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Postado em 29 de Novembro às 15h25

Mensageiro Seguro 1028

Institucional (67)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 29/11/2019 - Edição 1.028 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição:...


Ano XIV – 29/11/2019 - Edição 1.028
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.


Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1. Como desconstruir o pensamento linear?
2. Fim do DPVAT estimula a livre concorrência
3. Seguro de crédito: veja maneiras de expandir os negócios
4. Documentos eletrônicos e digitais: validade jurídica e vantagens para o seu negócio
5. Saúde: Saúde do homem: Prevenção
6. Orientação segura: O que é empreender?
7. Ação Positiva

 

Como desconstruir o pensamento linear?

"O que te trouxe aqui, não te levará até lá”. A célebre frase do coach norte-americano Marshall Goldsmith, precisa ser pensada por todos os profissionais do século XXI. Contudo, a grande maioria parece preferir ignorar que as velhas receitas não funcionam mais. Estamos vivendo o século XXI com a mesma mentalidade do século XX.
Aos longo da história, a sociedade se organizou em grupos, trocando mercadorias cultivadas por suas próprias famílias. Na era agrícola, vigente até 1750, as comunidades agrárias usavam a terra para seu sustento. No fim dessa era, foram criadas pequenas máquinas, onde o produtor possuía os meios de produção. Os artesãos conheciam todo o ciclo: da compra da matéria-prima à venda. As famílias produziam juntas e as tradições eram transmitidas de geração para geração.
Em torno de 1750, a humanidade viveu uma nova era, a da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento das máquinas à vapor, tivemos a segmentação do trabalho e a larga escala. Cada trabalhador passou a fazer apenas uma parte do processo, não tendo conhecimento do todo. Dessa forma, era necessário desenvolver um raciocínio linear, segmentado, repetitivo e previsível. Quem apertasse o maior número de parafusos no menor período de tempo, seria eleito o melhor funcionário da fábrica.
Com o avanço das tecnologias, na década de 1990, entramos na era digital, ou era da informação. As distâncias diminuíram e vimos o mundo se globalizar. Muitas profissões deixaram de existir e outras foram criadas. O raciocínio passou a ser não-linear, conectado, multidisciplinar e imprevisível. Passamos a viver múltiplas experiências simultâneas, recebendo informações de vários canais de forma instantânea. Novos modelos de negócios surgiram e vimos o nosso cotidiano se modificar drasticamente.
Apesar das imensas transformações que já duram quase três décadas e mostram que a mudança e a liquidez são a nova constante, algo parece continuar intacto em todo esse processo. Continuamos com o mesmo pensamento linear, segmentado, repetitivo e previsível da era industrial. Muito disso deve-se ao fato de que, embora a nossa rotina tenha se transformado tanto, a nossa forma de aprender se manteve praticamente intacta.
Em pleno século XXI, nossas crianças ainda vão para as escolas uniformizadas, são classificadas por idade e não por aptidões e interesses. Tudo perfeitamente preparado para que elas saiam dali e estejam aptas a trabalhar em uma fábrica. As escolas surgiram na era industrial justamente para facilitar esse trabalho massificado e escalável.
O fato é que hoje o mundo não funciona mais desse jeito. O setor de serviços só cresce. As novas tecnologias estão possibilitando a criação de negócios que seriam impossíveis em outros tempos. Sendo assim, fazer carreira em uma fábrica não é mais a única opção para um profissional. Existe um universo de possibilidades e, por mais que muitos temam que os robôs roubem nossos empregos, creio que eles vão apenas criar novas oportunidades de trabalho.
Estamos entrando em uma nova era, a chamada GNR (Genética, Nanotecnologia e Robótica). Veremos cada vez mais novidades que vão impactar a nossa saúde, o nosso trabalho, as nossas relações sociais e o nosso jeito de viver. E, isso é muito bom! Quem teme a inteligência artificial dominar o mundo, está pensando de forma linear, com um olhar para o passado e não para o futuro. Sair da zona de conforto incomoda, dói, dá trabalho.
Precisamos repensar nossas vidas e nossas carreiras. Mas, se fizermos isso usando a velha cartilha, entraremos em desespero e sofrimento, receosos pelo futuro. É hora de agradecer ao passado, aproveitar o que faz sentido e recomeçar. Estamos entrando em um momento onde é necessário divergir para convergir. Desconstruir para reconstruir.
O século XXI requer o desenvolvimento das competências comportamentais, sociais e principalmente emocionais. Precisamos criar seres originais, inventivos, criativos e autênticos. Chega de retroalimentar aquele velho ciclo de trabalhar mais do que deve, para comprar o que não precisa, com um dinheiro que não tem, a fim de impressionar quem a gente nem gosta. É hora de recriar a nossa existência. Para isso, precisamos, antes de mais nada, buscar novas formas de pensar, projetadas para o futuro e não para o passado. Andar para a frente olhando apenas o retrovisor certamente não vai nos levar “até lá”.
Marília Cardoso, jornalista e professora na área de inovação

