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Postado em 20 de Agosto às 14h42

MENSAGEIRO SEGURO 1118

Institucional (142)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.118 – Ano XIV – 20/08/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.118 – Ano XIV – 20/08/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini



Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Resistência X Gestão de Mudanças: desafios das organizações em tempos de trabalho remoto.
2. Seguro Auto: nova regra para uso de peças usadas
3. Susep altera regras e critérios para operação de seguro auto a partir de 1º de setembro
4. Saúde: É possível tornar a ansiedade positiva?
5. Orientação segura: Trabalho híbrido: o que isso representa para a segurança cibernética?
6. Ação Positiva



Resistência X Gestão de Mudanças: desafios das organizações em tempos de trabalho remoto

A pandemia acelerou a transformação digital, assim como os processos de inovação nas empresas. Com isso, percebemos o quanto o engajamento das pessoas que fazem parte do negócio se tornou ainda mais primordial durante as implementações tecnológicas que, em muitos casos, têm ocorrido de forma remota ou híbrida.

De acordo com pesquisa feita pela consultoria Twilio com mais de 2.500 executivos, 43% disseram que a aceleração foi de um a quatro anos, 27% observaram que os ganhos foram de cinco a nove anos, e, para 23% dos entrevistados, o avanço foi de mais de 10 anos.

É papel da empresa ajustar os processos e adotar de modo positivo a transformação digital para melhorar a comunicação e produtividade das equipes. Por outro lado, a implementação de novos projetos não tem o mesmo valor se não houver disciplina, comprometimento e adesão do time de colaboradores, ou, então, a tecnologia pode acabar em desuso.

É preciso que as empresas realizem um trabalho efetivo de gestão de mudanças, que contribua para quebrar a resistência, alinhar as expectativas e que atue para o engajamento de todos os níveis da gestão. Isso deve passar desde a direção e gerência até a equipe de projetos, colaboradores dos demais departamentos e, por fim, sensibilizar o usuário final.

O fato é que a transformação digital é inevitável, independente do porte ou segmento, e o que as organizações precisam é de uma adaptação rápida dos líderes e equipes. Nesse contexto, exemplos são mais efetivos do que as palavras. Então, ter um sponsor atuante e influenciador é fundamental para instalar essa nova cultura de que a empresa precisa – lembrando que a adaptação acontece em escala. Esse profissional atuará junto aos executivos e líderes do projeto, que por sua vez influenciarão as equipes. Também não podemos esquecer da comunicação, que dever ser clara e contínua em todo o processo da mudança.

Para que ela realmente ocorra, precisamos do envolvimento das pessoas – o recurso mais valioso de qualquer empresa. Elas são as responsáveis por desenvolver novas tecnologias, implantá-las e operá-las. Toda a organização precisa estar envolvida nessa transição. As ações devem ser meticulosamente pensadas e conduzidas, a fim de reduzir impactos negativos.

Além das pessoas, cada vez mais, necessitamos de ferramentas intuitivas e projetos de transformação ágeis para atender as necessidades das empresas e do mercado. Nesse movimento, também temos que buscar profissionais que tenham tais características. É aí que habilidades como a comunicação, a liderança focada em engajamento, a capacidade gerencial de conflitos, entre outras competências que envolvem gestão de pessoas entram em cena.

Além disso, tanto as lideranças de TI quanto de negócios devem trabalhar para que a experiência dos usuários não seja traumática e, sobretudo, eleve a competitividade e a produtividade das equipes, por meio da tecnologia e suas vantagens.

Em relação ao trabalho dos gestores de mudanças (GMO), que também precisaram se adaptar de forma rápida por conta da pandemia, ele pode ocorrer nos dois ambientes – híbrido ou remoto: o que fará a diferença é a interação e o acompanhamento contínuos. O gestor precisa estar envolvido em todos os processos, acompanhando tanto as decisões estratégicas quanto a execução das equipes.

Como GMOs, devemos estar atentos à adaptação das pessoas e como elas se comportam frente às limitações deste momento, e isso vale para os dois ambientes. No remoto, precisamos monitorar como elas estão conciliando suas responsabilidades com as tarefas em casa e a família. No físico, lidar com o risco de exposição à covid-19. O assessment, por exemplo, tornou-se mais frequente para monitorar os líderes e equipes, pois temos mais esse fator de acompanhamento para garantir a saúde mental dos participantes.

Nos casos de recusa por parte das pessoas que, muitas vezes, ficam tão envolvidas na sua rotina de atividades e realizam as suas funções de modo automático, a equipe que atua na gestão de mudança deve identificar o nível dessa resistência, e o quanto antes planejar as ações necessárias para a mudança de mindset sistêmico, e assim atuar fortemente na ressignificação. A atuação do RH é fundamental para a sensibilização dos líderes e colaboradores, pois, em alguns casos, é necessário um trabalho forte de revisão de skills e aculturação de toda a companhia. Sabemos que a rotatividade de colaboradores pós-projeto é inevitável, porém, as iniciativas preventivas e conjuntas entre os gestores de mudanças e o RH podem minimizar esse problema.

