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Postado em 04 de Outubro às 15h27

Mensageiro Seguro 1020

Institucional (65)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Como priorizar a experiência do cliente na era digital Preço, qualidade e agilidade são apenas alguns dos pontos para atender às necessidades do novo...

Como priorizar a experiência do cliente na era digital

Preço, qualidade e agilidade são apenas alguns dos pontos para atender às necessidades do novo consumidor.
Oferecer serviços de qualidade e praticar preços justos já não são sinônimos de sucesso nos negócios. Com a economia baseada em experiências, é essencial que as empresas correspondam às expectativas dos consumidores no atendimento. De acordo com a Customer Experience Trends de 2018, o maior estudo sobre a experiência do cliente do país, um bom atendimento pode se sobrepor ao preço do produto para 56% dos entrevistados; já uma única má experiência é o bastante para 86% dos consumidores abandonarem a marca.
A experiência do cliente diz respeito à percepção — consciente ou inconsciente — de um serviço ou produto. Trata-se de uma impressão que o consumidor constrói a partir da maneira como se sentiu tratado pela companhia ou do resultado após a comunicação estabelecida. E uma das formas mais efetivas de aumentar a qualidade do que é oferecido aos consumidores é implementar processos personalizados, ágeis e eficientes.
Na prática, investir em novas tecnologias tornou-se fundamental para melhorar a experiência do usuário e aprimorar resultados. Essa iniciativa faz parte do conceito de Transformação Digital, permitindo otimizar processos e ampliar a vantagem competitiva perante a concorrência. Para Gustavo Brant, vice-presidente Latam da DocuSign, empresa pioneira e líder em assinaturas eletrônicas, os gestores devem pensar em estratégias que explorem vantagens tecnológicas se querem proporcionar uma melhor experiência em serviços e produtos.
“O maior benefício de adotar soluções que facilitem a rotina do consumidor é a construção de uma marca diferenciada no mercado. Com o uso da assinatura eletrônica, por exemplo, tanto a empresa quanto o consumidor têm autonomia na gestão dos seus documentos, permitindo que tudo seja preparado, enviado, assinado e validado juridicamente em qualquer dispositivo com conexão. Isso promove maior mobilidade e agilidade, contribuindo para a otimização da rotina do cliente, que não precisa mais parar toda a sua agenda apenas para assinar um documento”, comenta.
Considerando que 80% dos consumidores apontam a velocidade, a conveniência e o atendimento como os elementos mais importantes de uma experiência positiva, segundo um levantamento realizado pela PWC no último ano, a opção de levar as negociações e o relacionamento com o cliente para o âmbito virtual abrem um novo caminho para agilizar e simplificar os processos internos, a fim de reduzir a burocracia. “Temos exemplos de imobiliárias que optaram por utilizar assinaturas eletrônicas e com isso o tempo para fechar um contrato foi reduzido para apenas 24 horas, isso faz muita diferença para o cliente”, conta Brant.
Com a implementação da solução de assinatura eletrônica, é possível reduzir a jornada de compra do consumidor e agilizar o tempo de assinatura de um contrato em até 90%. Quanto mais intuitivo para quem usa for o serviço, mais clientes vão optar por utilizar eles. Fonte: Segs

O que te impede de contratar um seguro?


