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Postado em 22 de Fevereiro às 15h55

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Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Seguro auto: o que fazer após uma colisão Durante o verão, muitas pessoas pegam estrada para viajar nas estradas federais. Segundo dados do...

Seguro auto: o que fazer após uma colisão

Durante o verão, muitas pessoas pegam estrada para viajar nas estradas federais. Segundo dados do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgado em 2018, os acidentes de trânsito resultam em mais de 50 milhões de feridos a cada ano.
Normalmente, no momento do incidente, até mesmo as pessoas que contam com o seguro de carro não sabem como devem agir e a quem recorrer. Para esclarecer dúvidas dos segurados, o diretor do Porto Seguro Auto, Jaime Soares, traz o passo a passo do que deve ser feito.
1 – Tente conduzir o seu carro para o acostamento. Em casos de acidentes leves, sem vítimas, tente, se possível, conduzir seu automóvel para um lugar mais seguro da via, de preferência o acostamento. "Muitas vezes, o segurado acredita que só será ressarcido se ele acionar a seguradora no local exato do acidente. O que não é verdade. Portanto, preserve a vida de todos os envolvidos e leve o carro para um local mais tranquilo", explica Jaime Soares. Caso não seja possível retirar o veículo da via, saia do veículo e sinalize o acidente com o triângulo a 30 metros da traseira do veículo.
2 – Acione o Samu, Polícia e Seguradora/Corretor. Em casos de acidente com vítimas ou transtornos com terceiros, é importante que o Samu seja o primeiro acionado e, também, a polícia para conduzir a situação. Após isso, o cliente deve acionar o guincho. É importante saber que o cliente pode contar com o suporte do seu Corretor a todo momento, que o ajudará na intermediação com a seguradora.
3 – Guincho. A seguradora encaminhará o guincho que estiver mais próximo ao local do acidente, para prestar todo o suporte ao segurado, tirará as fotos para registrar o ocorrido e encaminhará o veículo para a vistoria e análise do sinistro. É importante ressaltar que não pode haver nenhuma alteração aos danos causados.
4 – Abertura de Aviso de Sinistro. Após o socorro e passado o susto do acidente, o cliente deverá abrir um aviso de sinistro na seguradora. Vale lembrar a importância de o cliente ter contratado a cobertura de acidentes Pessoais de Passageiros e a Cobertura RCF-V para os casos de sinistro. Confira como funciona cada uma delas:
APP – Acidentes Pessoais de Passageiros. O seguro paga indenização aos passageiros e ao motorista, ou aos seus beneficiários, caso eles sofram lesão corporal ou diante de uma fatalidade em um acidente de trânsito.
RCF-V – Responsabilidade Civil Facultativa Veicular. Mais conhecida como Cobertura de Danos à Terceiros, garante o reembolso de um valor a ser pago por conta de danos causados a outras pessoas envolvidas no acidente, sejam eles materiais ou pessoais. Fonte: Segs

O poder da excelência

Ter medo de errar não é excelência, é perfeccionismo. Aclamado por muitos como uma virtude, o perfeccionismo é, na verdade, uma neurose, algo que prende o nosso ser a uma única pergunta: “O que os outros vão pensar de mim?”, ou em outras palavras: “Como serei avaliado?”.
Certa vez, um repórter perguntou ao Dalai Lama como ele conseguia dar uma palestra para mais de 5000 pessoas na ONU, entre doutores e catedráticos, sem ter medo de errar e ele respondeu:?—?Eu falo como se estivesse conversando com 5 pessoas e, por isso, me sinto tranquilo e relaxado.?—?Como o senhor consegue fazer isso??—?É muito simples, eu me pergunto: “Como eu posso ser útil?”, “Como eu posso servir a essas pessoas?”.
Isso é ser excelente! Quem é excelente não tem medo de errar, nem de ser julgado, apenas coloca-se ao serviço de uma Força Maior, apenas torna-se um canal.
Eu tenho uma notícia não muito boa para você: “Não adianta ser excelente em uma área e fazer as coisas ‘a toque de caixa’ em outras. Uma maçã que tem uma parte podre contamina as maçãs sadias do cesto”. Então, a excelência é holográfica, ou seja, você precisa dar o seu melhor em tudo, seja na sua profissão ou em uma simples lavagem da louça.
Mas tenho também uma notícia muito boa para você: a excelência vai lhe dar tranquilidade, fluidez, disposição e harmonia. Por meio da excelência, você elevará o seu padrão e realizará os seus sonhos.
Então, você quer ser excelente? Faça essas 3 perguntinhas em todas as situações:?—?Como posso ser útil??—?Como dou o meu melhor??—?Como me torno um canal?
Fernando Neves?—?escritor

