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Postado em 06 de Agosto às 13h36

MENSAGEIRO SEGURO 1116

Institucional (142)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.116 – Ano XIV – 06/08/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.116 – Ano XIV – 06/08/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini



Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Cinco tendências de relacionamento digital para o 2º semestre de 2021
2. As vendas no mundo físico sustentam as grandes marcas, mas até quando?
3. Seguro viagem: o que saber antes de fazer as malas
4. Saúde: Vai um cafezinho?
5. Orientação segura: Como as empresas podem se preparar com o fim da pandemia
6. Ação Positiva





Cinco tendências de relacionamento digital para o 2º semestre de 2021

Atendimento no Instagram, Digital First e RSC estão na listagem para atender as necessidades dos clientes, que estão cada vez mais exigentes.

Oferecer um atendimento automatizado que também seja humanizado, unificar a experiência dos usuários independente do meio em que se atende, gerenciar canais de forma inteligente para que os clientes permaneçam satisfeitos com a marca, estão entre os desafios que as empresas podem encontrar com seus clientes no futuro.

Os consumidores estão ficando cada vez mais exigentes quando o assunto é atendimento, principalmente no que se diz respeito a resposta rápida e eficiente, resolução de problemas e/ou dúvidas de forma estratégica e a disponibilidade de atendimento em múltiplos canais, assim como o atendimento por meio das redes sociais.

Segundo Rafael Souza, CEO da Ubots - startup gaúcha especializada em chatbots, entre o segundo semestre de 2021 e o início do ano que vem, cinco tendências de relacionamento digital poderão ser notadas em relação a atender as necessidades dos clientes via de canais online. Confira:

1.Atendimento no Instagram: o aplicativo que possui uma forte presença por contar com diversas funcionalidades para os criadores de conteúdo agora também abriu a API para ampliar as possibilidades de atendimento das empresas;

2.Call To Message: é a transferência do atendimento telefônico para um canal digital, reduzindo as filas de espera e aumentando a satisfação dos clientes;

3.Digital First: visa guiar a jornada de relacionamento digital do consumidor, do canal mais barato para o canal mais caro que a empresa oferece, de acordo com a criticidade do assunto;

4.RCS: o sistema de envio de mensagens desenvolvido pelo Google tem o objetivo de trazer mais praticidade e a possibilidade de interagir com os clientes e enviar mensagens com conteúdo multimídia sem a necessidade de baixar mais um aplicativo no celular;

5.Hiperpersonalização: é a ideia utilizar os dados já fornecidos pelos clientes para gerar experiências personalizadas nos demais contatos realizados por eles com a empresa.

Vídeo como parte do atendimento digital - O atendimento digital realizado pelo chatbot também pode ter o apoio do vídeo no momento da conversa com o cliente, com o objetivo de aumentar a interação e entendimento sobre determinado assunto. Um exemplo é o Bot50+ do Agibank, desenvolvido pela Ubots, que foi disponibilizado para auxiliar os clientes acima dos 50 anos. Dessa forma, o usuário que tiver dúvidas pode entrar em contato pelo WhatsApp e o chatbot vai realizar o atendimento, identificando as dúvidas e enviando um vídeo com o conteúdo correspondente. “É um formato que ainda é pouco utilizado pelas empresas, mas que pode vir a ter uma crescente no segundo semestre”, comenta Souza. Fonte: Segs


As vendas no mundo físico sustentam as grandes marcas, mas até quando?

Um estudo recente da Consumer Insights, da Kantar, mostrou que a maioria dos consumidores ainda prefere comprar em pontos de venda físicos e sente falta de confiança para as compras online. A pesquisa apontou que 51% da população prefere ir ao ponto de venda. Apesar de ser um número ainda relevante, é visível o quanto as pessoas estão, cada vez mais, adaptadas ao online. Também não podemos negar que a pandemia e o isolamento social aceleraram este processo - que já estava acontecendo, mas a passos mais lentos.