Em setembro de 2018, ficamos espantados com o incêndio que devastou o Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Um misto de perplexidade com o vulto das perdas e a revolta com o descaso de tantos gestores públicos ao longo dos anos.
Milhares dos estimados 20 milhões de itens do acervo viraram fumaça e cinzas devido a uma singela sobrecarga em um aparelho de ar-condicionado, o que por si só demonstra o desleixo do ente público diante de um patrimônio cultural imenso. A perícia apontou que as gambiarras na instalação elétrica levaram ao incêndio, que a inexistência de sprinklers (chuveiros automáticos) e portas corta-fogo ajudaram o fogo a se alastrar e que o alarme de incêndio não estava em pleno funcionamento!
Dado o momento político e social do nosso país, sobraram críticas aos nossos governantes, que limaram ao longo do tempo o orçamento da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), responsável pela gestão de tão valioso tesouro cultural brasileiro.
Porém, uma das inúmeras falhas dos gestores da UFRJ ficou quase que subliminarmente escondida do grande público: eles não se preocuparam em contratar uma apólice de seguro como proteção do imóvel e seu conteúdo! Esta apólice não ajudaria na reposição do patrimônio cultural, mas minimizaria parte das perdas materiais e indenizaria eventuais famílias cujos entes fossem atingidos pelo incêndio.
Sem contar que uma vistoria profissional impetrada por uma seguradora antes da emissão da apólice exigiria a correção ou a colocação de itens obrigatórios de segurança contra incêndio, danos elétricos e roubo, o que muito provavelmente reduziria consideravelmente o risco do incêndio se alastrar de forma tão violenta.
Por que a crítica aos gestores públicos pela não contratação do seguro pouco teve ressonância junto aos jornalistas e a nós, leitores e ouvintes? Pelo mesmo motivo que faz com que de cada 100 veículos que circulam pelas ruas brasileiras, apenas 30 possuam um Seguro Auto para sua proteção financeira e de terceiros. Ou explique o fato de que menos de 25% da população brasileira possui um plano de saúde, mesmo com todos os problemas do SUS.
Todos os brasileiros deveriam possuir, por exemplo, um seguro de vida com cobertura de funeral, o que inclui a realização de serviços funerários a partir de um único telefonema. Sabe quanto custa uma proteção básica e fundamental como esta? SES-SEN-TA reais ao ano! Este preço é anual, independente da idade do segurado. E, além de cobrir até R$ 5 mil em despesas funerárias, ainda indeniza os familiares do segurado em outros R$ 5 mil. Uma indenização total de R$ 10 mil!
E por que, então, poucos brasileiros possuem um produto como este? Na minha opinião, por puro desconhecimento e entendimento desta excelente ferramenta de planejamento financeiro chamada seguro. Seria importante entender que o seguro é baseado em mutualismo: muitos pagam para que poucos usem. Estes investimentos mensais são, em regra, irrisórios quando comparados ao tamanho da perda em caso de um infortúnio que poucos teriam recursos financeiros para absorver a perda.
Talvez, e friso bastante o talvez, os seguros de automóvel e de saúde sejam caros para o bolso do brasileiro da classe média ou da base da pirâmide social. Ainda assim, e dado o país em que vivemos, são produtos que todos gostariam de ter, não é mesmo?
Chega a ser triste perceber como o ente privado, igualmente, não protege o seu patrimônio e, pior, pode comprometer o patrimônio e/ou a vida de terceiros, até mesmo dos seus colaboradores.
Por sinal, será que você, morador de um apartamento, também decide não investir R$ 150 por ano em um seguro residencial básico porque, afinal, quantas vezes ocorreu um vazamento que estragou o banheiro do seu vizinho de baixo? Nunca, não é? Quando o calo aperta nos sapatos dos outros, é tão mais fácil exigir responsabilidade e planejamento financeiro. Mas o descaso que percebemos e criticamos dos entes públicos com o patrimônio da sociedade é diariamente desmascarado nas decisões de outros tantos brasileiros na instância privada.
Passou da hora de nós, brasileiros, entendermos que temos responsabilidades bastante maiores do que usualmente pensamos. E que os poucos reais indevidamente economizados ao não investir em seguros acabam nos torturando por anos a fio quando um incidente acontece em nossas vidas. Fonte: Fabiana Scaramella - Segs

