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Postado em 07 de Agosto às 14h34

Mensageiro Seguro 1064

Institucional (92)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 07/08/2020 - Edição 1.064 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 07/08/2020 - Edição 1.064
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.

Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1.Não espere resolver todos os problemas para ser feliz.
2.Corretores podem oferecer cobertura que traz até 80% de economia a segurados
3.Cobertura de responsabilidade civil é essencial ao condutor de um veículo
4.Saúde: Gordinho saudável é mito
5.Orientação segura: Meu colaborador está com Covid-19, e agora?
6.Ação Positiva


Não espere resolver todos os problemas para ser feliz.

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: "O animal satisfeito dorme". Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais profundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual.

O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

Por isso, quando alguém diz "Fiquei muito satisfeito com você" ou "Estou muito satisfeita com seu trabalho", é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é alguém dizer "seu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas".

Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, nos deixa insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, permanece um pouco apoiado no colo e nos deixa absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?

Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.

Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer etc), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações.

Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse, mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando... Isso não ocorre com gente, mas com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo. Eu, no ano 2020, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, não no presente. Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, "não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro". Mario Sergio Cortella, filósofo, professor da PUC-SP

Corretores podem oferecer cobertura que traz até 80% de economia a segurados

Dados da Confederação nacional de transporte informam que buracos nas estradas do país cresceram 76% em 2019. Atenta às necessidades do consumidor brasileiro, a Autoglass desenvolveu em parceria com as seguradoras a Cobertura Contra Buracos. A proteção prevê a troca do pneu em caso de ruptura, rasgo ou deformação da parede lateral, assim como a substituição da roda em caso de trincas ou quebras no aro. Caso o sistema de suspensão também tenha sido atingido no evento que danificou o pneu e a roda, ainda há a possibilidade de reposição de peças como amortecedores e molas.

“É muito raro encontrar uma pessoa que nunca tenha se deparado com uma situação de buraco nas ruas ou rodovias. Por isso, é uma cobertura que tem uma excelente percepção de valor e pode ajudar o corretor a materializar o benefício do seguro para seu cliente”, explica Lyssia Chieppe, Superintendente de Serviços da Autoglass.

A executiva lembra que a economia pode chegar a 80% do valor que o segurado desembolsaria se fizesse o serviço de forma particular. “Existem veículos populares em que o custo de trocar o pneu, roda e amortecedor ultrapassa R$ 2 mil. Nessa hora, a cobertura faz toda a diferença para segurado e corretor”, enfatiza Lyssia.

Ela vê no produto uma boa oportunidade para o corretor alavancar as vendas: “Ao conversar com os corretores que já ofertaram a cobertura, temos recebido diversos elogios dos serviços realizados, inclusive de segurados que precisaram usar a cobertura pouco tempo após a contratação e tiveram uma grande economia”. Fonte: Segs

Cobertura de responsabilidade civil é essencial ao condutor de um veículo

Proteção, ainda subcontratada no Brasil, contempla um aparato de serviços e assistências emergenciais.

Quando estamos no trânsito, também somos responsáveis por ele e pelos danos causados em eventuais acidentes. Mais do que uma preocupação com prejuízos materiais, uma situação inesperada pode acontecer e causar danos corporais e morais irreversíveis.

O que parte da população brasileira ainda desconhece é que a chamada cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos (RCF-V) resguarda o condutor do veículo sobre diversos aspectos. Para falar sobre a proteção, a Bradesco Auto/RE convida seu Superintendente Executivo e especialista em mercado segurador, Carlos Oliva.

Mas, afinal, o que é o RCF-V e qual a sua finalidade? O RCF trata-se de uma proteção opcional que existe para cobrir danos causados a terceiros. Por definição, são aqueles que se encontram fora do veículo. Ele pode ser contratado como um complemento ao seguro básico ou compreensivo e engloba três categorias: Danos materiais: contempla o pagamento das despesas necessárias para o conserto dos carros envolvidos no sinistro e até mesmo de fachadas e postes destruídos em colisões.