Seguradora pode negar indenização a motorista que transita em alta velocidade

O motorista que excede a velocidade permitida ao transitar em rodovias perde a cobertura contratada em seguro. Este foi o caso de uma transportadora de Urussanga, no sul de Santa Catarina, que requeria indenização de seguradora pela perda de carga após acidente de trânsito.
A 5ª Câmara Civil do TJ, em apelação sob relatoria do desembargador Luiz Cézar Medeiros, entendeu que a transportadora descumpriu o contrato, uma vez que o motorista da carreta estava em velocidade acima do permitido (100 km/h) para a via no momento do acidente (60 km/h), de acordo com o tacógrafo. A extensão do dano remonta a R$ 264.629.
O contrato previa que “sob nenhuma hipótese, poderão ser ultrapassados os limites de velocidade estabelecidos nas rodovias utilizadas para a viagem segurada”. O recurso da transportadora baseou-se no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Já o entendimento dos desembargadores, amparado pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), não prevê o enquadramento no CDC mas, sim, no Código Civil.
Em 2012, a transportadora aumentou a apólice de seguro de R$ 200 mil para R$ 655 mil com o objetivo de garantir a carga de guinchos que foram transportados de Caxias (RS) para Belém (PA). Em uma viagem no mês de agosto, o motorista perdeu o controle do caminhão em uma curva em rodovia no Paraná, que resultou em dano de 40% da carga.
O condutor alegou que conhecia a estrada e conduzia a carreta em velocidade média de 60 km/h a 70 km/h, mas não provou ou explicou o motivo do acidente. “A atitude imprudente do preposto da transportadora ao desrespeitar os comandos emitidos no pacto com a seguradora autoriza a negativa de cobertura do sinistro”, disse o relator em seu voto. Também participaram da sessão os desembargadores Ricardo Fontes e Jairo Fernandes Gonçalves. Na primeira instância, o caso foi julgado na comarca de Criciúma. Fonte: CNSEG


Seguros auto e residência: é obrigatório cobrir enchentes?

As chuvas torrenciais que têm atingido o Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades destruiu estabelecimentos comerciais, alagou casas, carros e ruas. Diante da série de acontecimentos trágicos que o Brasil tem enfrentado, um questionamento surge no que tange à proteção de quem realizou contratação de seguro: Neste caso, eu tenho cobertura?
Isso deve ser observado no ato da adesão. O segurado deve conferir detalhes das cláusulas e avaliar a importância de pagar um valor a mais em prol de ter mais garantias. O coordenador da Escola Nacional de Seguros, José Varanda respondeu a dúvida, afirmando que, para o seguro auto, é preciso o cliente estar atento às ações que podem ocasionar na perda da cobertura, como ligar o motor do carro em um alagamento ou deixar as janelas de casa abertas, no caso do seguro residencial.
A cobertura mais básica cobre incêndio e roubo, podendo adicionar outros eventos, como batidas e enchentes. Quem inclui danos causados a esse tipo de seguro, obrigatoriamente está coberto em casos de inundações, queda de barreiras, de muros e árvores. Além disso, a garantia de receber o valor do veículo em caso de perda total.
A cobertura para enchentes a esse tipo de seguro também deve ser incluída, pois os contratos básicos cobrem raio, explosão e incêndio. No entanto, cabe dizer que são mais baratos, porque os incidentes às residências têm menos probabilidades.
O coordenador da ENS ainda ressalta a diferença entre inundação, alagamento e vendaval. O primeiro repara danos frutos de transbordamento de rios ao passo que o segundo, cobre danos causados por tempestades, por exemplo. O terceiro indeniza casos em que telhas são deslocadas ou quando há queda de árvores. Fonte: Segs