A gestão de mudanças tem muito a contribuir para as empresas, e são inúmeros os resultados positivos! O GMO traz com ele a vantagem de atuar como um “observador”, o que possibilita uma visão sistêmica da empresa, isto é, sem juízo de valor. Dessa forma, o profissional identifica oportunidades de melhoria que, muitas vezes, não são observadas internamente. Além disso, avalia todos os riscos envolvidos para antecipá-los e tratá-los. A atuação multidisciplinar e interdisciplinar se complementam, pois, além das mudanças em processos e sistemas, existe o desafio de adequar elementos necessários à cultura da empresa para novos momentos de transformação e inovação. Por Juliana Celinski Klimkowski é Gestora de Mudanças da Gateware


Seguro Auto: novas regras para uso de peças usadas

A partir do dia 1º de setembro, quando entra em vigor a Circular 639/21 da Susep, as regras para utilização de peças usadas ou não originais terá critérios especiais. Para evitar surpresas e prejuízos para os clientes, o Corretor de Seguros deverá orientar os segurados sobre como proceder e qual a melhor opção caso a caso.

De acordo com a circular, na reparação dos veículos envolvidos em acidentes, será admitido o uso de peças novas, originais ou não, nacionais ou importadas, desde que mantenham as especificações técnicas do fabricante. Será permitida também a utilização de peças usadas, desde que observadas as disposições da legislação específica que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres, bem como as exigências técnicas necessárias para sua reutilização, nos termos da regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

As condições contratuais deverão esclarecer em quais componentes poderão ser utilizados os diferentes tipos de peças. A seguradora terá ainda que garantir ao segurado acesso ao orçamento de reparos, o qual deverá conter a relação de todas as peças que serão utilizadas na recuperação do veículo sinistrado, usadas ou novas, originais ou não, devidamente identificadas por tipo. No caso de utilização de peças usadas, deverão constar da relação informações sobre a procedência, condições e garantia das peças.

A norma estabelece ainda que deverá ser prevista contratualmente, de forma isolada ou combinada, a livre escolha de oficinas pelos segurados; ou a escolha de oficinas integrantes de rede referenciada. Na hipótese de comercialização do seguro com a utilização exclusiva da rede referenciada, o segurado deverá ser informado, “de forma clara e em destaque”, na proposta de seguro e nas condições contratuais, sobre eventual perda de garantia decorrente de reparação fora da rede autorizada da montadora do veículo. Além disso, as seguradoras deverão manter em seu site a lista atualizada das oficinas da rede referenciada por plano de seguro.

Em caso de alteração significativa nessa rede, inclusive com impacto na abrangência geográfica, a seguradora deverá dar ciência aos segurados e, em caso de sinistro, garantir o mesmo padrão de atendimento, podendo indicar prestador de serviço que não faça parte de sua rede, desde que seja assegurado que não haverá ônus adicional para o consumidor. Fonte: Cqcs

Susep altera regras e critérios para operação
de seguro auto a partir de 1º de setembro


Entra em vigor, a partir de 1º de setembro, a Circular nº 639, que dispõe sobre regras e critérios para a operação de seguros do grupo automóvel. Segundo a Susep, a nova norma simplifica e flexibiliza o seguro auto e visa a inclusão e a ampliação de acesso, promovendo o desenvolvimento do mercado.

Entre as mudanças propostas pela Autarquia está a possibilidade de contratar o seguro sem identificação exata do veículo. Esta medida pode aumentar, por exemplo, o acesso a motoristas de aplicativos e condutores que já adotam o compartilhamento de automóveis, utilizam carros por assinatura ou alugados.

Outras novidades é a possibilidade de comercialização de coberturas de casco abrangendo, de forma isolada ou combinada, diferentes riscos a que esteja sujeito o veículo segurado. A permissão para estruturação de coberturas de casco de forma parcial, com assunção apenas de parte do risco pela sociedade seguradora, e a exclusão de limite para caracterização de indenização integral permitirão maior diversificação de produtos e preços, atendendo às necessidades e preferências de diferentes consumidores.

Além disso, será possível a contratação de coberturas de responsabilidade civil facultativa, assistência e acidentes pessoais de passageiros vinculadas ao condutor, independentemente de quem seja o proprietário do veículo. “A proposta traz grande flexibilidade em relação às regras atuais. Esperamos novos produtos e mais segurados, sempre com boas práticas de conduta e total transparência por parte das seguradoras”, explica Mariana Arozo, coordenadora-geral de regulação de seguros massificados, pessoas e previdência da Susep.

Para a superintendente da Susep, Solange Vieira, a circular representa uma ação importante no acesso ao seguro e desenvolvimento do setor. “Trabalhamos para que o seguro seja cada vez mais uma opção para o cidadão se proteger e proteger seu patrimônio. As mudanças no seguro auto propiciarão muitas oportunidades para o mercado e, principalmente, para novos consumidores de seguro. Trata-se de oferecer mais acesso e possibilidade de escolhas”, afirma Solange. Fonte: Segs


Saúde: É possível tornar a ansiedade positiva?

