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Postado em 28 de Setembro às 12h05

Mensageiro Seguro 967

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Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Os consumidores das diferentes gerações Pela primeira vez convivemos com três gerações diferentes simultaneamente no mercado e ativamente na...

Os consumidores das diferentes gerações

Pela primeira vez convivemos com três gerações diferentes simultaneamente no mercado e ativamente na sociedade. As gerações estão mais curtas e essa mudança afeta a maneira como as pessoas se comportam e consomem produtos e serviços. Por isso, é fundamental conhecer essas gerações, compreender onde o seu negócio está inserido e como é possível otimizar os resultados.
A chamada Geração X, dos nascidos antes de 1980, valoriza a proximidade, as relações. Os relacionamentos são valiosos, principalmente com a família. Grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada em uma casa ou apartamento o caminho é longo e o preço é alto. Esse público tem uma ligação direta com compromisso. Se prometem, cumprem. Dão muito valor ao trabalho, criam vínculos e consolidam carreiras. É uma geração que viu surgir computador pessoal, a internet, o celular e adaptou-se a nova realidade.
Para conquistar o consumidor desta geração, você deve demonstrar que entrega confiança e relacionamento. A frase é “aqui você é especial”. Mostrar a vida em família é uma boa estratégia para chamar atenção dos X´s. Esse público tem mais paciência para entender e pesquisar sobre as características dos produtos e dos serviços e valoriza isso mais do que ideias e causas. Explore os diferentes canais, on e offline, essa geração migra com facilidade.
Depois dos X´s surgiu a Geração Y, dos nascidos entre a década de 80 e meados da década de 90. Essa geração começou a mudar a discussão, pois valoriza outros fatores. Eles preferem viver a trabalhar. Ao contrário da Geração X, que tem um trabalho e se muda para perto, os Y´s escolhem onde querem morar e depois buscam um trabalho. Querem ter independência e não pedem opinião. A Geração Y gosta de consumir. Diferente do cliente fiel da Geração X, o consumidor da Geração Y não pensa duas vezes em comprar na loja ao lado se o seu negócio não tiver o que ele quer na hora. É uma geração acostumada com o rápido e o instantâneo, que transformou a forma de consumo, facilitando os meios de pagamento e estabelecendo a compra sem sair de casa.
Buscam referências em influenciadores que os inspiram. Estão atentos às últimas tendências e presentes nas redes sociais ativamente. O Google é o melhor amigo dessa geração. Para prender a atenção desse público, seja muito criativo. Transforme seu produto em serviço, pois para eles é mais importante desfrutar de uma experiência do que o bem material. Seja multicanal, o consumidor dessa geração espera ser atendido de todas as formas possíveis. Eles têm foco nos amigos, em novas descobertas e na popularidade. Preferem conteúdo rápido e de impacto, que apele mais para o lado da identificação pessoal.
A Geração Z, dos nascidos em meados da década de 90 aos anos 2000. Essas pessoas não diferenciam a vida online da offline, para eles tudo está integrado. Eles precisam colaborar, essa geração tem a necessidade de sentir que faz parte de algo significativo. Em contrapartida, a capacidade de relacionamento olho no olho dessa geração é uma preocupação. Vivem em silêncio nos seus fones de ouvido, pois não falam, mandam WhatsApp.
Não são consumistas frenéticos, preferem escolher. Eles olham, mas não consomem, querem saber todas as opções, mas não compram. A Geração Z é globalizada. Desapegados das fronteiras geográficas, não têm ligação emocional por onde vivem, mas, sim, com o mundo. Estão muito perto de qualquer pessoa e de qualquer lugar. Comprar na cidade ou perto de casa é a mesma coisa que comprar da China. Não pensam no futuro, o futuro para eles é agora.
Eles são menos deslumbrados com novas tecnologias, absorvendo as inovações com naturalidade. Não gostam de se definir, estão sempre quebrando padrões. Essa geração compreendeu que não é possível ser uma pessoa nas redes sociais e outra fora delas, por isso se expressam de forma espontânea. A Geração Z está disposta a buscar o seu produto e comprar online, desde que você atenda por meio de chat, mensagens e redes sociais. Educar é uma das melhores formas de vender para os Z´s. Seja dinâmico, a capacidade de atenção deles é muito mais curta do que a de outras gerações, ao mesmo tempo em que estiverem assistindo ao seu vídeo, provavelmente estarão enviando mensagens para os amigos.
Não generalize! É importante compreender essas gerações, mas não concluir que são estereótipos. Cuidado com as generalizações! Não trate seu público apenas como uma parcela demográfica, pois pode ser perigoso. Você vai precisar ir mais a fundo no comportamento do seu cliente, não esquecendo que cada pessoa tem a sua individualidade. O importante é enxergar as diferenças entre as gerações para ter noção do impacto da sua estratégia direcionada a cada uma delas, mas lembre-se: as novas gerações são o termômetro para o comportamento no futuro. Fonte: Paula Cardoso – Administradores.com

