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Postado em 13 de Agosto às 15h13

MENSAGEIRO SEGURO 1117

Institucional (142)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.117 – Ano XIV – 13/08/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.117 – Ano XIV – 13/08/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Isso é ético?
2. O papel do certificado digital na economia
3. Planos de saúde batem recorde e ganham 1,5 milhão de beneficiários na pandemia
4. Seguro de Responsabilidade Civil Cibernética garante a proteção de empresas
5. Saúde: Como aliviar a pressão do dia a dia?
6. Orientação segura: Mentalidade empreendedora
7. Ação Positiva

Isso é ético?

Com muita frequência sou chamado a fazer apresentações sobre ética nas empresas. O que mais me chama a atenção é que a maioria das pessoas parece não ter consciência de que a ética ou a falta dela se revela em comportamentos e atitudes, muitas vezes, despercebidos e sequer vistos como parte da ética profissional.

É preciso lembrar que ética ultrapassa o simples conceito de honestidade. Muitas pessoas me dizem serem éticas porque são honestas. - Nunca peguei nada de minha empresa escondido, sequer um lápis! Sou totalmente ética! Me disse orgulhosamente uma funcionária. É claro que a elogiei pela honestidade, mas disse a ela que isso não cobria todos os aspectos da ética. Pegar coisas da empresa e levar para sua casa é crime, furto. E se alguém levar um lápis ou uma canetinha da empresa para sua casa de forma repetida, será um “crime continuado” com sérias implicações penais.

É preciso, expandir o conceito de ética para muito além da honestidade para que realmente possamos dizer que somos éticos de verdade. Assim, a discussão sobre ética na empresa deve levar em conta aspectos, muitas vezes, deixados de lado e que são fundamentais. É ético?

- É ético eu saber de problemas em minha empresa e não levar aos canais internos competentes e comentar sobre esses problemas em público?

- É ético eu ter informações relevantes para o trabalho de colegas e não passar essas informações a ele ou ela?

- É ético eu usar, sistematicamente, produtos da concorrência da empresa em que trabalho?

- É ético eu roubar ideias de meus colegas dizendo às chefias que as ideias foram minhas?

- É ético eu não participar dos programas e projetos de minha empresa para os quais fui convidado?

- É ético eu não buscar, por conta própria, saber mais sobre minha área de atuação profissional?

- É ético eu fazer vista grossa a pequenos problemas de qualidade em minha atividade profissional?

Pense nisso. Sucesso! Luiz Marins – consultor, escritor e palestrante


O papel do certificado digital na economia

O portal CryptoID entrevistou o vice-presidente da AARB Paulo Milliet Roque sobre o papel do certificado digital na economia.

Crypto ID: O que é AR eletrônica? E quais seriam os “prós e contras” para o ecossistema da ICP-Brasil? Paulo Roque: A AR Eletrônica vai ser uma forma de você emitir automatizado, sem interferência humana, um certificado digital. Desde que cumpra os requisitos, que tenha o seu cadastro no Tribunal Eleitoral para que possa pegar as duas informações biométricas para se fazer um batimento biométrico, então a AR eletrônica ela vem para facilitar ainda mais para o usuário emitir.

O usuário pode emitir durante 24 horas por dia. Ele entra no site, escolhe e seleciona os documentos, faz o cara crachá digital e, se passar, o certificado digital é emitido. Depois disso ele recebe um link e vai colocar se ele tiver o cartãozinho, ele coloca na máquina de leitura do cartão, agora se ele quiser fazer em nuvem, baixa o certificado no computador sem interferência humana.

Crypto ID: E, em sua percepção como a iniciativa privada vai corresponder a expectativa da população brasileira, que está experimentando, no portal Gov.br, a simplicidade em resolver tudo, ou quase tudo, via meios eletrônicos? Paulo Roque: Acho que o Gov BR é uma iniciativa fantástica! É uma mudança completa de paradigma, ele já está impulsionando a relação do cidadão com o Estado. É direito do Cidadão se relacionar digitalmente com o Estado.

A Medida Provisória No 2.200-2, antes ela teve duas versões, a segunda que foi que ficou valendo como lei. Mas na primeira, por exemplo, falava que era um direito do cidadão se relacionar digitalmente com o Estado, então eu acho que o Gov.BR concretiza isso.

Uma coisa que a gente como iniciativa privada gostaria seria poder, inclusive, utilizar o Gov.br para fazer acesso aos nossos aplicativos e não apenas ao Portal de Governos. O Gov.br não está aberto ainda para isso, ele está aberto para integrar órgãos de governo, mas gostaria de usar aquilo como uma forma de fazer uma identificação, como existe no Facebook e no Google, a gente poder usar o Gov.BR, que provavelmente vai ser um pouco mais seguro do que utilizar uma mídia social para confirmar que a pessoa realmente é a pessoa.

