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Postado em 16 de Julho às 14h33

MENSAGEIRO SEGURO 1113

Institucional (146)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.113 – Ano XIV – 16/07/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.113 – Ano XIV – 16/07/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini



Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. A dose mínima eficaz
2. Três mil serviços do Governo Federal já estão disponíveis de forma digital
3. Procura por previdência privada cresce na pandemia
4. No Brasil do excesso de impostos e burocracia, pequenos empresários tem medo de crescer
5. Saúde: O que a meditação faz por você
6. Orientação segura: É hora de afiar o machado
7. Ação Positiva




A dose mínima eficaz

Quando nosso dia a dia parece uma sucessão de maratonas, é inevitável que a vida pareça difícil. Sabemos que quando os corredores terminam uma maratona, há todo um protocolo a ser seguido, voltado para sua recuperação. Eles têm diversos tipos de apoio, inclusive médico, para restaurar qualquer dano feito ao corpo e sabem que devem repousar por semanas, ou meses, entre as provas. Nós, entretanto, não temos nenhum sistema de apoio similar para nossas “maratonas” diárias.

Devemos aprender a honrar os ritmos naturais de nossos dias e de nossa vida. Podemos viver como as oliveiras, que produzem azeitonas por centenas de anos, e não como nossos telefones, que são fabricados para durar apenas um ou dois anos. Devemos adotar uma abordagem de rotina escolar para a vida, na qual trabalhamos, aprendemos, produzimos e criamos em períodos previsíveis de tempo, e depois temos períodos igualmente previsíveis de brincadeira, repouso e recuperação.

Há outra lição que podemos aprender com maratonistas e oliveiras: nosso ritmo mais produtivo é sempre o mais constante. Quando estamos produzindo e criando, obtemos maior sucesso se somos constantes em nossos esforços. Os corredores de longa distância têm mais probabilidade de vencer uma prova se correrem cada quilômetro em um ritmo constante. Os expedicionários têm mais chances de êxito quando caminham a mesma distância dia após dia, faça chuva ou faça sol. Ou seja, eles percorrem 30 quilômetros nos dias difíceis, quando o tempo está ruim e o percurso é em aclive, e – esse é o truque – param após completar 30 quilômetros nos dias fáceis, quando o tempo está ameno e o terreno é em declive. Em vez de trabalhar até tarde da noite na fase final de um projeto grande, nós temos resultados melhores quando fazemos um progresso diário constante e planejado.

Quando adotamos a abordagem das oliveiras, dos corredores bem-sucedidos e dos expedicionários, descobrimos que podemos viver com força e tranquilidade. Liberamos tempo e energia para recarregar as baterias, para nos conectar com os outros e para encontrar propósitos reais e profundos. Christine Carter, no livro O ponto de equilíbrio.

Três mil serviços do Governo Federal já estão disponíveis de forma digital

Objetivo é que 100% dos serviços sejam digitalizados até o final de 2022.

O Governo Federal alcançou o número de 3 mil serviços digitalizados. A modernização permite que os cidadãos realizem e acompanhem o andamento das solicitações realizadas, trazendo agilidade e segurança para os usuários. Entre alguns dos serviços digitais, estão o Auxílio Emergencial e a Prova de Vida Digital do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para acelerar ainda mais a transformação digital, foi lançado em março deste ano o programa Startup gov.br, composto por times multidisciplinares com esforços focados nos projetos digitais de grande impacto no poder público, aplicando metodologias ágeis de trabalho e entregas mensuráveis.

“Hoje, quase 70% de todos os 4,3 mil serviços do governo já são digitais. Nossa meta é atingir os 100% até o final de 2022, permitindo, assim, que possamos entregar aos cidadãos serviços de forma cada vez mais rápida e totalmente segura”, Caio Mario Paes de Andrade, secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia.

Uma das entregas da iniciativa foi o Documento de Transporte Eletrônico (DT-e), do Ministério da Infraestrutura, plataforma tecnológica que beneficia a categoria dos caminhoneiros ao simplificar, reduzir a burocracia e digitalizar a emissão de documentos obrigatórios.

As equipes do Startup gov.br atuam nas mais diversas frentes, como regularização fundiária, transportes, assistência social e educação, além da identificação digital pelo aplicativo do Gov.br.

A Lei do Governo Digital, a Lei nº 14.129/2021 entrou em vigor no dia 30 de junho. A norma estabelece regras e instrumentos que buscam promover o aumento da eficiência da Administração Pública. Atualmente, a plataforma Gov.br já conta com mais de 107 milhões de usuários. Fonte: Cqcs

Procura por previdência privada cresce na pandemia

Reservas dos planos de previdência aumentaram 7% em dezembro de 2020, se comparadas com o mesmo período do ano anterior.

O dado da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) indica que a crise provocada pela pandemia trouxe insegurança, levando muitas pessoas a se preocupar mais com o futuro. A previdência complementar tem a função de servir como uma renda adicional à da previdência pública quando a pessoa finalmente conseguir sua aposentadoria.

