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Postado em 01 de Novembro de 2024 às 23h00

MENSAGEIRO SEGURO 1.283

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro
1. Trabalho, motivação e disciplina que transformam a vida
2. Digitalização do mercado de seguros ganha mais adeptos no país
3. Furacão Milton carreta forte impacto ambiental e sinaliza como o seguro pode ajudar a enfrentar desafios impostos pelas mudanças climáticas
4. Rodeios em São Paulo e a falta de segurança
5. Saúde: Fome ou vazio emocional?
6. Orientação segura: O cliente está pedindo para contratar seguro de vida
7. Ação Positiva
Trabalho, motivação e disciplina que transformam a vida

Meu pai me ensinou a sempre fazer mais do que meu salário paga, como um investimento no futuro. Independente de você ficar num lugar seis semanas, seis meses ou seis anos, sempre deixe-o melhor do que encontrou.
Não leve sua necessidade para o mercado de trabalho, leve sua habilidade. Se não se sentir bem, diga ao médico, mas não ao mercado de trabalho. Se precisar de dinheiro, vá ao banco, mas não ao mercado de trabalho.
Somos pagos para aumentar o valor do mercado de trabalho. Leva tempo para aumentar o valor do mercado de trabalho, mas somos pagos pelo valor e não pelo tempo. Aqui está o maior problema de entrar em greve por mais dinheiro: você não consegue ficar rico por demandar mais dinheiro. Se você conseguir fazer uma venda, você pode conseguir o seu sustento. Se fizer um investimento de tempo e bons serviços em um cliente, pode conseguir uma fortuna.
Não deixe simplesmente seu negócio ou seu emprego fazer algo por você, deixe-o fazer algo de você. A falta de trabalho em casa transparece no mercado de trabalho assim como na sala de aula. O lugar em que se começa no mercado de trabalho não é o lugar em que se deve permanecer. Os piores dias daqueles que gostam do que fazem são melhores que os melhores dias daqueles que não gostam da atividade que desempenham.
Os seres humanos têm a capacidade notável de conseguir exatamente o que eles devem ter. Mas há uma diferença entre ?dever? e ?querer ?. A melhor motivação é a motivação em si mesmo. Um sujeito diz: ?Gostaria que alguém viesse e me animasse ?. E se ninguém aparecer? Você deve ter um plano melhor para sua vida... Quando você sabe o que quer, e quer muito, encontrará uma forma de conseguir. A motivação sozinha não é suficiente. Sem um senso de urgência, o desejo perde seu valor.
A disciplina é a ponte entre os objetivos e a realização. Todos nós devemos sentir uma de duas dores: a dor da disciplina ou a dor do arrependimento. A diferença é que a disciplina pesa gramas enquanto o arrependimento pesa toneladas. Uma disciplina sempre leva a outra disciplina.
A afirmação sem a disciplina é o início do engano. Não temos que mudar tanto assim para que faça bastante diferença. Algumas disciplinas simples podem ter um grande impacto sobre a maneira que sua vida será posta em prática nos próximos 90 dias, para não dizer nos próximos 12 meses ou nos próximos 3 anos. A mínima falta de disciplina começa a desgastar nossa autoestima.
Todas as disciplinas têm influência umas sobre as outras. Erroneamente o homem diz: "Esta é a única área que descuido um pouco". Não é verdade. Cada descuido afeta o resto. É ingênuo não pensar dessa forma. A disciplina é a base sobre a qual todo o sucesso é construído. A falta de disciplina inevitavelmente leva ao fracasso. A disciplina tem o potencial para criar milagres futuros. A melhor época para iniciar uma nova disciplina é enquanto a ideia estiver firme.
Por Jim Rohn, treinador de negócios nos EUA
Digitalização do mercado de seguros ganha mais adeptos no país

