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Postado em 30 de Julho às 15h28

MENSAGEIRO SEGURO 1115

Institucional (142)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.115 – Ano XIV – 30/07/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.115 – Ano XIV – 30/07/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini



Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Ofende os bons quem protege os maus
2. DPVAT: qual será o destino obrigatório para carros
3. Pesquisa aponta que 70% dos carros não têm seguro
4. Procura por seguro de pessoas cresce 29,6% em maio
5. Saúde: Estudos indicam impacto do otimismo na saúde
6. Orientação segura: Como a manipulação de dados pessoais está presente no dia a adia
7. Ação Positiva



Ofende os bons quem protege os maus

Há um ditado latino que diz: “bonis nocet, qui malis parcit”. Esse ditado é repetido em vários países e em vários idiomas. Em nosso bom português é “Ofende os bons quem protege os maus”. Veja quanta verdade está inserida neste ditado!

Quando somos complacentes com quem não é bom, estamos, na verdade, ofendendo os que são verdadeiramente bons. Quando protegemos funcionários que não são comprometidos, que não são competentes, que não atendem bem, que não participam de nossa visão e nossas crenças, estamos, na verdade, punindo os bons, aqueles que são comprometidos, que são competentes, que atendem bem, que compartilham de nossa visão e nossas crenças. É ou não verdade?

Quando um chefe vê um trabalho mal feito e não chama a atenção do subordinado, está na verdade ofendendo quem faz bem feito. Quando um funcionário atende mal a um cliente e não é chamado a atenção ou punido pelo seu chefe, esse chefe está na verdade, indiretamente, punindo quem atende bem os clientes.

E nada é mais desmotivador do que a injustiça de pessoas erradas sendo tratadas da mesma forma que as ertas. Nada é mais desmotivador do que vermos pessoas desonestas sendo tratadas da mesma forma que as honestas. Nada é mais desmotivador do que a injustiça e a impunidade.

Da mesma forma é com os clientes. Ofende os bons clientes, a empresa que não faz diferença entre os bons e os maus e trata os maus da mesma forma que os bons. Clientes que não pagam em dia, que não obedecem às instruções de uso de nossos produtos não podem ser tratados da mesma forma que os que são realmente comprometidos com o nosso sucesso como empresa. Lembre-se: Ofende os bons, quem protege os maus.

Faça um exame de consciência e veja se você não está cometendo essa injustiça. “Na minha vida, sou justo? Dou valor a quem é honesto, verdadeiro amigo? Sou capaz de mostrar que trato de forma diferente os bons e os maus? No meu trabalho, sou justo e mostro a justa diferença entre os comprometidos e os descompromissados com a empresa? Prestigio quem é realmente bom, elogiando, incentivando, motivando?” Pense nisso. Sucesso! Por Luiz Marins

DPVAT: qual será o destino obrigatório para carros

O sistema de arrecadação centralizado, sem possibilidade de o proprietário contratar o seguro com a companhia que lhe ofereça as melhores condições, não deveria mais ocorrer.

No dia 25 de julho comemorou-se o Dia do Motorista. Na realidade trata-se do dia de São Cristóvão, que na religião católica é o padroeiro universal de motoristas profissionais ou amadores. Entre as várias dificuldades que quem está atrás do volante enfrenta no Brasil, há mais uma: o limbo em torno da nova formatação do seguro para indenizar vítimas de acidentes de trânsito.

Criado em 1974, o DPVAT, sigla de Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, é confundido com imposto em razão de sua obrigatoriedade. Extinto por Medida Provisória em 2019, esta caducou e não se transformou em lei. Em 9 de janeiro de 2020 teve seu valor reduzido para apenas R$ 5,23 e em 2021 não foi cobrado.

O tema motiva controvérsias. O DPVAT visa indenizar vítimas de trânsito – mortos, inválidos parcial ou totalmente e feridos sejam pedestres, motoristas ou ocupantes – independentemente de culpados ou mesmo de identificação do veículo causador ou envolvido em acidentes.

Quem administrava a arrecadação e o pagamento dos sinistros era a Seguradora Líder, um consórcio de 80 empresas do setor. Houve acusações de má administração, fraudes e a Líder anunciou a autodissolução a partir de 1º de janeiro deste ano.

Quem precisa solicitar indenização em 2021, no máximo de R$ 13.500, deve reunir toda a documentação e dar entrada pelo aplicativo DPVAT, da Caixa Econômica Federal, ou em uma de suas agências. Existem vários relatos de dificuldades. Ainda falta resolver como será a arrecadação e a administração do seguro de forma definitiva.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) estuda um modelo de contratação de livre escolha do proprietário do veículo. O advogado Ernesto Tzirulnik, presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), defende a destinação do que for arrecadado apenas para pagamento de indenizações. Hoje, 50% do fundo tem esse fim, 45% vão para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para campanhas de prevenção a acidentes.

Para a revista Cesvi, ele destacou que Saúde e Educação precisam se sustentar por impostos constitucionais da União. “O DPVAT devia destinar 100% dos prêmios (preço do seguro) para a formação de um fundo necessário à indenização substancial, verdadeira e real das vítimas. Poderia pagar 10 vezes o valor atual e ainda manter o sistema saudável”, afirmou.