Planos de saúde batem recorde e ganham
1,5 milhão de beneficiários na pandemia


Para a FenaSaúde, resultados refletem o trabalho das operadoras no enfrentamento à Covid-19, como o atendimento de qualidade, a ampliação de leitos e a telemedicina.

Os planos de saúde ganhara 1,5 milhão de novos beneficiários entre junho de 2020 e junho de 2021 em todo o país, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Os planos de saúde também conseguiram, mesmo diante da pandemia, bater o recorde de avaliação positiva.

É o que indica um estudo realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que mostrou que 84% dos beneficiários estão muito satisfeitos com os planos de saúde. Em 2019, esse índice era de 80%. Dentre os quesitos mais bem avaliados está o que se refere à cobertura dos planos de saúde, cuja aprovação passou de 15%, em 2019, para 25%, em 2021.

Para a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), a melhora na aprovação se deve, sobretudo, às iniciativas adotadas pelas operadoras de saúde no enfrentamento da pandemia, com esforços constantes por salvar vidas, desde atendimentos de emergência até o uso da telemedicina. "Isso só foi possível graças ao direcionamento de equipes e recursos para atendimento à Covid, capacitação, treinamento, além de investimentos na ampliação de leitos e na construção de novos hospitais", ressalta a diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente.

Outro ponto de destaque que contribui para a avaliação positiva é a implementação da telessaúde. A medida, autorizada durante a pandemia, mas somente enquanto permanecer a situação de emergência, se mostrou acertada e essencial. Entre março de 2020 e maio deste ano, foram realizados 3,1 milhões de teleatendimentos no país, segundo levantamento da FenaSaúde. A resolutividade dos casos durante as consultas on-line foi superior a 90% e o índice de satisfação variou entre 75% e 94%. "Essas consultas garantiram mais acesso à saúde para os beneficiários e evitaram o risco de contaminação pelo coronavírus numa ida ao hospital ou clínica", explica a diretora executiva da FenaSaúde.

Ainda segundo o estudo feito pelo IESS, 41,4% das pessoas entrevistadas já tiveram plano de saúde, sendo a demissão do emprego e o preço das mensalidades as razões principais para não possuir mais o plano. A qualidade do atendimento e a comodidade/conforto são as justificativas mais recorrentes para o interesse em se ter plano de saúde (66%). Já entre aqueles que afirmam não ter interesse (34%), o preço da mensalidade é o principal impeditivo. "Esses dados mostram que as pessoas querem planos com mais opções, que sejam mais aderentes à sua capacidade de pagamento. Portanto, é fundamental diversificar e ampliar os tipos de cobertura que possam ser oferecidos e comercializados", ressalta a diretora executiva da FenaSaúde.

Ainda segundo Vera Valente, a medida visa aumentar o número de beneficiários, mas sobretudo desafogar o SUS, que está sobrecarregado e enfrenta restrições orçamentárias. "Assim, conseguimos deixá-lo apenas para quem não tem, realmente, condições de pagar por um plano de saúde." Fonte: Segs

Seguro de Responsabilidade Civil Cibernética
garante a proteção de empresas


Segundo pesquisa divulgada pela BluePex, empresa de soluções de segurança, apenas 4% das pequenas e médias empresas no Brasil já estariam totalmente preparadas e adequadas a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

A lei, que entrou em vigor em setembro de 2020, começará a aplicar as sanções a partir de agosto de 2021 e estabelece regras de coleta e tratamento de informações pessoais, de empresas e instituições públicas; assegura o direito à privacidade; fortalece a segurança jurídica, além de definir as responsabilidades de quem processa os registros e outros. As principais áreas afetadas pela perda de dados são: instituições financeiras, saúde, educação, varejo online e empresas públicas.

Como uma forma de auxiliar as empresas que já se adaptaram à nova lei e as que ainda estão implementando novos protocolos de proteção de dados, existe no mercado o seguro Responsabilidade Civil Cibernética, que oferece cobertura caso um terceiro busque indenização à empresa segurada em determinadas situações. Luiz Carlos Gama Pinto, Diretor Executivo da Corretora de Seguros Bancorbrás, aponta que as empresas brasileiras ainda estão se adaptando à nova realidade. "Com o seguro, os empresários podem evitar possíveis prejuízos e impacto na credibilidade da empresa".