O mercado de seguro digital não para de avançar. De acordo com um estudo da Grand View Research, esse segmento deve crescer 52,7% anualmente, entre 2023 e 2030, e atingir o faturamento de US$ 152,43 milhões nesse período. São números exorbitantes.
Segundo um estudo do SNS Insider, o segmento de insurtechs deve chegar à marca de U$ 378 bilhões (valor projetado) até 2032, apresentando uma Taxa Composta de Crescimento Anual (CAGR) de 53,03% entre 2024 e 2032. E esse boom será impulsionado pelo uso de Inteligência Artificial (IA) nos negócios.
A OON Seguradora nasceu em 2021 e, atualmente com sede e atuação em Minas Gerais, vem trabalhando com apólices digitais para o segmento Auto. Absolutamente tudo pode ser feito pelo celular: do download do aplicativo à conclusão da transação, que pode ser transacionada em modelo pré-pago (contratação única) e pós-pago (cartão de crédito). Em um intervalo de duas horas, o cliente está com o contrato vigente para o veículo. ?Sempre estivemos dentro deste mercado de seguros com foco em automóveis. Entretanto, nos últimos cinco anos, passamos enquanto sociedade por uma transformação digital intensa. Portanto, desenvolvemos soluções alinhadas com esse novo perfil de consumidor?, destaca Reinaldo Aguimar, COO e co-fundador da OON Seguradora.
Apesar dessa progressão de insurtechs, não é só o mercado digital que caminha a passos largos. Um levantamento da Susep revela que o setor de seguros como um todo decolou no primeiro trimestre de 2024, com um incremento de 13,7%, arrecadando R$ 102,95 bilhões entre janeiro e março. Ou seja, nota-se uma melhoria de todas as frentes. ?Enquanto empresa, acreditamos que todos os modelos são positivos e devem coexistir. Há espaço e demanda para os mais variados players no mercado. E claro, cremos que a figura do corretor terá sempre seu lugar, justamente por ser um importante elo em nosso segmento?, acrescenta Aguimar. Fonte: Segs

Furacão Milton acarreta forte impacto ambiental e sinaliza como seguro pode enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas

O furacão Milton atravessou a Flórida, provocando destruição massiva e reacendendo o debate sobre as mudanças climáticas e seus efeitos no setor de seguros. Pesquisadores de universidades nos EUA, Europa e Ásia indicam que a crise climática global intensificou os ventos de Milton em 10% e aumentou o volume de chuvas em 20%.
O fenômeno, que atingiu a Flórida em 9 de outubro, foi classificado como de categoria 5, a mais alta na escala de furacões, com ventos superiores a 250 km/h. Cientistas do Imperial College, em Londres, afirmam que os danos causados pelo furacão podem ser o dobro do que teriam sido há 40 anos, quando a temperatura média global era mais baixa. Segundo dados oficiais, pelo menos 17 pessoas morreram e mais de 6 milhões foram forçadas a abandonar suas casas.
Estima-se que as perdas no setor de seguros possam chegar a US$ 60 bilhões, e as seguradoras estão enfrentando não só o desafio financeiro imediato, mas a necessidade de se preparar para um futuro onde eventos climáticos extremos são cada vez mais frequentes.
O furacão Milton, um dos mais intensos dos últimos anos, causou grandes danos na Flórida, afetando propriedades, infraestruturas e vidas. A tempestade gerou inundações e ventos devastadores, forçando a evacuação de milhares de pessoas. Analistas projetam perdas além dos 60 bilhões de dólares para o setor de seguros, podendo atingir a US$100 bilhões, comparáveis às do furacão Katrina em 2005, que gerou a maior perda segurada de um furacão.
O aumento das perdas por desastres naturais, intensificadas pelas mudanças climáticas, tem levado as seguradoras e resseguradoras a ajustar preços e reduzir a cobertura para áreas de maior risco, buscando melhorar sua resiliência financeira.
A tempestade que atingiu São Paulo no dia 11 de outubro tem mais em comum com o furacão Milton, que devastou o sul dos Estados Unidos no dia 9, do que apenas o rastro de destruição e morte. Ambas as tragédias, responsáveis por sete mortes no Brasil e 17 nos EUA, foram intensificadas pelas mudanças climáticas, que têm levado a recordes de temperatura ao longo deste ano. De acordo com o World Weather Attribution, organização internacional de cientistas, eventos como ondas de calor no hemisfério norte se tornaram 35 vezes mais frequentes desde o início dos anos 2000. O meteorologista Guilherme Borges, do Climatempo, reforça que o clima está cada vez mais instável e que essa realidade é algo com o qual teremos que lidar.
As mudanças climáticas estão forçando as empresas de seguro a repensarem suas estratégias de avaliação de risco e precificação de apólices, além de pressionarem o mercado a se modernizar por meio da adoção de novas tecnologias. O uso de tecnologia para mitigar os impactos futuros de desastres naturais tem sido amplamente discutido. Ferramentas baseadas em inteligência artificial, sensores avançados e análise preditiva podem ajudar as seguradoras a avaliar melhor os riscos, prever cenários de perda e desenvolver soluções personalizadas para regiões vulneráveis. A introdução de plataformas digitais também facilita o processo de reivindicações, permitindo uma resposta mais ágil em tempos de crise, como foi visto após a passagem de Milton.
A tecnologia pode contribuir para o futuro do setor de seguros em um mundo afetado pelas mudanças climáticas. Um dos grandes avanços recentes envolve o uso de imagens de satélite e drones para avaliar danos e a implementação de modelos preditivos, que utilizam dados meteorológicos em tempo real para simular o impacto de desastres antes que eles ocorram. Essas ferramentas são cruciais para agilizar os processos de indenização e reduzir o tempo de resposta em situações de emergência.
Além disso, o Property Casualty 360 alerta para o investimento em resiliência, como a construção de infraestruturas mais robustas e o desenvolvimento de produtos de seguros específicos para desastres naturais, como as apólices paramétricas, que estão ganhando força. Essas apólices são ativadas automaticamente quando certos parâmetros, como a velocidade do vento ou o nível de precipitação, são atingidos, proporcionando indenizações rápidas e menos burocráticas.
O furacão Milton é mais um lembrete dos desafios que o setor de seguros enfrenta em um mundo em transformação climática. Eventos como esse evidenciam a necessidade de maior flexibilidade, inovação e adaptação por parte das seguradoras para se protegerem e, ao mesmo tempo, oferecer segurança aos seus clientes. O furacão Milton lançou luz sobre a necessidade de o setor de seguros se reinventar para lidar com um futuro no qual eventos climáticos serão cada vez mais frequentes. O impacto financeiro de Milton pode ser devastador para as seguradoras, mas também apresenta uma oportunidade para o setor adotar soluções tecnológicas que tornem o processo mais ágil, preciso e eficiente. Para prosperar em um mundo em transformação, as seguradoras precisam estar atentas e prontas para enfrentar os desafios das mudanças climáticas de maneira proativa e com o uso de tecnologias a seu favor. Fonte: Insurtalks

Rodeios em São Paulo e a falta de segurança

Anualmente, são realizados entre 800 e 850 rodeios em São Paulo, mas muitos não têm regras claras para proteger os peões. O Seguro de Vida é essencial para garantir segurança e suporte a esses profissionais que enfrentam grandes riscos.
O MPT pediu à Associação Paulista de Municípios (APM) que orientasse as 645 cidades do estado de São Paulo a adotar medidas para garantir a segurança dos peões e profissionais de rodeio, incluindo a exigência de um Seguro de Vida e Invalidez para esses trabalhadores. Os organizadores dos rodeios não podem transferir esses custos para os peões.
Se algo der errado e não houver seguro, os organizadores também serão responsáveis pelos custos médicos e indenizações, que devem ser no mínimo R$ 100 mil em caso de morte ou invalidez.
Um avanço na segurança dos rodeios
A nova regra de seguro obrigatório para peões é um grande passo para proteger esses trabalhadores. Com isso, espera-se que os municípios de São Paulo melhorem as condições nos rodeios e evitem mais tragédias como a de Guapiaçu. Fonte: CNseg | Notícias do Seguro