Um obstáculo seria o controle das fraudes. Se elas existem mesmo com valores tão baixos, pode-se imaginar o que altas indenizações atrairiam. O debate exige aprofundamento e estudar a experiência de outros países. O sistema de arrecadação centralizado, como hoje, inclui o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), sem possibilidade de o proprietário contratar o seguro com a companhia que lhe ofereça as melhores condições. Isto, de fato, não deveria mais ocorrer. Fonte: Informativo Gente


Pesquisa aponta que 70% dos carros não têm seguro

Em contrapartida, o setor de seguros apresentou um bom desempenho no começo de 2021.

De acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), 70% dos carros no Brasil não possuem seguro. Esse número pode chegar a 80%. O seguro do automóvel é visto, atualmente, como tão importante quanto realizar a reposição automotiva de alguma peça essencial.

O grande número de condutores sem o apoio de uma seguradora cria um mercado consumidor para as companhias de seguro especializadas no ramo, fazendo com que empreendedores sejam atraídos para investir no setor.

Hoje, são quase 31 milhões de veículos sem seguro em território nacional, contra 17,1 milhões de segurados (número referente a 2017). Ainda de acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores fazem a renovação do contrato de serviço com o corretor que já fez o atendimento anteriormente, fazendo com que essas seguradoras montem uma cartela de cliente.

Esse fenômeno contribui para que a corretora tenha uma receita recorrente, já que, além de tudo, o seguro é um tipo de serviço que necessita de renovação. De acordo com dados da CNseg, o setor de seguros encerrou o ano de 2019 com uma arrecadação de R$ 490 milhões, ou seja, um elevado faturamento ao ano.

Apesar das circunstâncias, o setor de seguros conseguiu um bom comportamento nos primeiros dois meses de 2020, apresentando um crescimento de 5,5% na comparação dos meses de fevereiro de 2020 e 2021, circulando mais de R$ 22 bilhões em prêmios e contribuições previdenciárias e capitalização (tirando DPVAT e Saúde).

Seguros de bens e danos proporcionados a terceiros foram os protagonistas no mês de fevereiro, avançando 14,9% em comparação a 2020, calculando R$ 6,3 bilhões em prêmios. Os seguros auto, por sua vez, também conseguiram um bom desempenho, com um crescimento de 7,4% desde fevereiro do último ano, calculando R$ 2,7 bilhões em prêmios diretos após a queda de janeiro.

De acordo com a conjuntura, a atenção ao vazamento de dados e as sanções da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) influenciaram para que a demanda por seguros contra riscos cibernéticos batesse recorde no mês de fevereiro, avançando 242,5% se comparado ao ano anterior, calculando R$ 8,2 milhões em prêmios. Fonte: Segs

Procura por seguro de pessoas cresce 29,6% em maio

Análise considera o resultado em relação ao mesmo mês de 2020. Alta é puxada pelos ramos de vida, funeral, doenças graves e prestamista cuja participação foi mais expressiva.

Dados do levantamento de maio de 2021 do mercado de seguro de pessoas, realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – FenaPrevi, demonstram que o segmento alcançou mais de R$ 4,2 bilhões em prêmios no mês, valor 29,6% maior do que o aferido em maio de 2020 que foi de R$ 3,2 bi.

A evolução, em termos percentuais e por representatividade, indica aumento de 41,4% no seguro Prestamista (R$ 1,34 bilhão); 40,4% em Funeral (R$ 88 mi); 37,4% no Vida Individual (R$ 757 mi), além de 35,2% no de Doenças Graves/Terminais que arrecadou R$ 121 milhões, e vem seguido pelo de Vida em Grupo (17,6%) com R$1,1 bilhão. Todos registraram incremento quando comparados aos resultados de maio de 2020.

De janeiro a maio de 2021, a maioria dos seguros de pessoas apresentou aumento – somando R$ 20 bilhões em prêmios, com 15% de acréscimo sobre o mesmo período do ano anterior. Destacam-se o seguro de Vida (individual e coletivo), que permanece como o mais relevante em termos de valores – R$ 8,9 bi e 18,5% de aumento; seguido pelo Prestamista (R$ 6,4 bi e 16%), pelo Vida em Grupo (R$ 5,3 bi e 9,7%) e pelo de Acidentes Pessoais (R$ 2,67 bi e 11%), todos com ganhos em receita na comparação com os primeiros cinco meses de 2020. Na mesma curva ascendente vêm os segmentos Educacional (38,3%), Funeral (29,2%) e Doenças Graves/Terminais (27,8%).

O volume de indenizações pagas aos participantes e beneficiários de seguros, seja na análise mensal ou na do acumulado, também apresentou alta. Apenas em maio as empresas destinaram aos segurados R$ 1,9 bilhão, mais do que o dobro do valor pago no mesmo mês do ano anterior, que foi de R$ 948 milhões. Já a soma dos sinistros contabilizados nos cinco primeiros meses de 2021 foi R$ 7,6 bilhões, valor 75% maior do que o registrado no mesmo recorte de 2020.