O seguro de Responsabilidade Civil Cibernética oferece cobertura em casos de: violação de informações pessoais e corporativas; ato, erro ou omissão na segurança de dados, lucros cessantes; despesas para a substituição de equipamento digital; e multas. Além disso, Luiz Carlos também aponta que o cliente tem a opção de incluir na apólice coberturas especiais como: pagamento de qualquer perda por extorsão sofrida pelo segurado, como resultado de ameaça de segurança; indenização em caso de distribuição de material que resulte em uma infração de direitos autorais; e cobertura para lucro que teria sido obtido e despesas operacionais em caso de falha de segurança que tenha causado interrupção ou suspensão dos negócios. "Tudo isso é um meio de a empresa se proteger caso algum ataque cibernético aconteça", afirma.

Além do seguro, as empresas também precisam realizar manutenções preventivas a fim de evitar ataques que violem os dados dos colaboradores e clientes. Segundo Raul Oliveira, profissional de TI da empresa brasiliense Tecnisys, é necessário seguir boas práticas de segurança. "Atualização de software, controle de acessos e auditorias nos mais variados níveis são algumas das ações que ajudam a garantir um pouco de tranquilidade e uma proteção ainda maior das informações da empresa", comenta.

O especialista sugere algumas dicas de como se proteger: - Manter todos os componentes atualizados - Android, Windows, iOS, entre outros; - Sempre utilizar software de fornecedores confiáveis; - Não confiar em "receitas" milagrosas para soluções; - Buscar soluções de segurança confiáveis; - Evitar soluções gratuitas que normalmente são pagas; - Não clicar em e-mails e mensagens com remetentes desconhecidos; - Validar a origem das mensagens recebidas. Fonte: Segs

Saúde: Como aliviar a pressão do dia a dia?

1. Respeite os sinais físicos e da mente que apontam para a hora de parar, de não se submeter a uma sobrecarga de trabalho, sobretudo quando essa sobrecarga é prolongada.
2. Entenda que submeter-se a um esforço concentrado de trabalho em um dia ou dois é completamente diferente de expor-se a um esforço de vários dias e até sem prazo para terminar.
3. Trabalhe a ansiedade por meio de psicoterapia, exercícios físicos e alimentação saudável.
4. Tenha uma rotina.
5. Lembre-se de que é necessário ter tempo para o lazer. Fonte: Revista Viva Saúde

Orientação segura: Mentalidade empreendedora

A mentalidade empreendedora, que faz a pessoa despertar e ter uma postura protagonista e autorresponsável por suas vidas, é uma verdadeira vacina contra os pensamentos negativos, a ansiedade e o vitimismo que teima em nos possuir.

Quando uma pessoa tem mentalidade empreendedora, ela assume uma postura protagonista, acreditando que colhe aquilo que plantou e, por isso, crê ser a única pessoa responsável pelo rumo da sua vida e pela sua felicidade. Ela reage bem quando fracassa e busca aprender com o erro. Não se apega a mágoas devido a frustrações ou decepções com outras pessoas e, ao contrário, desenvolve filtros para se proteger de pessoas negativas e tóxicas, ajudando a manter a sua saúde emocional e mental.

Outra crença de uma pessoa com mentalidade empreendedora é de que estabilidade não existe. Com isso, ela aprende a ser flexível, é mais rápida para se reinventar quando as coisas não saem como o planejado e não tem tempo e nem vontade de se acomodar. Seu cérebro está sempre sendo estimulado a se desenvolver mantendo um interesse contínuo pela vida e pela realização dos seus projetos pessoais e profissionais. Ela é cheia de esperança de futuro.

Essa pessoa também sabe que o sucesso só depende dela, o que a faz manter-se focada nos seus próprios resultados, avaliando a sua performance, e dedicada a alcançar as realizações que se propôs. Não dá espaço para inveja e fofocas. Com isso, sua vida ganha significado e propósito, enquanto realiza a sua missão.

Num tempo em que vemos a ansiedade como o mal do século, conforme o psiquiatra Dr. Augusto Cury, e a depressão como a doença mais incapacitante da atualidade, segundo a psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva, nos alimentarmos dessa mentalidade empreendedora, buscando aprender com pessoas que são referências nesse tema, torna-se uma prioridade em nossas vidas.

É como se tivéssemos que, diariamente, tomar uma vacina de empreendedorismo para nos lembrarmos que somos o resultado das nossas escolhas e não vítimas do destino, do acaso ou de outras pessoas. A decisão é somente nossa!

Não entre no “mimimi”! Não empreste os seus ouvidos para teorias negativas e vitimistas! Escolha ser protagonista da sua história e empreenda a sua vida a cada dia! Fique atento, porque, no empreendedorismo, 100% dos vitimistas fracassam! 
Fonte: Geração de Valor


Ação Positiva

"O presente não é um passado potencial, é o momento de escolha e de ação." Simone de Beauvoir

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