Fim do DPVAT estimula a livre concorrência


O modelo atual do DPVAT é ineficiente e permanentemente vulnerável a fraudes.
A extinção do monopólio no Seguro DPVAT abre espaço para a evolução de novos produtos pelas seguradoras com o objetivo de atender as vítimas de acidentes de trânsito com um preço menor. Essa é a opinião de Solange Vieira, presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que objetiva diminuir as resistências políticas ao tema.
“Não acho que o mercado ficará desassistido de proteção de danos contra terceiros. Hoje não existe um mercado privado porque o DPVAT é obrigatório e público. Então, à medida que o DPVAT sai de cena, a gente espera que um produto estruturado pelas seguradoras poderá ser comercializado e vendido a preços menores que o DPVAT. Uma seguradora já lançou um produto para substituir o DPVAT”, diz.
Solange conta que o assunto DPVAT é estudado desde que assumiu a Susep. Segundo ela, ainda que se discuta formas de proteção, o foco ao pedestre é o ideal. A superintendente ressalta que um seguro obrigatório com características de tributação regressiva que devolve para a sociedade apenas 15 a 30 centavos de cada R$ 1 pago pelos cidadãos, sem diferenciar a renda de cada um, é uma forma ineficiente e permanentemente vulnerável a fraudes.
O modelo do Seguro DPVAT, segundo a Susep, que entrou em operação em 2008, vem sendo objetivo de sistemáticas fraudes, resultando em arrecadação indevida de recursos públicos da ordem de R$ 5 bilhões. Com o fim do DPVAT, esses valores cobrados a maior poderão ser devolvidos à sociedade ao longo dos próximos anos.
O Seguro DPVAT, operado em regime de monopólio, além de exigir enorme gasto de recursos públicos para seu controle, não encontra paralelo no mundo. Espera-se que, com a extinção do monopólio no Seguro DPVAT, os criminosos sejam responsabilizados e presos, devolvendo todos os recursos desviados aos cofres públicos e à sociedade. Fonte: Segs

Seguro de crédito: veja maneiras de expandir os negócios


Além de proteger o fluxo de caixa de uma empresa, o seguro de crédito também pode ajudar a reduzir custos operacionais e expandir os negócios com maior segurança. O Diretor Executivo da Euler Hermes no Brasil, Luciano Mendonça, explica que essa é também uma maneira de aumentar as vendas, ampliando a carteira de clientes.
“O seguro de crédito permite que a empresa adquira maior confiança para negociar com novos clientes e isso consequentemente faz com que exista crescimento com segurança e saúde financeira, além da possibilidade de acompanhar de perto a estabilidade financeira desses clientes para monitorar possíveis riscos”, afirma.
Mendonça destaca os principais benefícios que o seguro de crédito pode trazer para a expansão dos negócios:
1 - Market Share Maior: o seguro de crédito é uma proteção dos recebíveis entre empresas B2B, portanto, é possível oferecer limites e prazos para os clientes, garantindo maior fôlego e afastando o medo de não receber.
2 - Expansão: o seguro de crédito atua como uma ferramenta que avalia e qualifica as contrapartes com quem a empresa faz negócio, permitindo conhecimento maior em relação às empresas que antes eram desconhecidas.
3 - Atuação em países estrangeiros: atuando com uma empresa com know-how global, conhecer clientes ao redor do mundo aumenta as chances de fechar negócios de forma segura, mostrando onde há ou não há riscos de investimento.
4 - Crescimento diversificado: não existe mais a necessidade de negociar só com quem você conhece e confia, expandindo e descentralizando as oportunidades de negócio.
5 - Garantia: quando a empresa trabalha com seguro de crédito, adquire garantia de saúde financeira, abrindo assim novas alternativas de financiamento.
6 - Apoio à sua análise de crédito interna: quando o seguro é contratado, ele se torna parceiro da área de crédito, ou seja, é adicionado valor ao processo de análise de crédito existente na empresa. Esse suporte proporciona segurança, pois em casos de perdas inesperadas é possível ter garantia de recebimento, sem impacto ao fluxo de caixa. Fonte: Segs