Embora ainda exista a preferência pelo físico, trata-se de um comportamento que vem diminuindo, visto que, em uma outra pesquisa, divulgada no ano de 2019, pela Lett e Opinion Box - antes desta crise sanitária e econômica -, as lojas físicas eram as preferidas por 64% das pessoas. Obviamente não acredito que, em algum momento, as lojas físicas irão deixar de existir. Mas, é que é impossível ignorar o online e, em poucos anos, todos os comércios físicos estarão também digitalizados de alguma forma.

Quando pensamos em pequenas e médias empresas, o início pode até ser um pouco mais simples: desde a presença do comércio no Google Meu Negócio, redes sociais, e-commerces, marketplaces até um trabalho mais consistente de marketing digital. Existem inúmeras maneiras de ser encontrado e vender online.

Quando se trata de grandes marcas, que normalmente já possuem uma forte presença virtual, é diferente. Embora a grande maioria esteja na internet há muitos anos, muitas vezes elas não sabem exatamente como podem se posicionar para vender ainda mais no online e possuem o desafio de levar o cliente que o encontra digitalmente para consumir nos pequenos que revendem os seus produtos.

Pode parecer confuso, mas uma marca nacionalmente conhecida revende os seus produtos em diversos pequenos comércios espalhados pelo Brasil. Se o cliente vê na internet sobre um lançamento e, quando chega ao lojista mais próximo, não encontra o que procura, ele acaba comprando um item de outra marca. É neste momento que a grande indústria perde o cliente e, normalmente, para o concorrente.

A questão principal é que existem maneiras de evitar ao máximo que essas rupturas aconteçam. Um primeiro passo é focar na gestão comercial e de estoque de todos os revendedores, fazendo um reabastecimento inteligente, principalmente no varejo de vizinhança. Uma grande empresa deve automatizar informações para saber, da maneira simples e rápida, quais lojistas estão sem produtos, quais produtos saem mais, quais ficam encalhados, entre outras informações. Desta maneira, quando o vendedor da marca chegar ao comércio, ele terá todos esses dados reunidos e fará um abastecimento mais rápido e inteligente.

Como segundo passo, acrescento a importância de investir em tecnologias que ajudem o consumidor final a localizar os produtos da marca, mostrando o local mais próximo que dispõe do item para venda. Terceiro e não menos importante é o investimento em trade marketing. Sei que pode parecer repetitivo falar sobre o tema, por ser algo já conhecido do mercado. Porém, a questão é que as grandes marcas precisam encontrar maneiras de aplicar essa estratégia no pequeno varejo, que revende os seus produtos. Uma forma é por meio do Google Meu Negócio, fazendo o cadastro e atualizando a vitrine virtual de todos os pequenos e médios revendedores.

Com esses três passos é possível mudar a forma de vender, conquistar novos clientes e fidelizar aqueles que já existem. Essas estratégias podem realmente transformar o negócio. E, o mais interessante, é que são fatores que ajudam toda a economia, de maneira mais abrangente.

Quando uma grande indústria percebe a importância de trazer os seus revendedores que estão apenas no físico também para o online, isso aumenta, e muito, a presença digital da marca. Mas, ao mesmo tempo, dá visibilidade aos 'invisíveis digitais’, aqueles pequenos comerciantes que não possuem nenhum tipo de presença na internet. E isso é importante e possui potencial de mudar, e melhorar, mesmo que aos poucos, toda uma comunidade.

Sabemos que as vendas físicas ainda sustentam as grandes marcas. O comércio de bairro, o mercado de vizinhança e o pequeno lojista que revende os produtos e faz com que aquela marca chegue em tantas cidades e estados do Brasil, são os responsáveis por tornar aquela empresa cada vez maior. No entanto, não podemos mais ignorar que chegou o momento de pensar em novas estratégias e trazer os pequenos comércios para o online. Em pouco tempo, tenho certeza, isso fará com que todos se tornem ainda mais fortes. Por Fernando Farias, CEO da Gofind


Seguro viagem: o que saber antes de fazer as malas

A prática de contratar um seguro viagem ainda não se tornou um hábito entre os brasileiros, em razão da falta de obrigatoriedade em percursos nacionais e também porque grande parte da população o considera um serviço custoso e desnecessário.

