzido pelo Fórum Econômico Mundial, em 2016, listou dez das principais habilidades que todo profissional deve ter até 2020. Competência para a resolução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, trabalho em grupo, inteligência emocional, tomada de decisão responsável, serviço comunitário, negociação e flexibilidade compõem essa lista.
“Quando ensinadas ainda na etapa escolar e bem trabalhadas, essas habilidades permitem que o aluno consiga entender e agir de forma mais preparada diante da volatilidade, incerteza e complexidade da sociedade moderna”, conclui Morgana. Fonte: Segs

Saúde
Vício em videogames é, oficialmente, considerado distúrbio mental

A partir de maio de 2018 a condição será uma doença, de acordo com classificação da OMS. Desde 2012, porém, “o uso excessivo de videogames tem sido associado a alguns sintomas e situações de saúde, como alucinações auditivas, lesões por esforço repetitivo (‘nintendinites’), enurese, encoprese e crises epiléticas”, afirma o dr. Fabio Pinato Sato, psiquiatra do Einstein.
Além disso, o especialista também recorda que em 2013 o vício em videogames foi incluído como Transtorno de Jogo pela Internet na 5ª revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, mas como uma condição para estudos posteriores.
Segundo o dr. Sato, o videogame se torna um problema quando o seu uso passa a ser excessivo ou até mesmo, compulsivo, interferindo nas atividades de vida diária, reduzindo ou alterando as relações sociais, familiares e escolares. O tempo dedicado ao videogame é o tempo retirado das outras atividades.
Atualmente, vários estudos mostram resultados consistentes que demonstram a semelhança entre os mecanismos neurais subjacentes ao uso de substâncias químicas e o vício de videogames. Fonte: Hospital Albert Einstein

Orientação segura
Problemas? Resolva-os!

Uma das coisas que mais atrapalham os relacionamentos é jogar os problemas mal resolvidos para debaixo do tapete.
Pode até parecer mais cômodo, inicialmente, deixar pra lá, não criar confronto ou mesmo abrir mão de seu ponto de vista para o bem da relação. No entanto, problemas mal resolvidos sempre voltarão para nos mostrar que é melhor enfrenta-los e resolvê-los.
Que problemas você está empurrando com a barriga e não quer encarar?
Uma pessoa bem sucedida sabe que os problemas são a matéria-prima para o desenvolvimento de competências. É através deles que temos a oportunidade de fazer novas escolhas e termos melhores atitudes afim de alcançar uma melhor performance. Então, para o seu bem e o de sua família, não fuja dos problemas. Encare e os resolva! Fonte: Geração de Valor

Ação positiva
"Os erros são os portais da descoberta." (James Joyce)

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