Documentos eletrônicos e digitais:
validade jurídica e vantagens para o seu negócio


Processos e serviços das mais variadas áreas sofrem um grande impacto com as novas tecnologias. E não é diferente nas funções burocráticas de uma empresa, como na gestão de contratos, por exemplo. É cada vez mais recorrente que empresas de diferentes setores e portes optem por adotar os chamados documentos eletrônicos.
O Brasil possui, desde 2001, uma legislação a respeito deste tema. A medida provisória Nº 2.200-2 destaca a validação desses documentos geridos em ambiente virtual, através de uma certificação digital. A norma criou uma cadeia hierárquica de certificação para validação de documentos eletrônicos, garantindo que o ambiente virtual passe a ter o mesmo peso que o formato tradicional de autenticação.
Ou seja: há, sim, possibilidade de atribuição de validade jurídica a documentos eletrônicos, semelhante a um contrato físico autenticado em cartório, por exemplo. Possui validade jurídica o documento eletrônico assinado através do uso de certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada à ICP-Brasil.
A legislação também trata da digitalização de documentos físicos, em papel, permitindo o arquivamento por meio de microfilme ou por meio digital. Embora em vigor, a prevista digitalização depende de regulamentação do Poder Executivo Federal. De todo modo, o horizonte é favorável para a migração dos documentos em papel, para o meio eletrônico.
Já que o documento eletrônico é válido, quais as vantagens para o seu negócio? A primeira delas é que o documento pode contar com recursos de segurança, como por exemplo um certificado digital, gerado a partir de técnicas de criptografia, associando o documento assinado ao seu titular. Essa assinatura digital contida no certificado é única e qualquer tentativa de fraude ou modificação invalida o documento.
Existem ainda outros tipos de assinatura eletrônica aceitos mediante a concordância prévia das partes. A assinatura digital é uma delas e exige criptografia assimétrica, mas outros formatos identificados como “eletrônicos” são mais simples. Recomenda-se, contudo, a utilização de procedimentos robustos e recursos tecnológicos seguros, a fim de compensar a ausência do certificado digital. Outra vantagem do documento eletrônico é a celeridade nos processos. Sem a necessidade da presença das partes no ato ou do deslocamento até cartórios, as empresas ganham mais tempo na gestão de contratos, facilitando a realização do trabalho burocrático.
Marlon M. Volpi — Advogado, Especializado em Direito Digital - Fonte JusBrasil

Saúde
Saúde do homem: Prevenção

O cuidado com a saúde deve ser diário. “Mudanças de hábitos alimentares, com menos alimentos gordurosos e ultraprocessados, são fundamentais para diminuir os riscos de desenvolver todos os tipos de câncer, inclusive o de próstata”, alerta o dr. Marco Arap, urologista no Hospital Sírio-Libanês.
Em relação aos exames preventivos, medir a pressão arterial e acompanhar as taxas de colesterol pelo menos uma vez ao ano devem fazer parte da rotina dos homens para evitar doenças crônicas como o diabetes e a hipertensão. “O mais importante é consultar o médico periodicamente, a partir dos 45 anos de idade. Não se deve esperar o problema surgir para buscar ajuda”, orienta. Fonte: Hospital Sírio Libanês

Orientação segura
O que é empreender?

Empreender é ter um olhar artístico sobre a realidade para trazer à existência o seu projeto. Como um pintor constrói sua arte sobre uma tela branca, um escultor sobre uma tora bruta de madeira e um compositor organiza as notas musicais para criar uma linda melodia.
Depois do trabalho pronto, a nossa alma se alegra com a música, nossos olhos contemplam os quadros nas exposições e as peças esculpidas decoram os escritórios das empresas, onde muitos sonham, realizam, ganham a vida e colocam para fora seu talento.
Mas o que era tudo isso antes de alguém da primeira pincelada? Antes da primeira martelada? Do primeiro acorde? Nada existia, a não ser o comum, o corriqueiro e todos apenas seguindo o fluxo. Mas pela ousadia e coragem desses artistas, em meio ao caos da burocracia, contrariando a muitos, o nada foi transformado em algo muito especial a ser apreciado. Isso é empreender. Fonte: Geração de Valor

Ação Positiva

“É genial festejar o sucesso, mas é mais importante aprender com as lições do fracasso.” Bill Gates

 

Certa Seguros


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