Para Carlos De Paula, diretor-executivo da FenaPrevi, apesar do cenário difícil, sob o ponto de vista social e desafiador, sob o aspecto econômico, diante de todos os efeitos decorrentes da pandemia, a sociedade está percebendo a importância dos seguros na vida das pessoas. De Paula explica que os números demonstram uma evolução no comportamento dos consumidores. “Venceremos a pandemia, entretanto a mudança de postura que constatamos nos brasileiros é fundamental para uma sociedade que está passando pela mais profunda transição demográfica da sua história”. Fonte: Segs


Saúde: Estudos indicam impacto do otimismo na saúde

Para o médico psiquiatra Cyro Masci, o otimismo realista pode contribuir para a melhoria na saúde. O especialista destaca ferramentas úteis para manter o otimismo na dificuldade.

Um estudo realizado em 2009 pela Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, com 100 mil mulheres, acompanhadas durante oito anos, indicou que o otimismo faz bem à saúde. A conclusão foi que as participantes com expectativas mais positivas para o futuro apresentaram risco 9% menor de desenvolver doenças cardíacas, assim como 14% menos probabilidade de morrer por outra causa.

Na mesma época, os homens foram objetos de outro estudo na Holanda, e dos 545 participantes da pesquisa, os mais otimistas tiveram redução de até 50% nas mortes por doenças do coração em comparação com aqueles que não traziam um olhar tão generoso para o futuro.

Em artigo publicado no JAMA, Journal of the American Medical Association, em 2019, foram analisados 15 estudos que envolveram mais de 200 mil pessoas, sendo constatado que o otimismo está associado a um menor risco de doenças do coração, em contraste com a atitude pessimista, que foi associada a um maior risco de eventos cardiovasculares. Os autores concluíram que "a promoção do otimismo e a redução do pessimismo podem ser importantes para a saúde preventiva".

Segundo Cyro Masci, médico psiquiatra que utiliza a abordagem integrativa, estes indicadores positivos devem-se a algumas alterações bioquímicas no organismo. “O otimismo libera substâncias químicas, como a serotonina ou a dopamina, além de dificultar a liberação exagerada do hormônio cortisol. Desse modo, o organismo se protege dos danos consequentes que um estado de alerta constante provoca”, explica.

“O ideal é que exista um equilíbrio saudável entre o extremo do otimismo cego, que se nega a ver as ameaças e perigos, e o pessimista radical, que tem uma visão de mundo comprometida pelos aspectos negativos da vida. Não permanecer em um extremo nem no outro é um estado que gosto de denominar como 'otimismo realista'", conclui. Fonte: Segs

Orientação segura: Como a manipulação de dados pessoais está presente no dia a dia

Muitos aplicativos e sites trazem inúmeras facilidades aos seus usuários, tais como a possibilidade do pagamento de contas/boletos, compras com cartão de crédito, listas de mercado, solicitar transporte, realizar consultas, registar funcionário (e-social), tudo por via online.

Vários dados pessoais circulam livremente no universo da internet. A revista britânica The Economist escreveu que, na era da Quarta Revolução Industrial em que estamos entrando, os dados são o novo petróleo.

Inúmeros problemas envolvem os dados como: o roubo de informações, manipulações que afetam o direito de escolha, uso não autorizado de dados para fins ilícitos etc. São alguns exemplos, cotidianos, de instrumentos de captação de dados: - Aplicativos de comida; - Redes sociais diversas; - Sites que pedem registro/ cookies; - Bancos digitais; - Aplicativos de conversa; - Jogos online.

O advogado Bruno Faigle explica, “É comum navegar na internet e acessar vários sites, fazendo cadastros, num primeiro momento inofensivos sem se dar conta na extensão que aquela informação processada poderá ter. Na maioria das vezes nem percebemos que os dados estão sendo captados, passamos pelos termos de utilização sem ler, abrindo brechas para ilegalidades”. Outro fator é o consentimento dado pelo titular de forma viciada, ou seja, para a utilização de determinado serviço ou equipamento (como os smarthphones) o titular é obrigado a consentir, caso contrário será impedido dede utilizar determinada ferramenta contida no aparelho.

Por isso a Lei Geral de Proteção de Dados traz a necessidade de tratamento dos dados dos titulares, devendo seus termos serem adotados por todas as empresas sob pena de responsabilização. O titular tem com direito: - O acesso e verificação fácil sobre os dados coletados; - A possibilidade de verificar como estes estão sendo tratados e manipulados; - O poder de solicitar a eliminação das informações; - O poder de revogar o consentimento de utilização dos dados a qualquer tempo.

É importante estar atento e utilizar a internet com consciência, principalmente ao consentir a utilização dos seus dados. O advogado sugere que, “ao observar a política de tratamento de dados, anotar o nome e contato do encarregado de dados ou do Controlador dos dados, pessoas indicadas pela empresa e responsáveis pelo auxílio ao titular ou pelo tratamento de dados. Por fim, esclarece o advogado, que a LGPD visa proteger os usuários. Fonte: Segs

Ação Positiva

“São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos.” Alvo Dumbledore

 

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