É preciso lembrar, no entanto, que os contratempos acontecem - com muita frequência - em viagens de qualquer tipo. Em tempos de pandemia, o risco é ainda mais acentuado. Alguns países da Comunidade Europeia exigem a contratação de um seguro viagem, bem como a maioria dos destinos internacionais, para impedir a propagação do coronavírus em seus territórios, apresenta regras específicas e bastante rígidas, principalmente no que diz respeito à entrada de estrangeiros.

Qual a importância do seguro viagem internacional? O seguro viagem internacional ampara e protege o turista em situações imprevistas, evitando muitas dores de cabeça e até prejuízos financeiros. Da mesma forma que um seguro de carro ou residencial, o seguro viagem internacional é um contrato firmado com uma empresa seguradora.

O principal objetivo de sua contratação é resguardar o turista em caso de imprevistos, estando a empresa contratada comprometida a oferecer-lhe assistência (financeira, saúde etc.) durante todo o período em que permanecer em território estrangeiro. A cobertura depende do tipo de plano contratado, sendo alguns mais básicos e outros mais amplos. Em geral, os mais simples incluem indenização, traslado e demais despesas médicas em caso de acidentes ou problemas de saúde ocorridos durante a viagem, seguro de vida e repatriação do corpo quando houver óbito.

Já as apólices de seguro mais completas costumam responder por bagagens extraviadas ou danificadas, roubos, assistência jurídica, auxílio em casos de atraso ou cancelamento de voo e demais despesas advindas de permanência forçada, entre outros benefícios. Sendo assim, a importância de fazer um seguro viagem internacional está relacionada ao fato de garantir uma viagem segura e tranquila, evitando incidentes que possam comprometer os planos.

A contratação é obrigatória? Embora seja bastante recomendado, nem sempre o seguro viagem é obrigatório, mesmo em viagens internacionais. Hoje, 27 países europeus são signatários do Tratado de Schengen e, portanto, exigem, para a entrada em seus territórios, a comprovação de um seguro viagem internacional, de pelo menos 30 mil euros de cobertura, previamente adquirido.

Os países assinantes do Tratado de Schengen são todos os membros da Comunidade Europeia, exceto Irlanda, Croácia, Bulgária, Reino Unido e Romênia. Outros países em que o seguro viagem é obrigatório são Austrália (exige-se seguro de saúde para pessoas que vão estudar lá), Venezuela, Cuba e Equador. Em razão dos altos custos de atendimento médico, considerados os mais caros do mundo, contratar um seguro para viajar para os Estados Unidos é também indicado.

Quais são as exigências decorrentes da pandemia? A pandemia do coronavírus modificou todo o cenário turístico, sobretudo em relação às viagens para o exterior. As regras para a entrada de estrangeiros foram alteradas, tornando-se mais rígidas na maioria dos países. Algumas fronteiras estão bloqueadas e as que estão abertas (total ou parcialmente) exigem, em geral, testes RT-PCR feitos com antecedência máxima de 72h, quarentena entre 10 e 14 dias a contar do momento de entrada no território e comprovação de seguro viagem e seguro saúde.

Sem dúvida, o uso de máscaras, álcool em gel, distanciamento social e demais protocolos sanitários são indispensáveis para qualquer destino. Ao decidir viajar em meio à pandemia, deve-se estar preparado para alguns contratempos, tais como o fechamento súbito de fronteiras e o prolongamento forçado da estadia, o que implica em despesas não programadas de hospedagem, alimentação e outros gastos essenciais.

