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Postado em 06 de Novembro às 16h16

MENSAGEIRO SEGURO 1077

Institucional (101)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 06/11/2020 - Edição 1.077 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 06/11/2020 - Edição 1.077
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.

Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Isso é ético?
2. Brasil já tem mais de 45 milhões de bilhetes digitais do DPVAT
3. Prefeitura digital: uma realidade inescapável
4. Registro de operações de seguro garantia passa a ser obrigatório
5. Saúde: Síndrome de Burnout
6. Orientação segura: Emoções inteligentes
7. Ação Positiva

Isso é ético?

Com muita frequência sou chamado a fazer apresentações sobre ética nas empresas. O que mais me chama a atenção é que a maioria das pessoas parece não ter consciência de que a ética ou a falta dela se revela em comportamentos e atitudes, muitas vezes, despercebidos e sequer vistos como parte da ética profissional.

É preciso lembrar que ética ultrapassa o simples conceito de honestidade. Muitas pessoas me dizem serem éticas porque são honestas. - Nunca peguei nada de minha empresa escondido, sequer um lápis! Sou totalmente ética! Me disse orgulhosamente uma funcionária. É claro que a elogiei pela honestidade, mas disse a ela que isso não cobria todos os aspectos da ética. Pegar coisas da empresa e levar para sua casa é crime, furto. E se alguém levar um lápis ou uma canetinha da empresa para sua casa de forma repetida, será um “crime continuado” com sérias implicações penais.

É preciso, expandir o conceito de ética para muito além da honestidade para que realmente possamos dizer que somos éticos de verdade. Assim, a discussão sobre ética na empresa deve levar em conta aspectos, muitas vezes, deixados de lado e que são fundamentais. É ético?

- É ético eu saber de problemas em minha empresa e não levar aos canais internos competentes e comentar sobre esses problemas em público? - É ético eu ter informações relevantes para o trabalho de colegas e não passar essas informações a ele ou ela? - É ético eu usar, sistematicamente, produtos da concorrência da empresa em que trabalho?

- É ético eu roubar ideias de meus colegas dizendo às chefias que as ideias foram minhas? - É ético eu não participar dos programas e projetos de minha empresa para os quais fui convidado? - É ético eu não buscar, por conta própria, saber mais sobre minha área de atuação profissional? - É ético eu fazer vista grossa a pequenos problemas de qualidade em minha atividade profissional? Pense nisso. Sucesso! Luiz Marins – consultor, escritor e palestrante

Brasil já tem mais 45 milhões de bilhetes digitais do DPVAT

Tecnologia do Serpro para o Denatran em parceria com a Seguradora Líder está disponível na Carteira Digital de Trânsito desde agosto deste ano.

Mais de 45 milhões de motoristas brasileiros já podem consultar o seu seguro contra danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, ou DPVAT, em formato eletrônico. A geração do documento digitalmente na Carteira Digital de Trânsito está disponível desde agosto, graças a uma parceria entre o Serpro, empresa de TI do Governo Federal, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a Seguradora Líder, companhia responsável pela administração do DPVAT.

A versão eletrônica do bilhete do seguro faz parte das funcionalidades da Carteira Digital de Trânsito (CDT), que está disponível gratuitamente na App Store e Google Play. Basta seguir as orientações do aplicativo e adicionar o CRLV, documento veicular digital e, desta forma, ter todas as suas informações em um único lugar. Os documentos também podem ser impressos em casa, em papel A4 comum, possuindo fé pública, mesma validade jurídica. A autenticidade é garantida pelas informações contidas no QR Code, que podem ser verificadas por qualquer pessoa. Basta baixar o aplicativo Vio, que possibilita a leitura e conferência da validade do documento.

"A transição para o ambiente digital garante mais eficiência no processamento de dados dos condutores, permitindo que a baixa de pagamento e a confirmação do licenciamento sejam mais ágeis", explica a Diretora de Controladoria e Finanças da Seguradora Líder, Maria Valins.

O CRLV Digital com o Bilhete do Seguro DPVAT pode ser obtido na Carteira Digital de Trânsito (CDT), no Portal de Serviços do Denatran, ou nos canais de atendimento do Detran de jurisdição do veículo. Caso o proprietário já tenha baixado o CRLV Digital na CDT, mas os dados do bilhete do Seguro DPVAT não estejam atualizados, basta excluir o documento e baixar novamente.