O professor de Finanças da FAE Centro Universitário, Jorge Prado, explica que esse aumento começou a ser notado já em 2019, com a Reforma da Previdência. A partir daí, outros fatores fizeram com que o crescimento na procura continuasse, como uma maior democratização no acesso às formas de investimento, por exemplo. “Antes, a pessoa precisava ter um aporte elevado para conseguir investir em uma previdência privada. Agora, com R$ 100, por exemplo, ela já consegue”, orienta o professor.

A pandemia também ajudou nesse recrudescimento. Durante a crise, as pessoas passaram a fazer mais transações via internet, perdendo o medo de investir, mesmo que pouco. “As pessoas passaram a refletir mais na pandemia e começaram a economizar. Muita gente está aprendendo a cultura de poupar agora. E aconselho: não é uma decisão fácil, mas todo cidadão deve ter uma previdência privada”, afirma Prado.

Somado à democratização, ao acesso à internet, à preocupação maior com o futuro e à insegurança, está o baixo rendimento da poupança, o investimento mais comum entre os brasileiros. Isso também fez com que as pessoas pensassem mais sobre onde guardar seu dinheiro: se há alguns anos a poupança rendia 8% ao ano, hoje não passa de 2%.

O professor aconselha: mesmo que o salário ou a renda sejam baixos, é preciso reservar uma quantia. E alerta: reserva de emergência não é sinônimo de cheque especial ou cartão de crédito. “Para você ter uma ideia, quase 90% dos investidores de CDB, poupança, LCI e LCA não possuem mais do que R$ 5 mil guardados”, ressalta ele, citando dados do Fundo Garantidor de Crédito. A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são dois tipos de investimento em renda fixa isentos de Imposto de Renda, com retornos superiores ao da poupança.

Os fundos de previdência têm o objetivo de guardar dinheiro para a aposentadoria. Já os planos de previdência são produtos adquiridos pelos investidores, que correspondem a uma espécie de “pacote” para a aposentadoria. Nesse caso, as instituições financeiras atuam na gestão dos valores e dos prazos para que, mais tarde, o investidor obtenha uma determinada renda.

Basicamente, existem dois tipos de previdência privada: a VGBL e a PGBL. Na PGBL é possível deduzir valores no Imposto de Renda e, na ocasião do saque, a “mordida” é sobre o imposto daquilo que está guardado. Na VGBL, o imposto a sacar é deduzido sobre o lucro.

Outro ponto delicado se refere à revisão da previdência privada – para aqueles que já a possuem. “Essa revisão deve ser feita de seis em seis meses, pois os planos mudam e pode acontecer de o investidor ter que pagar mais imposto”, exemplifica. A portabilidade dos investimentos entre instituições financeiras também pode ser feita sem prejuízo ao investidor. Fonte: Segs

No Brasil do excesso de impostos e burocracia,
pequeno empresário tem medo de crescer


Se o empreendedorismo é o motor que sustenta a economia brasileira, nosso ambiente tributário oneroso e complexo é o freio de mão que trava o crescimento do país e a geração de empregos, sobretudo em contextos de crise como o que vivemos atualmente.

Um exemplo desta realidade são as pequenas empresas que, pelo receio quanto ao excesso de impostos, encargos e burocracia tributária que assolam o Brasil há décadas, preferem se manter nos limites do Simples Nacional e consequentemente, dispor de uma estrutura organizacional enxuta, mesmo tendo potencial para escalarem seus negócios de modo mais expressivo.

De acordo com números divulgados pela Endeavor, apenas 7% das micro e pequenas empresas desejam sair do Simples e se expandir para além dos limites de R$ 4,8 milhões de faturamento – teto máximo para as empresas de pequeno porte (EPP). A Endeavor apontou ainda que 62% das companhias que saem do regime especial, se tornam inadimplentes em dois anos.

Ao invés de contarmos com uma sistemática tributária gradativa tanto do ponto de vista de complexidade, quanto de aumento de encargos; a rigor, ao cruzarem a linha do Simples Nacional, pequenas e médias empresas que, naturalmente, ainda não contam com uma estrutura robusta o suficiente para investirem em equipes de backoffice tributário, trabalhista, planejamento e gestão contábil – que sustentam os controles internos e a segurança fiscal nas empresas de maior porte – são tratadas, do ponto de vista da tributação, como grandes organizações.

Quando o empresário coloca tudo na ponta do lápis (encargos trabalhistas, impostos, investimento em pessoas para gestão de processos burocráticos), na prática, para conquistar ou superar o retorno financeiro que ele já tem no Simples Nacional terá de crescer de modo tão robusto – e, muitas vezes, perdendo o foco na atividade central do seu negócio para ter que lidar com questões processuais como qualquer grande companhia – que, dependendo do estágio da carreira ou propósito do empreendedor, é um movimento que nem sempre o atrai ou mesmo que valha a pena.