Assim, se a contratação de um seguro viagem internacional já era relevante, com a pandemia ele se tornou praticamente necessário. Vale dizer que nem todo plano de seguro inclui assistência para casos de COVID-19, mas esse cenário vem mudando e cada vez mais seguradoras estão ampliando a cobertura de suas apólices. Fonte: Segs

Saúde: Vai um cafezinho?

O café é a segunda bebida mais consumida no mundo. Uma xícara vai bem pela manhã, depois do almoço e até para espantar o sono à tarde. Mesmo com efeitos psicoestimulantes, se for consumido com moderação traz benefícios à saúde. “400 mg de cafeína, o equivalente a quatro xícaras pequenas por dia, são seguros para a maioria dos adultos”, explica a nutricionista Carla Souza (SP). Já acima da dose indicada é possível se sentir nervoso, inquieto, ter insônia e tremores, além de aumento do batimento cardíaco, delírios e até convulsões. Porém, essas reações são individualizadas e dependem da frequência e quantidade por dia.
Fonte: Revista Viva Saúde

Orientação segura: Como as empresas podem se preparar com o fim da pandemia

O principal ponto para retomada gradativa ao processo do trabalho contínuo, será a necessidade de reformular toda estrutura da empresa. A epidemia mundial trouxe soluções e necessidades que iremos incorporar em nossa rotina e isto é desconfortável para alguns. Precisaremos entender e estudar os novos formatos de atuação e comercialização dos produtos e serviços. A pandemia acelerou um processo que estava em um crescimento lento e gradual: A relação digital.

As reuniões se tornaram digitais, as compras de produtos por aplicativos, os treinamentos e capacitação profissional, on-line, as festas corporativas e inteirações virtuais com as entregas dos produtos das reuniões por entregas via aplicativo.

As relações com seus colaboradores totalmente virtuais, permitindo que eles desenvolvessem novas capacidades e inteiração para atender as demandas de sua empresa empregadora, dentre tantas outras necessidades que envolveram não somente a parte corporativa, mas também tornando a relação mais humana entre as partes.

O empregador teve acesso a detalhes da vida de seus colaboradores para que atendessem de forma proativas suas funções e os colaboradores se dispuseram a dividir mais as tarefas corporativas com as tarefas pessoais, em um esforço sobrenatural para compor novas atividades em sua rotina e agenda de trabalho.

Por estes detalhes as empresas não poderão retomar sob o mesmo formato antes desta crise global, porque toda estrutura mudou e a partir destas e outras questões é fundamental que as empresas entendam seu papel no mercado de produtos e serviços, atualizando sua plataforma de atuação, incorporando uma comunicação mais direta entre toda a cadeia de envolvimento e procurando profissionais que auxiliem nesta composição.

Abriram novos nichos e oportunidades de trabalho, onde as empresas poderão se reinventar ou absorver dentro dos novos formatos, fornecendo ao mercado novos produtos que serão necessários em uma cadeia cada vez mais constante e intensa.

A capacitação de profissionais para novas áreas que estão surgindo, desenvolvendo produtos e serviços que atendam novas demandas e saindo à frente de concorrentes é nossa obrigação daqui em diante. Reformular, estudar, capacitar, mapear novas oportunidades profissionais e tendências futuras de mercado. Identificar quais atividades entrarão em declínio e quais terão crescimento, fornecendo profissionais e negócios híbridos para atender estas demandas se fará necessário.

Entenda como sua empresa pode se reformular para atender suas necessidades, integrando toda comunicação virtual e híbrida. Consulte um profissional para auxiliar a identificar seu conceito e nicho na nova fase das empresas e indústrias na geração 4.0.
O profissional capacitado será importante para compreensão da retomada da empresa, saindo a frente de seus concorrentes e apresentando de forma adequada neste novo comportamento corporativo. Fonte: Segs

Ação Positiva

Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida." Platão

 

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