Registro Eletrônico com ICP-Brasil
transforma costumes dos brasileiros


“Todos os brasileiros já tiveram contato com o serviço de registro civil em algum momento de suas vidas: seja para registrar o nascimento, o casamento, o óbito. A minha geração é responsável por fazer a transição do modelo físico para o eletrônico, mas percebemos que o brasileiro ainda é apegado ao papel. É uma questão de cultura”, declarou o presidente Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo – Arpen/SP, Luis Carlos Vendramin Jr, no painel “A certificação digital nos 10 anos do Registro Público Eletrônico” do CERTFORUM 2019.
Na Arpen a segurança da ICP-Brasil é utilizada para acesso à Central de Informações de Registro Civil das Pessoas Naturais – CRC. A aplicação foi desenvolvida para a consulta por entes públicos de cerca de 150 milhões de registros cadastrados no CRC.
Segundo Vendramin, a economia gerada pela digitalização do serviço alcança mais de R$ 2 milhões. Esse é o valor referente, apenas, ao que seria gasto para o envio por meio físico de certidões registradas no banco de dados da Arpen, em casos de solicitação do documento por um juiz, por exemplo.
Digitalização é a tendência mundial - Os documentos eletrônicos representam uma tendência em todo o mundo. De acordo com o presidente do Colégio Notarial do Brasil/Conselho Federal – CNB/CF, Paulo Roberto Gaiger Ferreira, – que também ocupa o cargo de conselheiro brasileiro no União Internacional do Notariado – 88 países do mundo estão passando por mudanças em direção do documento eletrônico.
No Brasil, outros serviços de registro civil utilizam o certificado digital para garantir segurança aos processos de registro e emissão de certidões. A Central Notarial de Serviços Eletrônicos Compartilhados – Censec utiliza certificado digital nos moldes da ICP-Brasil para acesso ao sistema que reúne mais de 66 milhões de atos notariais e 10,5 milhões de buscas informadas. São mais de 65 mil usuários, 19 mil autoridades de 9 mil tabeliães e oficiais de registro civil do país, conforme apresentação.
“A ICP-Brasil oferece um diferencial competitivo imenso com ganho de produtividade e estímulo ao crescimento de mercado. Colaboramos com o governo para a digitalização do Brasil“, se posicionou Ferreira.
Outro serviço eletrônico do CNB/CF é o e-notariado, que permite acesso ao cartório digital. Com o certificado digital e-notariado, o usuário poderá acessar os serviços notariais e solicitá-los digitalmente pelo site do e-notariado a qualquer momento. O CNB/CF explica que a emissão do certificado digital e-notariado e o acesso à plataforma são gratuitos. Somente serão taxados os serviços realizados pela plataforma, de acordo com a tabela de emolumentos de cada estado. Saiba mais.
O CNB/CF assinou em agosto Acordo de Cooperação Técnica com o ITI com o objetivo de aprimorar e compatibilizar o sistema e-notariado e apoiar tecnicamente a implantação da instituição como Colégio como uma Autoridade Certificadora da ICP-Brasil. Fonte: ITI

Saúde
Fome ou vazio emocional?

Para a maioria das pessoas a comida serve para aliviar a dor emocional, aplacar a carência, descontar a raiva do trânsito, dos pais, do companheiro...etc. Quantas vezes você já se pegou literalmente comendo os seus problemas? Daí como consequência, vem o excesso de peso e a queda da autoestima, que também nos leva a comer mais e entrar em um círculo vicioso de comida, problema, aumento de peso, queda de autoestima, comida, excesso de peso, maior queda de autoestima e assim por diante.
Como forma de aliviar o vazio interno, algumas pessoas por mais que comam, ainda sentem o estômago com um buraco e não conseguem se saciar. Mas é importante você começar a diferenciar a fome da vontade de comer e identificar quando o vazio não é no estômago e sim nas emoções e até na alma.
Tenho consciência de que essa tarefa não é fácil, principalmente com o passar dos anos e com o gradual acúmulo de mágoas e frustrações que carregamos. No entanto, há outros hábitos e técnicas mais saudáveis de compensar a sua carência, como por exemplo caminhadas, meditação (como forma de relaxamento), corrida (para deixar os problemas para trás) e massagem (para aliviar a carência). Fonte: Minha Vida

Orientação segura
Celebre a felicidade dos outros

Por que quando alguém se aproxima e conta a calamidade que está a vida dela as pessoas se compadecem e ficam solidárias e quando alguém vem contar com entusiasmo as maravilhas que está vivendo, as pessoas acham o cara esnobe e contador de papo? Bill Clinton, ex-presidente dos EUA disse que umas das maiores lições que ele teve da mãe dele foi aprender a celebrar a felicidade dos outros.
Que tal celebrarmos a felicidade dos outros e principalmente as nossas e parar de alimentar o choro e ranger de dentes que alguns insistem em viver para satisfazer a necessidade de se sentirem importantes através dos problemas? Como existe uma lei de atração, nesse estado de agradecimento e celebração certamente você atrairá mais felicidade e mais riqueza.
Fonte: oqueimportanavida.com

Ação Positiva

"O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos." Eleanor Roosevelt

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