Seguro de pessoas cresce 9,4% em 2018 e movimenta R$ 41,4 bilhões

Seguros de vida, prestamista e de acidentes pessoais foram os produtos mais contratados pelo consumidor no período. Indenizações pagas aos segurados somaram R$ 9 bilhões
As contratações de seguros para riscos pessoais (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$ 41,4 bilhões em 2018. O valor foi 9,4% superior aos R$ 37,9 bilhões registrados em 2017, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.
Dados da Federação, no mesmo período, apontam que as indenizações pagas totalizaram R$ 9 bilhões contra R$ 8,7 bilhões em 2017. “Os seguros de pessoas são instrumentos importantes de proteção social e ajudam a preservar as conquistar materiais e financeiras das famílias”, diz Jorge Nasser, novo presidente eleito da FenaPrevi para o triênio 2019-2021.
Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida (grupo e individual) se firmou como a maior carteira do mercado de seguros de pessoas com 39% dos prêmios arrecadados (valor pagos pelos segurados para contratar a proteção dos seguros).
O seguro de vida em grupo, oferecido pelas empresas como benefício para seus funcionários, movimentou R$ 11,5 bilhões em 2018, resultado 6% superior aos R$ 10,9 bilhões em 2017. Já na categoria vida individual, os prêmios foram de R$ 3,5 bilhões e a alta foi de 24% em relação aos R$ 2,8 bilhões verificados em 2017.
A seguro de proteção financeira (prestamista) que representa 30% do setor também apresentou resultado positivo. A modalidade movimentou R$ 11,3 bilhões em 2018, resultado 19% superior aos R$ 9,5 bilhões em 2017. “A retomada do crédito e melhora das vendas no varejo impulsionaram esta modalidade de seguros, que cobre o pagamento das parcelas de compras feitas a prazo, no caso de perda de emprego sem justa causa pelo titular da apólice”, avalia Nasser.
Segundo a FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, com a terceira maior representatividade do total de prêmios (15%) no acumulado, também estiveram entre os produtos mais contratados no acumulado de 2018. Os prêmios somaram R$ 5,6 bilhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 5,3 bilhões.
O resultado do seguro auxílio funeral também foi positivo, segundo a federação. As contratações totalizaram R$ 602,2 milhões em prêmios, alta de 10,44% em 2018. No ano anterior, os prêmios foram de R$ 545,3 milhões.
De acordo com FenaPrevi, os seguros com coberturas para doenças graves e terminais, também estiveram entre os mais contratados no acumulado de 2018. Os prêmios somaram R$ 858,8 milhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 765,7 milhões. Fonte: FenaPrevi

Saúde
Cyber minimalismo

Afasta-se, ainda que temporariamente, do Facebook, é bom para a saúde? “A resposta é sim e vários estudos comprovam isso”, diz Yannick Chatelain, especialista em novas tecnologias, professor da Universidade de Grenoble e autor do livro “In bed with the web” (Na cama com Internet, em tradução livre). Uma dessas pesquisas, cita o pesquisador, foi realizada em 2018 pela empresa SMEREP, que vende planos de saúde voltados para estudantes. Ela concluiu que o uso das redes sociais começava a se tornar um problema de saúde pública na França.
O estudo, diz Chatelain, mostrou que 45% dos estudantes do ensino secundário têm dificuldades sociais e 42% disseram sentir dores de cabeça e nos olhos com frequência. O pesquisador pensa que os adultos também são vítimas desses sintomas, o que está levando pouco a pouco a mudanças no comportamento em relação ao uso das redes. Ele cita um novo movimento que está surgindo na França chamado cyber minimalismo. “Há uma tomada de consciência que faz com que não sejamos propriamente contrários à tecnologia, mas que nos faz perceber que nosso uso das novas tecnologias, aplicativos e redes como Facebook estão se tornando preocupantes”.
O sistema de recompensa cerebral usado pelas redes para capturar a atenção, diz, está no centro do debate. “Surgem cada mais críticas sobre o desenvolvimento intencional de um ‘marketing da adicção’. Quer dizer: tudo é feito para que o indivíduo se torne dependente. Mas é preciso esclarecer esse termo, adicção, que é uma patologia. A dependência é um problema, mas o uso das redes por enquanto não é uma patologia”, diz.
Em termos psiquiátricos, a dependência ao álcool ou a outras drogas têm como característica, explica, o isolamento do indivíduo. Contrariamente às redes sociais, que conecta pessoas. O assunto começa a ser discutido pelos pesquisadores, já que estudos mostram que o tempo excessivo gasto nas redes conecta on-line, mas isola na vida real. Fonte: asvozesdomundo.com.br

Orientação segura
Não atrapalhe!


Sabe quando você chega em casa reclamando do chefe, do cliente, da empresa e do quanto você está estressado com a demanda de trabalho que tem?
É nesse momento, sem que perceba, que você coloca uma sementinha de insatisfação na sua família com relação ao seu trabalho. A partir daí, os seus pais começam a ver o seu trabalho como algo ruim, o seu cônjuge começa a acreditar que você tem que mudar de ramo e os seus filhos morrem de pena de você.
É isso o que você quer?! Colocar a sua família contra o seu trabalho? Então, pare! Reflita mais sobre que imagem do valor do seu trabalho você está passando para a sua família. Como vai querer apoio se você mesmo está vendendo a ela uma imagem ruim?
Seja sábio! Seja grato! Compartilhe as suas dificuldades, mas sempre deixe claro o quão importante é ter um trabalho que o desafia e faz com que você se desenvolva. Afinal, família e trabalho devem ser parceiras no seu crescimento pessoal e profissional e não rivais. Geração de Valor

Ação Positiva
"Imaginação é mais importante do que conhecimento." Albert Einstein

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