Os sintomas podem ser diferentes de pessoa para pessoa e variar de intensidade. Quem sofre com isso sabe que é um problema importante a ser resolvido. O mais comum da ansiedade é perceber reações como: pensamento desorganizado, fala agitada e o raciocínio atrapalhado. Sentimentos de preocupação ocupam a mente. Com isso, os pensamentos se repetem e se torna impossível manter a concentração. A mente deixa de ser serena e calma. O resultado é claro: baixo rendimento, produção com pouca qualidade e muito tempo perdido.

Normalmente essas reações estão diretamente ligadas à forma como cada um pensa e organiza a própria vida. Afinal, a situação em si não é capaz de gerar esse movimento interno, mas o modo com que cada pessoa é capaz de gerenciar suas emoções. A intensidade e o modo com que as pessoas lidam com a ansiedade é determinado pela maneira que o cérebro interpreta a situação. A ansiedade só é boa quando é revertida em energia para execução de atividades, sem desgaste e sofrimento. Ação, produção e resultado sem estresse é o ideal.

Mas o quadro tem cura e você pode superá-lo. O tratamento da ansiedade consiste em educar a pessoa para agir de forma serena e adequada, quando possível, a diferentes situações de estresse da vida. Para isso, diversas técnicas são indicadas, como Programação Neurolinguística (PNL) e hipnose, entre outras. Por Adriana de Araújo – psicóloga e coach

Orientação segura: Trabalho híbrido: o que isso representa para a segurança cibernética?

O home office veio para ficar e o modelo que parece estar ganhando mais adeptos é o híbrido, em que a maioria dos funcionários de uma organização podem trabalhar em casa, mas também serão convidados a comparecer ao escritório em determinados dias da semana. Este modelo é entendido como uma solução que leva "o melhor dos dois mundos", tanto para colaboradores como para corporações. De acordo com a ESET, uma empresa líder em detecção proativa de ameaças, esse modelo criou as condições perfeitas para os ciber criminosos.

A mudança para o trabalho híbrido parece inevitável e é improvável que as coisas voltem a ser como eram antes da pandemia. Esse modelo contribui para melhorar o bem-estar, a retenção e o recrutamento, aumentando a produtividade e revitalizando a força de trabalho, sem falar na redução de custos. No entanto, ainda há confusão sobre os detalhes. De acordo com a McKinsey, 90% das organizações globalmente combinarão trabalho remoto e presencial após a pandemia, embora 68% ainda não tenham um plano detalhado que foi comunicado ou implementado. As ameaças cibernéticas geralmente prosperam em cenários onde há falta de preparação e de tomada de decisões estratégicas.

A pesquisa da ESET realizada no início deste ano descobriu que 80% das empresas confiam em seus funcionários remotos para ter o conhecimento e a tecnologia necessária para lidar com ameaças cibernéticas. No entanto, no mesmo estudo, 73% das organizações admitiram que provavelmente serão afetadas por um incidente de segurança cibernética, e metade disse que já experimentou uma violação de segurança no passado.

As organizações enfrentam vários desafios, muitos dos quais foram testemunhados em primeira mão durante 2020 e na primeira parte de 2021. A ESET compartilha os principais: O fator humano: trabalhadores remotos correm mais risco porque trabalhar em casa com um membro da família ou alguém com quem moram pode levá-los a se distrair e, portanto, com mais probabilidade de cometer erros e clicar em links maliciosos. Entrar em contato com o suporte de TI ou mesmo fazer com que um colega verifique e-mails suspeitos é muito mais difícil quando se trabalha remotamente, enquanto o uso de redes domésticas e computadores pessoais para o trabalho pode oferecer menos proteção contra malware.

Desafios específicos de tecnologia e nuvem: a ESET relatou um aumento de 140% nos ataques contra RDP no terceiro trimestre de 2020. Há preocupação com vulnerabilidades e configurações incorretas no nível do software por usuários e relatórios de credenciais de acesso roubadas. 41% das organizações pesquisadas pelo Cloud Industry Forum acreditam que o escritório é um ambiente mais seguro do que a nuvem. Além disso, um ambiente de trabalho híbrido significa maior transferência de dados entre funcionários remotos, servidores em nuvem e funcionários de escritório.

“Na ESET, compartilhamos algumas das melhores práticas para melhorar a segurança do trabalho remoto. Antes mesmo de pensar em novas tecnologias e controles de segurança, as organizações devem reescrever suas políticas para o novo modelo de trabalho híbrido. Isso deve incluir permissões de acesso individual para funcionários, processos de conexão remota, tratamento de dados fora do local e responsabilidades de segurança cibernética para usuários, entre muitos outros elementos. Oferecer treinamentos regularmente para melhorar a formação e a conscientização por meio de aulas curtas e direcionadas para todos os funcionários é crucial para melhorar a postura de segurança cibernética de qualquer organização. O fator humano pode ser o elo mais fraco, mas também pode ser a primeira linha de defesa.”, conclui Gutiérrez. Fonte: Segs

Ação Positiva

"Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo." Abraham Lincoln

 

Certa Seguros
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