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apontou que, para 96% dos empresários, a carga tributária e a burocracia estão entre os principais fatores que travam o crescimento dos negócios. Em outras palavras: a máquina burocrática do país, o tão debatido Custo-Brasil faz com que o empresário contenha a marcha de seu próprio crescimento e, além disso, afugente novos empreendedores.

E, dentro deste quadro, só quem perde é o Brasil: um levantamento do Santander de 2018 apontou, por exemplo, que um aumento de 50% no número de empresas do país dentro de um ciclo de 5 anos poderia gerar 5 milhões de empregos diretos e indiretos e contribuir para a redução da taxa de desemprego na casa de 4,7% pontos percentuais.
É possível imaginar o impacto positivo que esta hipótese traria para nossa realidade atual em que empresas lutam para sobreviver e no qual a taxa de desemprego já bate 14,4%. Infelizmente, este é apenas um cenário hipotético e hoje o Brasil ocupa a triste 115ª posição no ranking Doing Business do Banco Mundial, que avalia a competitividade e o ambiente de negócios em 190 economias globais.

Enquanto não tivermos uma reforma tributária real e profunda, que diminua a burocracia, a mão pesada dos impostos e racionalize a sistemática de mudança de regimes para as empresas, continuaremos como uma eterna promessa. Como a nação que tem tudo para dar certo, mas prefere manter uma lógica perversa sustentada por um ambiente de negócios que, ano após ano, não cansa de espantar investidores e empreendedores capazes de contribuir com a transformação do país.
Por Wellington Calobrizi Fundador da Calobrizi HoldingFonte

Saúde: O que a meditação faz por você

Você olha aquelas pessoas concentradas e tem vontade de conseguir fazer o mesmo? A prática diária da meditação traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental e pode ajudar a te relaxar, melhorando o seu dia a dia. Existem diversas técnicas para meditar e deixar a mente quieta, sob controle, calma e organizada. Wladmir Pimentel, professor de Yoga dá dicas:

Ao acordar, sente-se com as pernas cruzadas numa posição estável e confortável. As mãos devem ficar descansadas sobre as pernas, joelhos ou pés (de acordo com a posição em que você estiver). Mantenha as costas retas e relaxe os ombros e músculos da face. Comece a observar a sua respiração e, aos poucos, respire de forma lenta e suave, sempre pelo nariz, para poder soltar o ar de forma controlada.

Cada vez que você perceber que sua mente foi tomada por algum pensamento, a dica é deixar esse pensamento para depois e voltar a observar a sua respiração. Uma das dicas para meditar é manter o seu foco. Se precisar, conte a respiração em 4 segundos e mantenha a mente focada no ponto entre as sobrancelhas.

Para sentir os benefícios da meditação, faça com que a prática se torne rotineira. Repita o exercício todas as manhãs durante alguns minutos, aumentando esse tempo aos poucos. Você irá perceber que terá muito mais saúde e energia. Fonte: Viva Saúde

Orientação segura: É hora de afiar o machado

Ao invés de ficar se lamentando, ou olhando o face e as gracinhas do whatsApp, aproveite seu tempo! Lembre-se de uma velha parábola: A parábola do Velho Lenhador.

Então, certa vez um velho lenhador, conhecido por sempre vencer os torneios que participava, foi desafiado por um outro lenhador jovem e forte para uma disputa.

A competição chamou a atenção de todos os moradores da localidade. Muitos acreditavam que finalmente o velho perderia a condição de campeão dos lenhadores, em função da grande vantagem física do jovem desafiante.

Então, no dia marcado, os dois competidores começaram a disputa, na qual o jovem se entregou com grande energia e convicto de que seria o novo campeão. E, de tempos em tempos, o jovem olhava para o velho e, às vezes, percebia que ele estava sentado.

Pensou que o adversário estava velho demais para a disputa, e continuou cortando lenha com todo vigor. Ao final do prazo estipulado para a competição, foram medir a produtividade dos dois lenhadores e pasmem! O velho vencera novamente, por larga margem, aquele jovem e forte lenhador.

Intrigado, o jovem lenhador questionou o velho: – Não entendo, muitas das vezes quando eu olhei para o senhor, durante a competição, notei que estava sentando, descansando, e, no entanto, conseguiu cortar muito mais lenha do que eu, como pode!!

– Engano seu! Disse o velho. Quando você me via sentado, na verdade, eu estava amolando meu machado. E percebi que você usava muita força e obtinha pouco resultado.

Agora é a hora de afiar o machado! Então, aproveite o momento e faça coisas úteis! Vá ler, vá estudar, vá fazer cursos online, tire o tempo para o seu crescimento pessoal!

Você empresário, aproveite esse tempo para fazer tudo aquilo que ficou acumulado e que não deu para organizar!

Organize a gestão da sua empresa, providencie cursos para a sua equipe fazer de forma online. Você pode optar por ficar lamentando, olhando o face ou pode afiar seu machado. A crise vai passar e o mercado precisará de empresas bem preparadas e de profissionais bem preparados também! Pense nisso!

Ação Positiva

"Viver é decidir permanentemente o que vamos fazer." José Ortega y Gasset

 

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