Saúde
Fome ou vazio emocional?
Para a maioria das pessoas, a comida serve como alivio emocional, aplacar a carência, descontar a raiva do trânsito, do companheiro.... Quantas vezes você já comeu os seus problemas? Como consequência, vem o excesso de peso e a queda da autoestima, que nos leva a comer mais ainda e entrar em um círculo vicioso de comida, problema, aumento de peso e baixa autoestima.
Como forma de aliviar o vazio interno, algumas pessoas por mais que comam, ainda sentem o estômago com um buraco e não conseguem se saciar. É importante diferenciar a fome da vontade de comer e identificar quando o vazio não é no estômago e sim nas emoções e até na alma.
Essa tarefa não é fácil, principalmente com o passar dos anos e com o gradual acúmulo de mágoas e frustrações que carregamos. No entanto, há outros hábitos e técnicas mais saudáveis de compensar a sua carência, como por exemplo caminhadas, meditação (como forma de relaxamento), corrida (para deixar os problemas para trás) e massagem (para aliviar a carência). Fonte: Minha Vida

Orientação segura
O cliente está pedindo para contratar seguro de vida
O seguro de vida é um oceano de oportunidades para os corretores. Todo o histórico recente da pandemia despertou na sociedade uma preocupação sobre proteção e segurança com relação à vida. As pessoas passaram a observar mais a si próprias e às suas famílias, seu ritmo de vida, e a ter a percepção de que não podem esperar o risco chegar. Muitas delas começaram a cogitar contratar um seguro de vida, entendendo a importância de contar com garantias que vão proteger a elas e suas famílias em casos de imprevistos. O cliente está, finalmente, buscando o seguro de vida!
Esse entendimento impactou diretamente os números de contratação do seguro de vida. Segundo dados divulgados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), o segmento de seguro de vida individual apresentou crescimento de 25,3% no primeiro semestre de 2024, frente ao mesmo período de 2023. O levantamento também apontou um aumento de 23,1% na contratação de previdência privada, na mesma base de comparação.
O setor de seguros precisa continuar trabalhando unido na criação de uma cultura de prevenção e cuidado contínuo. Para isso, é importante valorizar o atendimento do corretor, que hoje deixou de ser um vendedor de seguros para se tornar um consultor especializado em benefícios.
Além disso, para atender plenamente esse novo cliente, muito mais conectado, informado e seletivo, temos que entender, além suas necessidades e expectativas quanto ao seguro propriamente dito, de que forma ele prefere ser abordado ? ou seja, quando a interação humana é desejada, quando a opção é pelos canais digitais ou mesmo quando devemos atuar das duas formas.
A abordagem dos corretores deve avaliar esses fatores, para que possa prestar ao atual ou futuro cliente uma consultoria que o ajude a construir a apólice ideal para suas necessidades, além de estimulá-lo a reavaliar se a proteção está aderente aos objetivos do seu planejamento financeiro.
Apesar de uma expansão considerável do segmento nos últimos anos, grande parcela dos brasileiros ainda não considera o seguro de vida um item primordial para o seu planejamento financeiro - ainda há muito espaço para crescimento. Os corretores podem apresentar exemplos reais de como o seguro de vida ajuda a absorver impactos excepcionais no nosso cotidiano, contribuindo para que tenhamos uma vida mais previsível e equilibrada. Essa é a missão do seguro.
A necessidade de profissionais de seguros nunca foi tão grande, essa é a melhor oportunidade para alcançar proativamente os clientes, construir confiança e relacionamentos, oferecendo um valor extraordinário à sociedade. Está sob nosso controle ? e de nossos clientes ? decidir como vamos viver ter qualidade de vida, e o legado que deixaremos. A mais valiosa que cada um tem é a vida e a capacidade de gerar renda. Propósito é a grande contribuição que podemos entregar em vida. Proteger famílias com o seguro de vida é um belo propósito. Fonte: Segs

Ação Positiva
"A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau." Mark Twain

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