Danos corporais: Em caso de acidente, em que o condutor seja o culpado pelo ferimento, morte ou invalidez de um terceiro, a cobertura garante a indenização dos gastos que essa pessoa venha a ter. Seja com pensionamento, custos judiciais e honorários de advogado, serviços hospitalares. Ou, caso ocorra o falecimento, arca com prejuízos financeiros decorrentes dos citados eventos, não compreendendo os danos estéticos; Danos morais: cobre indenizações judiciais e extrajudiciais que o segurado possa ser condenado a pagar por danos morais ou estéticos.

Dados da SUSEP, sobre a cobertura de RCF e do Sindipeças, sobre frota circulante, mostram que no Brasil, apenas 14,5% da população tem a proteção contratada. Vale lembrar que, a cobertura de Danos Corporais funciona como um complemento ao seguro DPVAT, que é um seguro obrigatório. “Atualmente, a média do valor contratado para a cobertura de danos a terceiros varia por região, porém é considerada baixa.

Analisar o custo-benefício que a proteção pode oferecer é essencial. Porque, com certeza, na hora do sinistro, os custos serão bem maiores do que seria desembolsado na contratação do seguro”, destaca.

Algumas vezes, os custos com indenizações e despesas médicas podem levar o motorista à falência com dívidas por toda a vida, e até se envolver um processo judicial. “Sendo assim, o Seguro de Responsabilidade Civil para Veículos torna-se indispensável para qualquer condutor”, conclui.
Fonte: Segs

Saúde: Gordinho saudável é mito

Defendida por uma corrente nutricionistas, a ideia de que um indivíduo com sobrepeso possa ser um 'gordinho saudável' não passa de um mito, segundo pesquisa. O estudo, conduzido por cientistas canadenses com mais de 60 mil pessoas, mostrou que o excesso de gordura ainda traz riscos à saúde, mesmo quando os níveis de colesterol, pressão arterial e açúcar são normais. Divulgada na publicação científica "Annals of Internal Medicine", a pesquisa analisou resultados de mais de mil outros estudos publicados sobre o tema.

Os pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Toronto, contradizem a máxima de que o excesso de peso não implicaria necessariamente em riscos para a saúde desde que os indivíduos se mantivessem saudáveis de outras maneiras. O levantamento concluiu que pacientes com sobrepeso cujo coração foi monitorado por mais de 10 anos não apresentaram qualquer melhora na saúde. Os cientistas argumentam que os "gordinhos", apesar de metabolicamente saudáveis, têm, provavelmente, fatores de risco subjacentes que pioram com o tempo.

A Fundação Britânica do Coração diz que a obesidade é um conhecido fator de risco para doenças cardiovasculares e as pesquisas mostram que não há nível saudável de obesidade. Para a enfermeira chefe de doenças cardíacas Doireann Maddock, "mesmo se os níveis de pressão arterial, colesterol e açúcar no sangue estiverem normais, a obesidade ainda pode colocar o coração em risco". Ela destaca a necessidade de uma mudança no estilo de vida em detrimento de uma preocupação exagerada com os fatores de risco individuais.

"Além de acompanhar seu peso, se você parar de fumar, começar uma atividade física regular e mantiver a pressão arterial e o nível de colesterol a um nível saudável, você pode fazer uma diferença na redução de seu risco de doença cardíaca." Fonte: IG Saúde

Orientação segura: Meu colaborador está com Covid-19, e agora?

Desde as primeiras confirmações do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil, milhares de empresas precisaram adotar medidas de prevenção, controle e gerenciamento de casos entre seus colaboradores. Para reduzir o risco de contágio, muitas organizações adotaram algumas práticas de distanciamento, entre elas, o home office.

Embora o sistema de home office tenha ganhado adeptos nos últimos anos, o mercado não havia planejado essa transformação em larga escala e repentinamente, em especial por um período tão longo e carregado de incertezas. Foi preciso, e continua sendo, agir com resiliência, criatividade e capacidade de adaptação à essa nova realidade.