O DPVAT é um seguro obrigatório de caráter social, que protege os mais de 211 milhões de brasileiros, cobrindo danos relacionados a acidentes de trânsito. O seguro pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre e oferece três tipos de cobertura: morte (valor de R$13.500), invalidez permanente (de R$135 a R$13.500) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até R$2.700). Vale ressaltar que o DPVAT é um seguro obrigatório. Portanto, não é possível efetuar o licenciamento ou a transferência da propriedade do veículo sem a quitação do seguro. Fonte: Segs

Prefeitura digital: uma realidade inescapável

Muitos prefeitos eleitos ou reeleitos que tomarem posse em janeiro de 2021 vão se deparar com uma nova realidade. A digitalização, palavra que poucas décadas atrás soava estranha e inalcançável para muitos gestores, agora é um caminho sem volta também no setor público. O brasileiro, já acostumado a usar a internet para serviços bancários, compras, pesquisas, entre outras atividades do dia a dia, está utilizando computadores e smartphones também para resolver questões burocráticas.

Dados do “PAINEL TIC COVID-19: Pesquisa sobre o uso da Internet no Brasil durante a pandemia do novo coronavírus” realizada pela Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) junto ao CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) indicam o impacto do isolamento social no acesso a serviços públicos. Nos últimos meses, 57% dos usuários de internet acessaram a rede para demandar algum serviço público – seja a emissão de um documento, o envio de formulários, o pagamento de um imposto, a matrícula em um curso ou qualquer outra atividade. Em 2019 esse índice girava na casa dos 37% – uma diferença de 20 pontos percentuais.

Houve expansão do uso da rede em praticamente todas as áreas. Uma das questões da pesquisa, feita com usuários da internet com 16 anos ou mais, busca identificar o percentual de pessoas que “realizaram algum serviço público pela internet sem precisar ir a um posto de atendimento” nos três meses anteriores à aplicação do questionário. Obviamente o crescimento mais expressivo ocorreu entre as pessoas que acessaram serviços ligados ao direito do trabalhador (INSS, FGTS, entre outros). Reflexo direto da concessão do auxílio emergencial com uso do aplicativo da CEF, o percentual de usuários dessas ferramentas cresceu de 8% para 32% de 2019 para os últimos meses.

Mas a expansão foi generalizada. No ano passado, 6% dos entrevistados usaram a internet para retirar documentos pessoais; 11% pagaram tributos ou impostos online, e 9% fizeram matrícula escolar ou inscrição em cursos públicos de forma remota. Na pandemia os índices subiram, respectivamente, para 21%, 20% e 19%. São milhões e milhões de pessoas País afora que se beneficiaram com serviços mais ágeis e disponíveis as 24 horas dos sete dias da semana.

Não há razão para acreditar que, passada a pandemia, cidadãos que desfrutaram da comodidade de acessar serviços on-line vão desejar – ou mesmo aceitar – gastar tempo em deslocamentos ou filas para resolver problemas burocráticos. Além disso, diversas notícias veiculadas nos últimos meses mostram que próprio Governo Federal investe e se prepara para essa nova realidade, o que deve aumentar a pressão sobre outras esferas de Governo.

Há, claro, desafios a superar. A pesquisa mostra que há desigualdade no acesso à internet ou a serviços digitais em diferentes regiões, entre diferentes perfis econômicos e entre as diversas faixas etárias. Além disso, número significativo de entrevistados teme ser vítima de fraudes ou de invasão de privacidade e uso indevido de informações pessoais. Um temor justificável, mas que pode ser superado com legislação, informação e ainda mais tecnologia. Passo importante foi a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante maior tranquilidade ao cidadão quanto ao uso adequado de informações. Em paralelo, a alta na demanda, principalmente por serviços na nuvem, é acompanhada por investimentos expressivos das companhias do setor em segurança.

Levantamento da Gartner divulgado em junho passado indica que os gastos do segmento de cloud Consulting com segurança vai crescer 33% em 2020. Importante acrescentar: a digitalização cumpre papel muito importante na melhoria do atendimento à população, mas seu impacto é mais abrangente. Sistemas de gestão eficientes melhoram controles internos, agilizam atendimentos, auxiliam programas de otimização de equipes e permitem aumentar receitas – pelo acompanhamento próximo de indicadores de inadimplência de tributos, por exemplo. Todas medidas essenciais em tempos de orçamentos restritos e demandas crescentes.

Não há necessidade de ser futurista ou adivinho para assegurar: quando nossas vidas voltarem ao normal, a digitalização dos serviços públicos permanecerá. Por Aldo Mees, diretor-presidente da IPM Sistemas Fonte: O Estado de S.Paulo


Registro de operações de seguro garantia passa a ser obrigatório

Sistema criado pela Susep visa transparência, segurança e permitirá inovações em frentes como captação de recursos.

O registro no Sistema de Registro de Operações (SRO), criado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), passou a ser obrigatório para as empresas que operam o seguro garantia, desde o dia 03 de novembro. A ferramenta também está disponível para adesão voluntária das demais seguradoras.