O futuro das empresas passa pela excelência no atendimento ao cliente

Num mundo cada vez mais volátil, dinâmico e incerto, a experiência do cliente tornou-se uma prerrogativa inquestionável para as empresas que querem se manter competitivas e com índices de reputação que as coloquem numa posição diferenciada. Além de equipes altamente qualificadas, as empresas, independente do segmento que atuam, precisam aliar a criatividade dos colaboradores – diferencial que jamais será substituído pelas máquinas – com tecnologias de ponta que permitam ganhar agilidade nos processos, reduzir erros e gerar interações mais eficientes.
No setor de transportes e logística, a automação tornou-se uma das tendências mais impactantes, seja para gerenciar o transporte de cargas até o local de destino, que pode ser um centro de distribuição ou um terminal portuário, seja para monitorar os contêineres e manter a qualidade de determinados produtos exatamente da maneira que saíram de uma determinada localidade. Há empresas que contam com tecnologias sofisticadas para garantir a hibernação da fruta para que ela chegue na Europa da mesma forma que deixou o Brasil, ampliando o tempo de prateleira.
A transformação digital é um caminho sem volta, que permite avaliar situações rapidamente, evitar problemas de maneira preditiva e agilizar a tomada de decisões. Tudo isso impacta no atendimento ao cliente, na forma como ele avalia a experiência e na reputação de uma marca. Por isso, o foco no atendimento ao cliente deve ser uma prioridade das organizações que desejam sobreviver num mercado em que a inovação, a mudança de mindset e o crescimento exponencial soam como “mantras” no ambiente corporativo.
O ponto mais importante neste processo é compreender as necessidades do cliente e oferecer soluções personalizadas. Quando se trabalha com várias verticais de mercado, o ideal é contar com equipes especializadas para cada segmento, que conheçam todos os detalhes da cadeia logística e como viabilizar a intermodalidade de maneira bem-sucedida, com periodicidade e segurança.
A implementação de um ecossistema de atendimento multicanal é essencial para disponibilizar as informações que os clientes necessitam, nos canais que eles desejam, preferencialmente em tempo real – ou quase isso. Assim como o pré-venda, o pós-venda precisa ser consultivo e amigável, mantendo o mesmo nível de excelência que será fundamental para fidelizar o cliente. Por José Roberto Salgado, diretor da Hamburg Süd - Fonte: Segs

Seguro de vida: indenização em caso de suicídio


Setembro é o mês mundial de prevenção do suicídio, chamado também de Setembro Amarelo. O assunto que já foi um tabu muito maior, ainda enfrenta grandes dificuldades na identificação de sinais, oferta e busca por ajuda, justamente pelos preconceitos e falta de informação.
Segundo o Centro de Valorização da Vida, 32 suicídios ocorrem diariamente no país, uma média de 1 morte a cada 45 minutos. Além da questão social, outro ponto deve ser discutido: como fica a indenização em caso de suicídio?
Em junho, a 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça aprovou uma súmula relacionada à cobertura de seguro de vida quando o titular se suicida: conforme o novo enunciado, esse tipo de morte só terá cobertura dois anos depois da vigência do contrato. O colegiado cancelou a Súmula 61, cujo enunciado não colocava limite temporal: “O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado”.
Segundo Rosicler Lottermann da Silva, Diretora de Desenvolvimento Profissional do Instituto Superior de Seguros e Benefícios Brasil - ISB Brasil, as seguradoras precisam estar atentas às mudanças na cobertura. “De acordo com o Art. 798 do Código Civil, o beneficiário não tem direito ao capital estipulado quando o segurado se suicida nos primeiros dois anos de vigência inicial do contrato, ou da sua recondução depois de suspenso, ficando, assim, desnecessária a verificação se o suicídio foi voluntário ou involuntário ou se premeditado ou não”, afirma. “Após os dois anos, os beneficiários receberão a importância contratada em suas apólices sem qualquer discussão”. Fonte: Segs