Uma das primeiras atitudes tomadas para o início do trabalho remoto envolvia o levantamento de informações em relação à estrutura física e às necessidades individuais dos colaboradores, a fim de proporcionar os recursos adequados para o exercício da função direto de sua casa. Na Paraná Clínicas, emprestamos computadores aos que precisavam, reembolsamos as taxas de energia elétrica e internet e, pensando nos cuidados com a ergonomia e o conforto, disponibilizamos as cadeiras do escritório, para aqueles que estão 100% do tempo em casa.

O próximo passo foi construir um manual do home office, fundamental para orientar os profissionais que nunca lidaram com essa modalidade de trabalho. Para alguns cargos específicos em que o home office não é viável, passamos a oferecer Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscaras, protetores faciais e álcool em gel para higienização das mãos. Criamos também uma escala diferenciada para garantir o distanciamento adequado entre os colaboradores e reforçamos a limpeza das estações de trabalho.

Depois desse processo de adaptação, nos deparamos com outro importante desafio: como lidar com a confirmação de casos de Covid-19 entre a equipe? Sendo uma operadora focada em prevenção e promoção de saúde, temos um plano de gerenciamento estabelecido e atualizado de forma constante desde o início da pandemia. Todos os protocolos de testagem, diagnóstico, afastamento e acompanhamento médico foram desenhados por um comitê de crise montado há mais de 100 dias e com a função de conduzir demandas relacionadas ao coronavírus.

Caso apresente sintomas respiratórios ou febre, o colaborador passa por avaliação médica, realiza a testagem e é afastado de suas atividades presenciais, com orientações de isolamento social, até que se tenha acesso ao resultado do teste para a Covid-19. A partir do resultado, aplicam-se outras recomendações adicionais, principalmente nos casos positivos, que passam a receber monitoramento da sua evolução clínica.

Todo o processo de gerenciamento dos casos suspeitos visa direcionar o cuidado adequado aos sintomáticos respiratórios e preservar a saúde e segurança dos demais colaboradores, ao mesmo tempo em que se atenta à produtividade das equipes para manutenção da prestação adequada dos serviços. Essa abordagem abrangente e com processos bem desenhados é fundamental para o controle da doença no ambiente organizacional.

É necessário acolher, cuidar e oferecer não só suporte médico, mas também psicológico e profissional. A área de RH carrega a missão de estar atenta a todos os sentimentos que surgem dentro da empresa em função das confirmações de casos e de encontrar a melhor maneira de acalmar e conscientizar as equipes sobre o diagnóstico e a prevenção da Covid -19, levando informações claras e atualizadas aos colaboradores, para que eles sigam tranquilos.

Pensando nisso, foi criado um canal de atendimento psicológico gratuito direcionado ao colaborador, visando amenizar as questões emocionais causadas pela pandemia.

Nesse canal, são realizados atendimentos pontuais e breves para ajudar nossos funcionários neste momento tão delicado. É preciso ainda ter empatia e fomentá-la, pois, o momento também exige muito cuidado com o outro, seus sentimentos e emoções. Se o processo é conduzido corretamente, conseguimos garantir que, no retorno, o colaborador recuperado seja acolhido, sem enfrentar distanciamento ou rejeição dos demais. Combater atitudes de exclusão e preconceito passa a ser um dos papéis fundamentais do profissional de RH dentro da empresa junto às demais equipes.

Hoje, mais do que nunca, temos a obrigação de estar de portas abertas, ouvir sem receios nem julgamentos e enxergar as pessoas de forma mais humanizada.
Por - Aila Lorena Cardial, psicóloga - atua na Paraná Clínicas, operadora de saúde empresarial com sede em Curitiba (PR).

Ação Positiva

"Os problemas não são sinais para parar, eles são diretrizes." Robert H. Shiller

Certa Seguros
Av.Getulio Vargas 1403N Sala 201
Ed.Don Ricardo
Centro, Chapecó/SC
certa@certacorretoradeseguros.com.br
(49)3321-1100??


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