De acordo com a regulamentação do Conselho Nacional de Seguros Privados, todas as operações do setor deverão integrar o sistema até 2023. “Além de ser uma ferramenta de supervisão importante, o SRO é essencial no processo de digitalização do mercado de seguros, viabilizando uma maior eficiência operacional para as empresas do setor e o surgimento de produtos e processos inovadores”, afirma Leonardo Brasil, chefe do Departamento de Tecnologia da Informação da Susep.

Os registros serão efetuados nas entidades registradoras homologadas pela Susep (atualmente: B3, CERC e CSD), que já celebraram convenção para garantir a interoperabilidade entre seus sistemas, que permitirá às seguradoras portarem seus registros entre as registradoras homologadas, com funcionalidade e segurança.

Importante destacar, nesse aspecto, que a portabilidade dos dados registrados é um elemento essencial deste projeto, assegurando melhores condições de competitividade e de inovação entre as registradoras.

O segmento de seguro garantia no Brasil conta com 35 empresas em operação e movimentou R$ 2,3 bilhões em prêmios até setembro deste ano. No ano passado foram R$ 2,16 bilhões, gerados por aproximadamente 280 mil apólices oferecendo garantia para a realização de grandes obras, contratos e ações judiciais. Para essas empresas, o registro trará benefícios significativos que possibilitarão uma redução de preços e maior capacidade disponível para apoiar a retomada da economia.

Para operar o SRO, as registradoras devem seguir rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), como determinam as regras aprovadas pela Susep este ano. Entre os critérios está a exigência de patrimônio mínimo de R$ 15 milhões e capacidade técnico-administrativa. Normas de segurança da informação, como as estabelecidas pela LGPD também serão rigorosamente fiscalizadas pela Susep. Os objetivos da iniciativa são aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações. Fonte: Segs

Saúde: Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout é um termo psicológico que refere à exaustão prolongada e a diminuição do interesse em trabalhar. O termo Burnout é utilizado quando o motivo primário do esgotamento está correlacionado com a atividade/ambiente profissional. Já o estresse pode aparecer em vários contextos. O termo vem do idioma inglês: burn (queimar) out (por inteiro).

Muitas vezes, se faz confusão entre Síndrome de Burnout e estresse. Na verdade, os sintomas do estresse estão presentes na Síndrome de Burnout. Os sintomas do estresse podem ser físicos ou psíquicos. O indivíduo pode sentir: dores, cansaço, desânimo, apatia, falta de interesse, irritabilidade, alteração no sono e apetite e tristeza excessiva.

O diagnóstico da síndrome de Burnout é realizado por profissional de saúde mental, seja ele psicólogo ou psiquiatra. A partir dos sintomas apresentados, história pessoal e contextualização do momento atual, o profissional realiza o diagnóstico. Com relação ao tratamento, em muitos casos, será necessária a associação de medicação e psicoterapia.

Grande parte dos profissionais de saúde ignoram a presença da síndrome, daí a necessidade de uma ampla divulgação do tema em consultórios, clínicas e hospitais. Fonte: Hospital Albert Einstein

Orientação segura: Emoções inteligentes

Compreender os próprios sentimentos e lidar com eles da melhor forma possível é algo vantajoso para liderar no universo corporativo e para a vida.

“Emoção inteligente é o bom uso que se faz da sensibilidade em sintonia com a racionalidade”, resume a psicóloga, psicanalista e psicoterapeuta de adultos, adolescentes, crianças, famílias e casais Blenda de Oliveira. “Ser conduzido por fortes emoções ou por excesso de racionalidade compromete uma maior mobilidade e flexibilidade no dia a dia. Uma das qualidades da inteligência emocional é criar condições para que cada um possa se conhecer, olhar a realidade e os outros de forma mais ampla, mais empática e flexível. ”

Se tal harmonia entre emocional e racional parece tão utópica quanto proveitosa no universo corporativo, deve-se levar em conta que essa atitude mais balanceada não deve “ser esquecida” no escritório quando você vai embora. Na verdade, o ideal é levá-la consigo para casa — bem como para os demais contextos da vida.

Oliveira diz que “a inteligência emocional é um desenvolvimento da personalidade”. “Não é uma técnica que se aprende. Depende da disponibilidade, principalmente, que cada um tem para se conhecer e modificar.”

“Hoje virou moda falar de inteligência emocional”, sentencia a psicóloga. Infelizmente, porém, isso requer tempo e disposição para exercitar, errar, voltar atrás… Aos poucos, vai se tornando parte da personalidade. Tudo o que diz respeito às emoções, no sentido das transformações, requer tempo, calma e reflexão.”

No dia a dia, longe do serviço e perto das pessoas mais queridas, familiares e amigos, a disposição para conhecer a si mesmo resulta numa postura mais atenta às necessidades dos demais e aos próprios limites, buscando equilibrar razão e emoção. Fonte: abiliodiniz.com.br

Ação Positiva

"Lembre-se de que os vencedores fazem aquilo que os perdedores não querem fazer." H. Jackson Brown Jr.


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