Seguro de vida: como garantir o recebimento do benefício

Anunciada recentemente pelo Superior Tribunal de Justiça, a Súmula 609 ordena que a recusa de cobertura securitária sob alegação de doença preexistente, é ilegal se não houve a exigência de exames prévios à contratação ou a demonstração de má-fé do segurado.
De acordo com o advogado Moacir Guirão, especialista em Direito do Consumidor, entre os diversos pontos a serem analisados durante o firmamento de um contrato, a transparência na declaração das informações pode evitar surpresas indesejadas.
Na prática, a Súmula 609 indica que, a partir de agora, a seguradora não poderá recusar o pagamento do valor contratado ao beneficiário, alegando que o contratante apresentava alguma doença preexistente, sem poder provar, por meio de laudo clínico, que deverá ser solicitado no ato da contratação do serviço. Por outro lado, caso haja indícios de má-fé por parte do consumidor, o mesmo não será amparado.
Esta decisão vale para todos os contratos. Além dos que serão formalizados, a decisão vale para o que estão em vigência, além de amparar os casos, de até um ano atrás, em que foram apresentadas negativas, e o contratante poderá propor ação.
E, se mesmo após a entrega do laudo clínico, a seguradora não cumprir o acordo, o que fazer? Caso o laudo clínico indique que o contratante não apresentava nenhuma enfermidade prévia à contratação, e mesmo assim seguradora decida pelo não cumprimento do acordo, o consumidor deverá acionar a Justiça de sua região. Por se tratar de uma decisão anunciada pelo STJ, todos os tribunais abaixo devem acatar, ou seja, o juiz da sua cidade, que é de primeira instância, deverá seguir a ordem do Superior Tribunal de Justiça.
Se o contrato foi assinado sem que o laudo clínico fosse solicitado pelo banco ou corretora que oferece o serviço, o consumidor não poderá ser lesado no momento do resgate. Caso haja recusa por parte da segura, vale seguir o conselho de acionar a Justiça. Porém, agora que você sabe que o documento é necessário, é aconselhável providenciá-lo mesmo que por algum motivo não seja solicitado.
É muito importante que o consumidor seja sincero no ato da contratação do Seguro de Vida. Do contrário, o beneficiário poderá não receber o valor estipulado no contrato. Portanto, ao preencher o formulário que será entregue pelo banco ou corretora, seja transparente, pois a Súmula 609 não ampara quem age com má-fé contra o judiciário ou as empresas que oferecem o serviço. Vale destacar, também, que o laudo clínico deve ser verídico. Caso haja indícios de qualquer tipo de irregularidade no documento, o contratante além de não receber o benefício, poderá ter que se entender com a Justiça. Fonte: Segs

Saúde
Previna asma e rinites

Só quem tem uma alergia respiratória sabe o quanto é difícil lidar. Espirros, coceiras, respiração com dificuldades e outros incômodos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) 20% da população apresenta alguma alergia respiratória.
Para evitar rinite e asma, Julinha Lazaretti, pós-graduada em Imunologia e João Geraldo Houly, pneumologista, dão algumas dicas:
Usar ou não descongestionantes: os descongestionantes nasais trazem rápido alívio, porém não são indicados para evitar rinite e asma. O uso desregrado pode causar dependência, rinite medicamentosa e, em casos mais graves, provocar problemas cardíacos;
Higiene é essencial: para evitar crises respiratórias, a higiene ambiental é fundamental! Um ambiente limpo está livre de substâncias alergênicas como pó e ácaros;
Limpeza das narinas: a limpeza nasal com água morna e sal, ou soro fisiológico, três vezes ao dia melhora a respiração;
Cuidado com as roupas de cama: limpe roupas e cobertas guardadas antes de usar. O ideal é lavá-los. Evite o uso de aspirador de pó, de preferência a higienização com pano úmido e evite odores fortes.
Evite a fumaça: é recomendado não fumar e não frequentar lugares onde haja fumaça de cigarro, pois isso pode causar uma crise alérgica;
Estilo de vida: beber bastante água e líquidos em geral pode ajudar a evitar rinite e asma, além disso, pratique exercícios físicos moderadamente. As caminhadas podem ser um bom começo. Fonte: Revista Viva Saúde

Orientação segura
Não acredite

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o. Buda

Ação positiva
"As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam ideias." Goethe

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